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NOSSA SENHORA DE FÁTIMA

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CAPELA DE NOSSA SENHORA DA MEDALHA MILAGROSA

Uma Capela cheia de segredos !Você quer descobri-la conosco? Saiba, antes de tudo, que a Casa Mãe da Companhia das Filhas da Caridade era o antigo "Hotel de Châtillon". Este, foi concedido à Companhia, em 1813, por Napoleão Bonaparte, depois da tormenta da Revolução Francesa. Imediatamente, começa a construção da Capela.A 8 de agosto de 1813, realizou-se a bênção solene da Capela dedicada ao Sagrado Coração de Jesus. Em 1830, aconteceram então as aparições. Aumentou o numero de vocações.Foi necessário transformar a Capela, que passa então por várias modificações. Em 1930, por ocasião do centenário das apariçes, uma nova reforma nos mostra a Capela tal como a vemos hoje.Agora, a você a oportunidade de visitá-la!
http://www.chapellenotredamedelamedaillemiraculeuse.com

Visita a Capela da Medalha Milagrosa, localizada na Rue du Bac, 140 - Paris

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domingo, 13 de julho de 2008

JMJ - O DEMÔNIO SE FAZ PRESENTE: MEIOS DE COMUNICAÇÂO PROCURAM ESCANDALOS

Meios de comunicação buscam escândalos na Jornada da Juventude
O cardeal George Pell sob ataque

O demônio se faz presente entre os meios de comunicação australianos em Sydney

SYDNEY, - Em um horário perfeito, estourou um suposto escândalo que trata de envolver o cardeal George Pell, arcebispo de Sydney, a cidade que acolhe a Jornada Mundial da Juventude.
O purpurado foi acusado de ter dirigido de maneira inadequada as denúncias de abuso sexual contra um sacerdote em 2003.
Anthony Jones, que hoje tem 54 anos, acusou o Pe. Terrence Goodall de abusos sexuais em 1982.
Goodall apresentou sua renúncia, em 25 de julho de 2003, a pedido do cardeal Pell, que o havia ameaçado de usar o Direito Canônico para provocar sua demissão.
De qualquer forma, o cardeal reconheceu em uma carta enviada a Jones que considerava insuficientes as provas da acusação de violação.
Novas provas surgidas nesta semana sob forma de conversa telefônica gravada demonstrariam que Goodall admitiu diante de Jones que a relação não foi consentida. Nelas se baseia a campanha que a mídia australiana quis lançar para acusar o cardeal de incompetência.À luz dos comentários de Goodall, o cardeal Pell emitiu nesta quinta-feira uma declaração na qual afirma que «formalmente transmitiu as questões propostas esta semana a uma comissão consultiva independente», guiada pelo antigo juiz da Corte Suprema de Nova Gales do Sul, Bill Preistley, que apresentará ao cardeal as opções possíveis.
Fazem parte da comissão: um sacerdote, assim como especialistas em direito, negócios e psiquiatria, que se regem por protocolos orientados a favorecer a cura da vítima.
Em resposta às acusações publicadas pelos jornais australianos, jovens do país organizaram uma série de blogs, fóruns e sites sociais na Internet a favor do cardeal, nos quais lhe oferecem orações e apoio.
Fonte: ZENIT.org

sexta-feira, 20 de junho de 2008

"É IMPORTANTE TORNAR ATRAENTE A PALAVRA DE DEUS"

BENTO XVI ÀS RÁDIOS CATÓLICAS:
"É IMPORTANTE TORNAR ATRAENTE A PALAVRA DE DEUS"


Cidade do Vaticano, 20 jun (RV)
- Bento XVI recebeu na manhã desta sexta-feira, na Sala Clementina, os participantes no Congresso Internacional para os Responsáveis de Rádio Católicas, promovido pelo Pontifício Conselho das Comunicações Sociais, cerca de 130 pessoas.No discurso que dirigiu aos presentes o Papa, primeiramente saudou com afeto, através dos presentes, os muitos ouvintes dos diversos países e continentes que todos os dias ouvem as suas vozes e graças ao seu serviço de informação aprendem a conhecer melhor Cristo, a escutar o Papa e a amar a Igreja. É importante “tornar atraente a Palavra de Deus” dando-lhe corpo através de transmissões radiofônicas que toquem “o coração dos homens do nosso tempo” e participem “na transformação da vida dos nossos contemporâneos”: foi a exortação que o Papa fez aos presentes na Sala Clementina.Depois de agradecer o Presidente do Pontifício Conselho das Comunicações, Dom Cláudio Maria Celli, pela saudação feita momentos antes, - durante a qual ele recordou a visita de Bento XVI à Rádio Vaticano -, o Papa disse que as muitas e diversas formas de comunicação com as quais devemos nos confrontar, manifestam com evidente clareza como o homem, na sua estrutura antropológica essencial, seja constituído para entrar em relação com o outro. E o faz, sobretudo, através da palavra:...“Na sua simplicidade e aparente pobreza, a palavra, inscrevendo-se na comum gramática da linguagem, se coloca como instrumento que realiza a capacidade de relação dos homens. Esta se baseia na riqueza compartilhada de uma razão criada à imagem e semelhança do LOGOS eterno de Deus, isto é daquele LOGOS no qual tudo livremente e por amor é criado”. Pensamento que o Papa desenvolveu falando em francês:“Em razão da sua ligação com a palavra, o rádio participa da missão eclesial, mas ao mesmo tempo gera uma nova maneira de viver, de ser e de fazer Igreja. As múltiplas formas de comunicação podem ser um dom de Deus a serviço do desenvolvimento da pessoa humana e de toda a humanidade. O rádio, em particular, através da palavra e da música pode informar e formar, anunciar e denunciar, mas sempre no respeito da realidade e na clara perspectiva da educação à verdade e à esperança. Jesus nos doa a verdade sobre o homem e para o homem – disse ainda o Papa – e a partir desta verdade, nos dá uma “uma esperança para o presente e para o futuro das pessoas e do mundo”. Por isso o Papa encoraja as rádios católicas na sua missão e as felicita pelo seu trabalho.O Papa em seguida citando a sua Encíclica Spe Salvi disse que o Evangelho, que “não é somente uma comunicação de coisas que se podem saber, mas sim uma comunicação que comporta fatos e muda a vida”. Esta autocomunicação de Deus é a que oferece um novo horizonte de esperança e de verdade às esperanças humanas, e dessa esperança é que surge, já neste mundo, o início de um mundo novo, dessa vida eterna que ilumina a obscuridade do futuro humano.O Papa encerrou o discurso falando das entusiastas perspectivas que se abrem ao trabalho dos comunicadores. As suas emissoras podem representar, desde agora, um pequeno mas concreto eco no mundo daquela rede de amizade que a presença de Cristo Ressuscitado, o Deus conosco, inaugurou entre o céu e a terra e entre homens de todos os continentes e épocas. Assim fazendo, concluiu o Papa, o trabalho de vocês se inscreverá a pleno título na missão da Igreja, à qual convido a amar profundamente. Ajudando o coração de cada homem a abrir-se a Cristo, vocês ajudarão o mundo a abrir-se à esperança e a espalancar-se àquela civilização da verdade e do amor que é o fruto mais eloquente da sua presença entre nós. (SP)
Fonte: RV

quinta-feira, 29 de maio de 2008

MENSAGEM DE BENTO XVI AOS COMUNICADORES DA AMÉRICA DO NORTE


Bento XVI explica que valor da comunicação depende da verdade
Em sua mensagem aos comunicadores católicos da América do Norte

Por Jesús Colina
TORONTO, quarta-feira, 28 de maio de 2008 (ZENIT.org).

- Bento XVI considera que o valor da comunicação depende de sua capacidade para dizer a verdade e do respeito ao bem comum.
Assim afirma na mensagem enviada à Convenção dos Comunicadores Católicos 2008, que se celebra em Toronto (Canadá), de 28 a 30 de maio, sobre o tema: «Proclamai-o sobre os telhados!».
A Convenção reúne quase 500 membros da Associação de Imprensa Católica dos Estados Unidos e do Canadá, e da Academia Católica de Profissionais de Artes da Comunicação, assim como profissionais de departamentos de informação das dioceses e de outros setores da comunicação.
Na mensagem, lida pelo arcebispo Claudio Maria Celli, presidente do Conselho Pontifício para as Comunicações Sociais, o Papa deseja que este encontro «seja um momento de crescimento espiritual e de desenvolvimento profissional».
«Em um mundo no qual é cada vez mais evidente a ambigüidade do progresso – declara citando a encíclica Spe salvi, 22 –, a contribuição dos agentes da comunicação à promulgação da verdade, da bondade e da beleza se converte cada vez mais em um dever e uma tarefa urgente.»O bispo de Roma confia em que, «contemplando Jesus Cristo, que é a verdade que nos torna livres, os delegados não só vivam uma dimensão ética em seu serviço eclesial, mas também busquem caminhos para ajudar todos os que trabalham na comunicação a reconhecer que o valor da comunicação depende de sua capacidade para dizer a verdade e do respeito ao bem comum».
Fonte: ZENIT.org