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NOSSA SENHORA DE FÁTIMA

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CAPELA DE NOSSA SENHORA DA MEDALHA MILAGROSA

Uma Capela cheia de segredos !Você quer descobri-la conosco? Saiba, antes de tudo, que a Casa Mãe da Companhia das Filhas da Caridade era o antigo "Hotel de Châtillon". Este, foi concedido à Companhia, em 1813, por Napoleão Bonaparte, depois da tormenta da Revolução Francesa. Imediatamente, começa a construção da Capela.A 8 de agosto de 1813, realizou-se a bênção solene da Capela dedicada ao Sagrado Coração de Jesus. Em 1830, aconteceram então as aparições. Aumentou o numero de vocações.Foi necessário transformar a Capela, que passa então por várias modificações. Em 1930, por ocasião do centenário das apariçes, uma nova reforma nos mostra a Capela tal como a vemos hoje.Agora, a você a oportunidade de visitá-la!
http://www.chapellenotredamedelamedaillemiraculeuse.com

Visita a Capela da Medalha Milagrosa, localizada na Rue du Bac, 140 - Paris

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quarta-feira, 18 de março de 2009

Igreja na Argentina: no meio de mercado de religiões
Entrevista com Dom Enrique Eguía, bispo auxiliar de Buenos Aires e secretário da Conferência Episcopal Argentina
Por Carmen Elena Villa

CIDADE DO VATICANO,

- Em um país com 2.500 cultos, a Igreja Católica na Argentina enfrenta novos desafios, que seus bispos estão analisando durante a visita ad limina apostolorum que realizam à Santa Sé desde 7 de março passado.
Durante estes dias, visitaram diferentes dicastérios vaticanos, onde expuseram os esquemas de trabalho de suas diferentes dioceses e o enquadraram no contexto da Igreja universal.
A Argentina, país com 90% de população católica, tem 70 dioceses com realidades e desafios muito diferentes. Desde ontem até sábado, os bispos estão tendo um encontro com o Papa Bento XVI na Sala Clementina do Vaticano.

Zenit falou com Dom Enrique Eguía, secretário da Conferência Episcopal Argentina e bispo auxiliar de Buenos Aires, acerca desta visita, os frutos que pode trazer para o país e os principais desafios pastorais.

– Em sua opinião, quais podem ser os frutos desta visita para a atividade pastoral na Argentina?
– Dom Enrique Eguía: Primeiro, uma comunicação, aproximação e conhecimento nos diversos organismos do Vaticano para que, desde lá se conheça a vida e a atividade da missão na Argentina, levando em conta que esta visita está precedida pelos informes que cada diocese faz – entre 50 e 200 páginas. Isso permite uma aproximação muito fraterna para dar-nos a conhecer e também entre nós poder saber com quem contamos para nossa tarefa evangelizadora.

– Quais são as principais características da fé do povo argentino?
– Dom Enrique Eguía: Como em toda a América Latina, em nosso país se dá o processo da religiosidade popular. Isso realmente é um dom de Deus, há uma cultura naturalmente religiosa. Nós dizemos sempre que a tarefa evangelizadora é a de sustentar a fé e aumentá-la. Há um desafio muito grande na Argentina, que consiste em aumentar e ajudar essa fé a crescer, essa fé que está no coração de nossos povos. Por isso, o grande desafio não é tanto apresentar a fé aos não-crentes, mas fazer crescer e amadurecer a fé dos crentes para que se viva mais plenamente. É um dom de Deus poder trabalhar a partir de grandes multidões em torno dos santuários. Na Argentina há muitos santuários que reúnem multidões de pessoas de forma periódica. Isso permite uma tarefa pastoral permanente, porque a Igreja oferece em cada experiência de santuário uma quantidade de sacerdotes que acompanha esta experiência confessando e celebrando missa. É uma maravilha ver como mais de um milhão de pessoas vão em peregrinação o Luján uma vez por ano. Ao longo do caminho encontram algum sacerdote para confessar-se e crescer na fé.

– Quase três anos depois de ter realizado a 5ª conferência geral do episcopado latino-americano e do Caribe em Aparecida, quais foram os frutos deste evento para a evangelização em seu país?
– Dom Enrique Eguía: O caminho vai se dando pouco a pouco. Por um lado, trata-se de descobrir a importância de renovar de modo missionário a pastoral cotidiana; trabalhar sobre o cotidiano, dando-lhe uma forte perspectiva missionária. Isso é importante para poder vincular com os planos pastorais diocesanos. Para que Aparecida não seja como algo novo que deve ser acrescentado, mas o caminho natural da Igreja, desde os missionários. É preciso pensar em como se trabalham os batismos, a catequese, a paróquia evangelizadora, e todas as tarefas cotidianas pensá-las a partir da perspectiva missionária. Isso pode ser a primeira vertente.
A segunda é a necessidade de ter novamente, de maneira organizada e programática, missões concretas, com objetivos e prazos para poder chegar a todos. Há um duplo caminho: a renovação da pastoral cotidiana e a necessidade de ter sinais visíveis com missões programadas e com objetivos concretos. Assim, podemos responder ao espírito de Aparecida, que vai tocando pouco a pouco. O que realmente foi muito bem recebido é a identidade cristã como discípulos e missionários. Sobre isso está se trabalhando nas paróquias. A vocação do cristão é ser discípulo e ser missionário. Há grandes expectativas e pouco a pouco se abrem estas duas vertentes.

– Em seu país se reconheceram mais de 2.500 cultos religiosos diferentes. Qual é o principal desafio para a Igreja no meio desse mercado de religiões?
– Dom Enrique Eguía: O desafio é permanente. Sobretudo nas regiões mais populares. A Igreja tem de estar atenta para ter sua capela, uma presença da comunidade católica. Também nos preocupa o fenômeno do «passeio» que as pessoas fazem: podem estar na seita e voltam para a Igreja e depois, por exemplo, vão para uma igreja universal eletrônica. Agora, o grande desafio é conseguir que as pessoas tenham uma experiência e que descubram que a plenitude da fé se vive na Igreja Católica. Mas muita gente tem a concepção de prateleira de supermercado, que cada dia se pega o mesmo produto numa embalagem diferente. O grande desafio está aí.
Fonte: ZENIT.org

terça-feira, 16 de dezembro de 2008

O PAPA E A GUERRA QUE NÃO ACONTECEU

CARDEAL SCHERER: O PAPA E A GUERRA QUE NÃO ACONTECEU
São Paulo,
- No dia 5 de dezembro, Argentina e Chile lembraram em Monte Aymond, uma passagem de fronteira entre os dois países, o 30º aniversário do início das negociações que levaram à solução da "questão austral", no Canal de Beagle. Durante séculos, os dois países disputavam a soberania sobre a região austral do continente sul-americano; uma arbitragem da Inglaterra havia sido inteiramente favorável ao Chile e a Argentina, naturalmente, rejeitou essa decisão e o problema continuou.As tensões subiram ao máximo durante os governos militares de A.Pinochet (Chile) e J. Videla (Argentina) no início de dezembro de 1978, chegando à iminência de uma guerra entre os dois países. "Os aviões já estavam prontos para decolar e iniciar os bombardeamentos", lembrou a Presidenta Cristina Kirchner durante a comemoração, falando também do drama vivido por ela, com tantas outras mães de Rio Gallegos (Argentina), que procuravam fugir da área de conflito com seus filhos assustados nos braços...Foi aí que, no dia 11 de dezembro de 1978, ainda nos primeiros meses de seu Pontificado, o papa João Paulo II insistiu pessoalmente com os 2 chefes de Estado em conflito que voltassem a examinar com serenidade a questão, oferecendo seus préstimos pessoais para mediar a busca de uma solução justa e estável para a convivência entre os dois povos irmãos. A condição era que não se entrasse em guerra, enquanto a mediação estivesse em curso. O pedido do papa foi aceito e, com os Acordos de Montevideu, de 8 de janeiro de 1979, os dois Estados recorreram formalmente à mediação do papa.João Paulo II encarregou o cardeal italiano Antonio Samoré para mediar a busca de um acordo para a questão austral; hábil e paciente negociador, ele trabalhou incansavelmente durante vários anos até que se chegou, finalmente, à plena superação de todas as divergências acerca da soberania territorial e marítima na área disputada. A tarefa exigiu todas as energias e custou a saúde ao Cardeal mediador, que veio a falecer antes que o Tratado de Paz e Amizade fosse assinado, diante do papa, na Capela Paulina (Vaticano), no dia 29 de novembro de 1984.O papa apostou na possibilidade da solução negociada para o conflito, mesmo estando bem consciente das graves dificuldades que os governantes enfrentam, muitas vezes, para assegurar aquilo que entendem serem questões de soberania nacional. Sobretudo quando entram em jogo nacionalismos exacerbados. Mas, como também já advertia Paulo VI, essas dificuldades não são vencidas com o recurso a métodos que ferem a dignidade do homem. A violência não gera a paz, mas abre novas feridas e produz mais violência.Na busca da solução para o litígio, o mediador papal seguiu as orientações da Doutrina Social da Igreja, na encíclica Pacem in terris", de João XXIII: as relações entre as comunidades políticas devem regular-se pelas mesmas normas da lei natural que regem a vida dos indivíduos: a verdade, a justiça, a solidariedade operante e a liberdade. Mas também adotou os critérios clássicos para a perfeição da justiça natural na solução do caso: a equidade (ex bono et aequo) e saída honrosa para as partes litigantes. Para resolver a questão de modo definitivo e completo era preciso ir além da mera justiça distributiva, dando a cada um o que é seu, e ter em vista a justiça comutativa, estabelecendo bases para o intercâmbio e a cooperação, além da integração física entre os dois países sul-americanos. A solução para a questão de Beagle pode, portanto, ser traduzida nesta fórmula: paz com justiça, paz com amizade, paz com desenvolvimento. Graças ao Tratado de Paz e Amizade, Argentina e Chile renunciaram a projetos estratégicos de expansão militar e territorial para alcançar dois bens maiores: a convivência pacífica e a construção conjunta de um projeto de cooperação econômica e de integração efetiva entre os dois países. Comprovaram, assim, que com a paz nada faz perder, mas tudo pode ser perdido com a guerra. O sucesso da mediação do papa João Paulo II também evidenciou como a Igreja Católica, com sua experiência e autoridade milenar, soube conduzir as conversações num clima de colaboração, canalizando os interesses das partes para a solução eficaz do conflito, a preservação da amizade entre os povos e o estímulo ao mútuo desenvolvimento.A Igreja recebeu de Jesus Cristo a missão de anunciar ao mundo a Boa Nova da paz para todos os povos; ela o faz, não apenas quando contribui com princípios e valores essenciais para a convivência justa, respeitosa e digna entre as pessoas e os povos, mas também quando pode colaborar efetivamente na superação de conflitos e no estabelecimento de relações construtivas entre as nações. Pena que essa voz em favor da justiça e da paz nem sempre é atendida. João Paulo II, já alquebrado e provado em sua saúde, esforçou-se ao máximo para evitar também a guerra no Iraque... Melhor, se o grito angustiado e já rouco do papa – parem com a guerra! - tivesse sido ouvido! No caso de Beagle, isso deu certo.No dia 5 de dezembro, em Monte Aymond, na qualidade de Enviado extraordinário do papa Bento XVI, tive a honra de participar da comemoração do 30° aniversário da Mediação Pontifícia e de entregar uma mensagem do Papa nas mãos das duas chefes de Estado; e pude testemunhar pessoalmente que os frutos da paz, exaltados pela presidenta Bachelet, vão crescendo na amizade e na progressiva colaboração e integração entre as duas nações. Tanto nas falas das duas chefes de Estado como nas vozes de pessoas do povo ouvi expressões de gratidão pela ação decisiva do Papa João Paulo II: "agradeça ao Papa, porque não deixou a guerra acontecer!"
(Cardeal Odilo Scherer, arcebispo de São Paulo)

Fonte: RV

sábado, 27 de setembro de 2008

MAIS DE 750 MIL FIÉIS CELEBRAM NOSSA SENHORA DO ROSÁRIO NA ARGENTINA


MILHARES DE FIÉIS CELEBRAM NOSSA SENHORA DO ROSÁRIO NA ARGENTINA


San Nicolas,
- Mais de 750 mil fiéis se reuniram ontem no santuário da Virgem do Rosário, na cidade argentina de San Nicolas, para comemorar os 25 anos da aparição de Nossa Senhora.
Vindos de todos os cantos do país e também das nações vizinhas, os milhares de peregrinos visitaram a igreja desde as primeiras horas da manhã e participaram das missas realizadas de hora em hora no local.
Localizado a 250 km de Buenos Aires, o santuário recebeu diversas expressões de fé popular no lugar chamado de “campito”.
A área fica em torno da igreja que está sendo construída para marcar a aparição de Nossa Senhora.
O templo também será erguido para atender a um pedido feito pela Virgem Maria à vidente Gladys Motta, que começou a testemunhar as aparições no ano de 1983.
Segundo Gladys, Nossa Senhora pediu que fosse construído um santuário e que fosse difundida a oração do Rosário.
A vidente, que hoje vive reclusa, afirmou que a Virgem indicou a existência de uma imagem de Maria carregando o Menino Jesus e um rosário.
A obra, que havia sido enviada no século XIX pelo Papa Leão XIII e estava guardada no campanário da Catedral de San Nicolas, atualmente é venerada no santuário de Nossa Senhora do Rosário.
O Vaticano ainda está estudando as aparições em San Nicolas e a devoção dos fiéis, acompanhada pelas autoridades eclesiásticas locais. (MO)
Fonte: RV

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Aparições de Nossa Senhora em San Nicolas, Argentina

Tudo começou em 1983, no dia 25 de setembro, data que, desde esse momento, passou a ser um dia de festa multitudinária. A princípio ninguém soube de nada.
Gladys Herminia Quiroga de Motta se encontrava em seu quarto, rezando o rosário. A Virgem lhe apareceu, fazendo o gesto de entregar-lhe o seu terço. A aparição foi muito rápida, como uma espécie de anúncio.
Gladys (vidente desde aquele dia), nasceu no dia 1º de julho de 1937. É uma mulher do povo, simples como tantas outras. Certamente teria preferido não ser centro de atenção.
Gladys vive nos arredores de San Nicolás, uma cidade de mais de 140.000 habitantes, 232 Km ao norte de Buenos Aires, num bairro operário. Sua casa se encontra em uma das ruazinhas transversais que desembocam em um terreno baldio conhecido pelo nome de "O Campinho" às margens do rio Paraná.

As mensagens
A Virgem nos convida a difundir, amplamente, a mensagem.
"Não descanseis em vosso caminho; deveis pregar noite e dia." "Pela graça de Deus, minhas palavras percorrem o mundo. Pela graça de Deus, podeis receber minhas bençãos".
A 13 de maio de 1989, aniversario da primeira aparição de Fátima, a Virgem diz explicitamente:
Minha filha, como outrora em Fátima, estas são novamente minhas visitas à terra, ainda que mais freqüentes e prolongadas, já que a humanidade vive momentos dramáticos. Sería que o homem não comprendeu, ainda, que deve estar ao serviço de Deus? Sua alma perecerá, se recusar a fazê-lo. Muitos corações não aceitam meu convite à oração, à conversão; é por isso que a obra do demônio cresce e se expande. Meus filhos: por meio da oração e da conversão, retornareis a Deus; que Ele não encontre aridez no vosso coração" . (Nº 1655)

AS MENSAGENS
A mensagem de San Nicolas não é uma obra literaria ou teológica. São palavras de vida, palavras de Mãe.
"Nao se pode viver sem rezar diariamente ao nosso Pai do Céu, nem tampouco se pode viver com ódios e rancores. Pedi ao Senhor tudo quanto necessitais; Ele ouve aos que lhe pedem com fé. Lede São Tiago 1, 2-12 ." (21-12-83, PM 56).
"A humanidade toda está contaminada, não sabe o que quer, e esta é uma oportunidade para o maligno; entretanto, não sairá vencedor; Cristo ganhará a grande batalha, minha filha, não vos deixeis surpreender, deveis estar alertas" (27-12-83, nº 1).
"Neste momento a humanidade toda está pendente de um fio; se este fio se rompe, muitos ficarão sem a salvação. Por isso, apelo para vossa reflexão: apressai-vos, porque o tempo é curto; não haverá lugar para os atrasados" (8-1-84, nº 5).
"Rezai o Santo Rosário para que o Senhor veja que com ele vai, também, vossa conversão. O Sagrado Coração de Jesus vos dará abundantes bênçãos" (18-1-84, nº 25).
"A juventude está em permanente desequilíbrio e em perigo de completo desmoronamento. A maioria não constrói com base na verdade, porque não conhece a justiça, não ama a Deus. Os jovens de todo o mundo devem saber que Deus não impõe nada: Ele deseja estar com os homens. Há um 'amanhecer' que espera, uma porta por onde passarão os convidados do meu Pai, os eleitos do meu Pai" (14-12-85, nº 753) (Jesus)
"O inimigo foi atacado; seu fim está próximo, e está usando a fraqueza humana, o orgulho, como último recurso. Mas eu o vencerei, e já comecei a vencê-lo. O mundo deve saber que a Mãe de Cristo triunfará sobre satanás, porque junto a Ela estarão os humildes de Seu Filho" (17-2-89, nº 1609).
"Meus filhos, eu vos peço oração, porque uma alma que não ora vai baixando no amor de Deus. Não se pode pretender agradar a Deus, longe dele. Quero oração e conversão dos corações" . (23-9-89, nº 1714).
"Outrora, o mundo foi salvo por meio da Arca de Noé; hoje, a Arca é a minha Mãe. Por intermédio dela se salvarão as almas, porque Ela as atrairá a Mim". (30-12-89, nº 1778).

Aspecto Igreja:

ACOLHIDA DO EPISCOPADO ARGENTINO
Monseñor Castagna informou sobre as aparições da Virgem à Conferência Episcopal em duas oportunidades. A Conferência mostrou quanto a isso uma verdadeira abertura; muitos bispos haviam comprovado em suas próprias dioceses os excelentes frutos das mesmas.

Aspecto Frutos:
Desde então, no Santuário, é costume proclamar-se numerosas curas. Muitos peregrinos as deixam por escrito, no LIVRO DE TESTEMUNHOS que, no fim do ano 1989 já constava de 187 páginas.
De alguns destes casos se fizeram expedientes. Damos somente alguns exemplos das referidas curas, cujos beneficiários agradecem por elas ingenuamente.

-Filomena Grande, de 52 anos, oriunda de San Miguel de Tucumán. Em outubro de 1985 sofria de cólica de fígado. A ecografia revelou que tinha cálculos. Os médicos lhe aconselharam que se operasse. Mas a senhora Grande não quis e se encomendou a Nossa Senhora de San Nicolás. As dores cessaram no final do ano e a nova ecografia efetuada então deu resultado normal. Submeteu-se a novos controles em abril de 1986, com resultados satisfatórios: não apareceram imagens "litiásicas".

-Juan Ignacio Cordero Olguin, de 9 meses, atacado de meningite e paralisia cruzada. Depois de estar cego, surdo, inconsciente e em estado de coma durante nove dias, despertou no décimo dia, completamente curado, pelas orações que a sua família elevou à Virgem do Rosario de San Nicolás. As consultas médicas efetuadas posteriormente confirmaram a cura, conforme consta da declaração assinada por Célia C. De Olgouin, no dia 24 de novembro de 1987.
Os médicos de San Nicolás abriram um consultório médico, com o qual colaboram vários especialistas.
Fonte: diversos sites e artigos de revistas
A FAMÍLIA CATÓLICA

domingo, 1 de junho de 2008

ARGENTINA - SEMANA DA FAMÍLIA

SEMANA DA FAMÍLIA NA UNIVERSIDADE CATÓLICA ARGENTINA

CATEDRAL METROPOLITANA DE BUENOS AIRES

Buenos Aires, 31 mai (RV) - A Universidade Católica Argentina inaugurará segunda-feira próxima, dia 2 de junho, a Semana da Família, com as Jornadas sobre “Adoção e Família”, organizadas pelo Departamento de Sociologia, e um novo Encontro Interuniversitário de Direito da Família.

As iniciativas previstas como preparação para o VI Encontro Mundial das Famílias (México), incluirão também a visita do Presidente da Pontifícia Academia para a Vida, Dom Elio Sgreccia, e um dia para sacerdotes, seminaristas e diáconos.

Organizado pelo Instituto para o Matrimônio e a Família, da Universidade Católica Argentina, e pelo Conselho Episcopal Latino-Americano (CELAM), nos dias 5, 6 e 7 de junho se realizará em Buenos Aires o Congresso Latino-Americano sobre “Possibilidades e desafios da família na América Latina”.Na abertura, será feita uma homenagem ao falecido cardeal Alfonso López Trujillo, ex-presidente do Pontifício Conselho para a Família. A concelebração da missa de inauguração será presidida pelo Arcebispo de Buenos Aires e Primaz da Argentina, cardeal Jorge Mario Bergoglio.

Por sua vez os Institutos de Bioética da Faculdde de Ciências Médicas da UCA e da Universidade Católica de Santa Fé organizarão o Congresso Internacional de Bioética com o tema “Junto aol enfermo no final de sua vida. Perspectivas bioéticas”, que se realizará nos dias 12 e 13 de junho em Santa Fé. O Congresso contará com a presença de Dom Elio Sgreccia, que no dia 11 receberá o Doutorado Honoris Causa da UCA durante uma cerimônia em Buenos Aires. (PL)