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NOSSA SENHORA DE FÁTIMA

Esteja ao lado de Nossa Senhora de Fátima como nunca pode imaginar.

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CAPELA DE NOSSA SENHORA DA MEDALHA MILAGROSA

Uma Capela cheia de segredos !Você quer descobri-la conosco? Saiba, antes de tudo, que a Casa Mãe da Companhia das Filhas da Caridade era o antigo "Hotel de Châtillon". Este, foi concedido à Companhia, em 1813, por Napoleão Bonaparte, depois da tormenta da Revolução Francesa. Imediatamente, começa a construção da Capela.A 8 de agosto de 1813, realizou-se a bênção solene da Capela dedicada ao Sagrado Coração de Jesus. Em 1830, aconteceram então as aparições. Aumentou o numero de vocações.Foi necessário transformar a Capela, que passa então por várias modificações. Em 1930, por ocasião do centenário das apariçes, uma nova reforma nos mostra a Capela tal como a vemos hoje.Agora, a você a oportunidade de visitá-la!
http://www.chapellenotredamedelamedaillemiraculeuse.com

Visita a Capela da Medalha Milagrosa, localizada na Rue du Bac, 140 - Paris

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Clique sobre a foto para a visita guiada em 15 etapas
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sábado, 18 de abril de 2009

DOM JOSÉ CARDOSO SOBRINHO É CONDECORADO


D. José Cardoso Sobrinho condecorado

O arcebispo de Olinda e Recife, D. José Cardoso Sobrinho, recebeu esta Quinta-feira o Prémio Cardeal Von Galen, concedido pela «Human Life International», uma associação católica internacional em defesa da vida, com sede em Front Royal, no estado norte-americano de Virginia, presente em 80 países.
O Prémio tem o nome do beato Clemens August von Galen (1878-1946), que foi bispo de Münster (Alemanha) durante na época nazi. A condecoração tem como objectivo distinguir personalidades que se destacam na defesa da vida.
Fonte: Ecclesia - Redacção/Rádio Vaticano

domingo, 1 de março de 2009

DECLARAÇÔES CONTRÁRIAS AO MAGISTÉRIO DA IGREJA SUSPENDE ATIVIDADES DE PADRE DEPUTADO

Brasil: arcebispo suspende padre que é deputado
Por declarações contrárias ao Magistério da Igreja

JOÃO PESSOA, Paraiba, Brasil

- O arcebispo da Paraíba (nordeste do Brasil), Dom Aldo di Cillo Pagotto, suspendeu do uso de Ordem o padre Luiz Couto, que é deputado federal pelo PT (Partido dos Trabalhadores), por ele ter feito afirmações contrárias ao Magistério da Igreja.
O presbítero está impedido de realizar atividades próprias de um sacerdote, como celebrar missas.
Segundo nota difundida pela arquidiocese da Paraíba, o padre concedeu uma entrevista, publicada no dia 25 de fevereiro no Jornal O Norte. A entrevista, diante de seu conteúdo, estava intitulada: ‘Padre, deputado e adversário do celibato. Favorável ao uso do preservativo, Luiz Couto combate a intolerância e a discriminação a homossexuais, contrariando o Vaticano’.«Preposto à Arquidiocese da Paraíba, vejo-me na grave obrigação de suspender o referido sacerdote do uso de Ordem em nossa circunscrição eclesiástica», afirma na nota Dom Aldo Pagotto.
«Porquanto, por suas afirmações sumárias, e enquanto perdurem sem retratação explícita, provoca confusão entre os fiéis cristãos, e contraria ‘in noce’ as orientações doutrinais, éticas e morais sustentadas pela Igreja Católica (Cf. Cânon 1317 CDC)», prossegue o arcebispo.

Fonte: ZENIT.org

segunda-feira, 24 de novembro de 2008

ACORDO SANTA SÉ - BRASIL - COMENTÁRIO DO CARDEAL ODILO SCHERER

COMENTÁRIO DO CARDEAL-ARCEBISPO DE SÃO PAULO, ODILO SCHERER
Acordo Brasil-Santa Sé
No dia 13 de novembro, durante a visita do Presidente Lula ao Papa, no Vaticano, foi assinado um Acordo entre a Igreja (Santa Sé) e o Estado (Brasil), sobre a situação jurídica da Igreja no Brasil.
O fato, não foi muito noticiado pela grande imprensa, é importantíssimo para a Igreja e é muito bom que o fato seja divulgado e que o texto do Acordo seja conhecido e interpretado corretamente.
Na proclamação da República (1889) foi interrompido o regime do Padroado, pelo qual a Igreja Católica havia sido até então "religião oficial" no Brasil; feita a separação entre Igreja e Estado, estabeleceu-se o princípio do Estado laico, segundo o qual não há uma religião oficial no país e a liberdade religiosa como um direito dos cidadãos.
Foi bom para a Igreja, que ficou livre da tutela do Estado e ganhou liberdade para crescer e se desenvolver com autonomia; sem a interferência do Estado, a Igreja no Brasil também passou a estreitar sua relação com o Papa e com a comunhão do episcopado.Mas, desde então, a situação da Igreja perante o Estado carecia de clareza; não havia um reconhecimento formal da existência da Igreja católica, como uma instituição presente na sociedade brasileira, com legítimos representantes e organizações próprias.
Ao mesmo tempo, faltava um reconhecimento formal acerca da contribuição que a Igreja católica podia dar para a sociedade nos vários campos, como a educação, a cultura e a saúde.
Não raro, isso dava origem a dificuldades para que a legitimidade dos representantes da Igreja e de suas organizações fosse reconhecida perante as Instituições do Estado. As coisas, em geral, andaram bem por força do costume, da importância inequívoca da nossa Igreja na sociedade e por causa das boas relações geralmente cultivadas entre Igreja e Estado em nosso País.
Contudo, do ponto de vista jurídico e institucional, não havia clareza nem segurança para a Igreja.Com o Acordo, as coisas devem mudar.
A Igreja católica ganha um reconhecimento jurídico perante o Estado; e também muitas de suas organizações, atribuições e ações recebem um reconhecimento jurídico oficial. Assim, por exemplo, o Bispo será reconhecido oficialmente pelo Estado como representante da sua diocese; e suas decisões em relação à diocese também.
Assim, o ato da criação de uma paróquia, como também a nomeação do Pároco, serão reconhecidos pelo Estado.
E esse Pároco, com a nomeação recebida, poderá apresentar-se perante o banco ou o correio e afirmar que representa legitimamente aquela paróquia... Naturalmente, trata-se apenas de algumas das muitas questões implicadas no Acordo, cujo texto integral vale a pena conhecer.
O Acordo não estabelece privilégios para a Igreja Católica no Brasil, nem discrimina outras religiões ou grupos religiosos não-católicos.
Esses, por sua vez, poderão também tentar negociar com o Estado um Acordo semelhante; de toda maneira, este já oferece muitas referências válidas também para outras religiões ou Igrejas. Nada daquilo que está no Acordo contraria a Constituição brasileira. De maneira geral, o Acordo recolhe elementos já presentes na legislação brasileira num documento único e orgânico, que ganha a força de um Acordo internacional entre duas entidades soberanas: o Brasil e a Santa Sé, que representa a Igreja Católica.
Isso não é pouco! Estado laico não é aquele que proíbe ou dificulta as organizações religiosas e suas manifestações; isso seria a repressão da liberdade religiosa.
O Acordo deixa clara a verdadeira laicidade do Estado, quando este reconhece, respeita e garante a liberdade religiosa dos cidadãos, sem interferir nas organizações religiosas, e aceita a colaboração dessas para o bem da sociedade.
É isso que o presidente da França, Nicolas Sarkozy, chamou de "laicidade positiva" do Estado durante a visita do Papa àquele país em setembro passado.
Há muito tempo a Igreja no Brasil desejava algo assim; já em 1953, a CNBB fez um primeiro pedido de um Acordo, mas as coisas não progrediram; nos anos 80, com Dom Ivo Lorscheiter na presidência, a CNBB tentou novamente; e assim também com Dom Luciano Mendes de Almeida e Dom Jayme Chemello, mas não houve avanços.
Finalmente, em 2003, a CNBB reapresentou o pedido à Santa Sé e, então, houve abertura e interesse da parte do Governo brasileiro; as negociações foram bem sucedidas e o Acordo agora já foi assinado. Para entrar em vigor, precisa ainda ser ratificado pelas duas casas do Congresso Nacional, Câmara e Senado. Esperamos que isso aconteça em breve e sem problemas.

Card. Odilo P. Scherer
Arcebispo de S. Paulo

Fonte : RV

terça-feira, 7 de outubro de 2008

BÍBLIA: BASE DO ANÚNCIO CRISTÃO

A BÍBLIA É BASE DO ANÚNCIO CRISTÃO

Arcebispo Dom Gianfranco Ravasi

Cidade do Vaticano,
- Para dom Gianfranco Ravasi, presidente do Pontifício Conselho para a Cultura e da Comissão Pontifícia para os Bens Culturais da Igreja, o objetivo primário do Sínodo é “levar de volta, plena e intensamente, a Palavra de Deus à comunidade eclesial, e usar esta Palavra para sua missão”. Segundo o grande biblista, devem ser indicados todos os percursos indispensáveis, que estimulem o retorno à Palavra, no contexto da comunidade eclesial.
“Depois do Concilio Vaticano II – explica o arcebispo – a Igreja se re-apropriou da Bíblia de modo entusiasta e fecundo. Mas como sempre acontece, seguiu-se um período de reflexão, de estagnação; e o Sínodo, agora, tem justamente a tarefa de atrair a atenção não apenas para a Palavra em si, mas também para sua repercussão, seu eco, sua presença no dia a dia da vida pastoral, das vicissitudes do fiel”.
Na mesma linha de dom Ravasi, padre Federico Lombardi, diretor Geral da RV e da Sala de Imprensa da Santa Sé, afirma, realisticamente, que “ainda há muito a se fazer para difundir a familiaridade, o uso, a leitura e a meditação freqüente das Sagradas Escrituras entre os cristãos. Segundo pe. Lombardi, o costume de rezar a partir das Escrituras é a base de todo anúncio cristão no mundo moderno e no diálogo com suas culturas.
“Talvez nem todos entendam – continua pe. Lombardi – mas a Igreja inteira, ao redor do Sínodo, se prepara para viver um momento intenso de reflexão e oração. Estamos no coração de sua identidade, na fonte de sua vitalidade, sob a ação do Espírito de Deus” - conclui o diretor da Sala de Imprensa. (CM)

Fonte: RV

domingo, 20 de julho de 2008

BISPOS DE ANGOLA: Eleições livres, imparciais e participadas

Eleições livres, imparciais e participadas
D. Queirós Alves, arcebispo do Huambo

(19/7/2009) É o apelo que os bispos de Angola fazem numa nota pastoral divulgada em Luanda no final da assembleia extraordinária da Conferência Episcopal de Angola e São Tomé e Príncipe.
Os bispos consideram legítima a desconfiança que ainda existe nas populações face aos antecedentes do país em matéria de eleições, e por isso pedem aos fiéis para que votem no próximo dia 5 de Setembro...

Um apelo lançado por D. Queirós Alves, arcebispo do Huambo e porta-voz da reunião que considera que há condições em Angola para a realização das eleições.Em entrevista ao nosso correspondente em Portugal Domingos Pinto, D. Queirós Alves espera que o país dê um exemplo de maturidade e não acredita que o caso do Zimbabué possa repetir-se em Angola, uma entrevista onde aponta um aspecto negativo: Ainda não há liberdade de imprensa suficiente em Angola e dá como exemplo a Rádio Ecclesia, que continua a não poder emitir para além de Luanda
Fonte:RV