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CAPELA DE NOSSA SENHORA DA MEDALHA MILAGROSA

Uma Capela cheia de segredos !Você quer descobri-la conosco? Saiba, antes de tudo, que a Casa Mãe da Companhia das Filhas da Caridade era o antigo "Hotel de Châtillon". Este, foi concedido à Companhia, em 1813, por Napoleão Bonaparte, depois da tormenta da Revolução Francesa. Imediatamente, começa a construção da Capela.A 8 de agosto de 1813, realizou-se a bênção solene da Capela dedicada ao Sagrado Coração de Jesus. Em 1830, aconteceram então as aparições. Aumentou o numero de vocações.Foi necessário transformar a Capela, que passa então por várias modificações. Em 1930, por ocasião do centenário das apariçes, uma nova reforma nos mostra a Capela tal como a vemos hoje.Agora, a você a oportunidade de visitá-la!
http://www.chapellenotredamedelamedaillemiraculeuse.com

Visita a Capela da Medalha Milagrosa, localizada na Rue du Bac, 140 - Paris

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quarta-feira, 3 de dezembro de 2008

A COROA DE ADVENTO


A COROA DE ADVENTO



Desde a sua origem a Coroa de Advento possui um sentido especificamente religioso e cristão: anunciar a chegada do Natal sobretudo às crianças, preparar-se para a celebração do Santo Natal, suscitar a oração em comum, mostrar que Jesus Cristo é a verdadeira luz, o Deus da Vida que nasce para a vida do mundo. O lugar mais natural para o seu uso é família.
Além da coroa como tal com as velas, é uso antigo pendurar uma coroa (guirlanda), neste caso sem velas, na porta da casa. Em geral laços vermelhos substituem as velas indicando os quatro pontos cardeais. Entrou também nas igrejas em formas e lugares diferentes, em geral junto ao ambão. Cada domingo do Advento se acende uma vela. Hoje está presente em escolas, hotéis, casas de comércio, nas ruas e nas praças. Tornou-se mesmo enfeite natalino. Já não se pode pensar em tempo de Advento sem a coroa com suas quatro velas.

Simbolismo da Coroa de Advento

Pelo fato de se tratar de uma linguagem simbólica, a Coroa de Advento e seus elementos podem ser interpretados de diversas formas. Desde a sua origem ela possui um forte apelo de compromisso social, de promoção das pessoas pobres e marginalizadas. Trata-se de acolher e cuidar da vida onde quer que ela esteja ameaçada. Podemos dizer que a Coroa de Advento constitui um hino à natureza que se renova, à luz que vence as trevas, um hino a Cristo, a verdadeira luz, que vem para vencer as trevas do mal e da morte. É, sobretudo, um hino à vida que brota da verdadeira Vida.
A mensagem da Coroa de Advento é percebida a partir do simbolismo de cada um de seus elementos.

O Círculo
A coroa tem a forma de círculo, símbolo da eternidade, da unidade, do tempo que não tem início nem fim, de Cristo, Senhor do tempo e da história.
O círculo indica o sol no seu ciclo anual, sua plenitude sem jamais se esgotar, gerando a vida. Para os cristãos este sol é símbolo de Cristo. Desde a Antigüidade, a coroa é símbolo de vitória e do prêmio pela vitória. Lembremos a coroa de louros, a coroa de ramos de oliveira, com a qual são coroados os atletas vitoriosos nos jogos olímpicos.

Os ramos verdesOs ramos verdes que enfeitam o círculo constumam ser de abeto ou de pinus, de ciprestes. É símbolo nórdico. Não perdem as folhas no inverno. É, pois, sinal de persistência, de esperança, de imortalidade, de vitória sobre a morte.
Para nós no Brasil este elemento é um tanto artificial e, por isso, problemático, menos significativo, visto que celebramos o Natal no início do verão e com isso não vivenciamos esta mudança da renovação da natureza. Por isso, a tendência de se substituir o verde por outros elementos ornamentais do círculo: frutos da terra, sementes, flores, raízes, nozes, espigas de trigo.

Para ornar a coroa usam-se também laços de fitas vermelhas ou rosas, símbolo do amor de Jesus Cristo que se torna homem, símbolo da sua vitória sobre a morte através da sua entrega por amor. Deste modo, nas guirlandas penduradas nas portas das casas, os laços ocupam o lugar das velas. Lembram os pontos cardeais, a cruz de Cristo, que irradia a luz da salvação ao mundo inteiro.




As velas
As quatro velas indicam as quatro semanas do Tempo do Advento, as quatro fases da História da Salvação preparando a vinda do Salvador, os quatro pontos cardeais, a Cruz de Cristo, o Sol da salvação, que ilumina o mundo envolto em trevas. O ato de acender gradativamente as velas significa a progressiva aproximação do Nascimento de Jesus, a progressiva vitória da luz sobre as trevas.Originariamente, a velas eram três de cor roxa e uma de cor rosa, as cores dos domingos do Advento. O roxo, para indicar a penitência, a conversão a Deus e o rosa como sinal de alegria pelo próximo nascimento de Jesus, usada no 3º domingo do Advento, chamado de Domingo “Gaudete” (Alegrai-vos).

Existem diferentes tradições sobre os significados das velas.
Uma bastante difundida:
a primeira vela é do profeta;
a segunda vela é de Belém;
a terceira vela é dos pastores;
a quarta vela é dos anjos.

Outra tradição vê nas quatro velas as grandes fases da História da Salvação até a chegada de Cristo.
Assim:
a primeira é a vela do perdão concedido a Adão e Eva, que de mortais se tornarão seres viventes em Deus;
a segunda é a vela da fé dos patriarcas que crêem na promessa da Terra Prometida;
a terceira é a vela da alegria de Davi pela sua descendência;
a quarta é a vela do ensinamento dos profetas que anunciam a justiça e a paz.

Nesta perspectiva podemos ver nas quatro velas as vindas ou visitas de Deus na história, preparando sua visita ou vinda definitiva no seu Filho Encarnado, nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo:

o tempo da criação: de Adão e Eva até Noé;
o tempo dos patriarcas;
o tempo dos reis;
o tempo dos profetas.

INTENÇÕES DO APOSTOLADO DA ORAÇÃO PARA DEZEMBRO


INTENÇÕES DO APOSTOLADO DA ORAÇÃO PARA DEZEMBRO


Cidade do Vaticano, - Bento XVI pede nossas orações, neste mês de dezembro, para que a cultura da vida possa expandir-se graças à obra da Igreja. Em sua intenção geral, o Papa pede «para que frente à crescente expansão da cultura da violência e da morte, a Igreja, por meio de suas atividades apostólicas e missionárias, promova com valentia a cultura da vida».Por outro lado, a intenção missionária de Bento XVI se inspira no Natal: «Para que os cristãos, especialmente nos países de missão, por meio de gestos concretos de fraternidade, mostrem que o Menino na gruta de Belém é a luminosa esperança do mundo». (MT)

Fonte: RV

MENSAGEM DE BENTO XVI PARA O DIA MUNDIAL DA PAZ


COLETIVA DE APRESENTAÇÃO DA MENSAGEM DO PAPA PARA O DIA MUNDIAL DA PAZ


Cidade do Vaticano,
- Na próxima semana haverá duas coletivas importantes na Sala de Imprensa da Santa Sé:
No próximo dia 13, será apresentada a Mensagem de Bento XVI para o 42º Dia Mundial da Paz, que se será celebrado dia 1º de janeiro, sobre o tema: "Combater a pobreza, construir a paz".
A Mensagem será apresentada pelo presidente do Pontifício Conselho da Justiça e da Paz, Cardeal Renato Raffaele Martino, e pelo secretário, Dom Gianfranco Crepaldi.

No dia seguinte, dia 12, a Congregação para a Doutrina da Fé vai apresentar a Instrução intitulada: "Dignitas personae" (Dignidade da pessoa), sobre algumas questões de bioética.
A apresentação da nova Instrução será feita pelo Secretário da Congregação para a Doutrina da Fé, Dom Luís Francisco Ladaria Ferrer, pelo presidente da Pontifícia Academia para a Vida, Dom Rino Fisichella, pelo presidente emérito da mesma Academia, Dom Elio Sgreccia, e pela presidente da Associação "Ciência e Vida", prof.ra Maria Luisa de Pietro. (MT/BF)

Fonte: RV

ACORDO SANTA SÉ - BRASIL - ENTRE OS PADRES E AS DIOCESES, NÃO SE RECONHECE VÍNCULO TRABALHISTA

NÃO SE RECONHECE VÍNCULO TRABALHISTA ENTRE OS PADRES E AS DIOCESES




Cidade do Vaticano,
- Estamos publicando, a cada dia, comentários explicativos acerca do Acordo Brasil-Santa Sé, com o intuito de esclarecer a opinião pública em geral e os católicos em particular, sobre o significado e a importância desse documento.Hoje respondemos à seguinte questão: Não se reconhece vínculo trabalhista entre os padres e as Dioceses, assim como entre os religiosos e religiosas e seus respectivos Institutos (artigo 16 do Acordo). Esta previsão não fere a legislação trabalhista do País, abrindo espaço para abusos? O não reconhecimento de vínculo empregatício entre os ministros ordenados e as suas Dioceses e entre os fiéis consagrados e os Institutos Religiosos a que eles pertencem está clara e unanimemente definido pelo magistério da doutrina jurídica e pela suprema jurisprudência juslaborista, solidamente amparada nos preceitos da Constituição Federal e do ordenamento infraconstitucional do nosso País. Não é supérfluo citar aqui, à guisa de exemplo dessa consolidada orientação do direito do trabalho brasileiro, algumas passagens fundamentais de um recente Acórdão do Tribunal Superior do Trabalho, que define que o trabalho realizado por religiosos, segundo a sua vocação, não gera vínculo empregatício (TST-AIRR 3652/2002-900-05-00, em DJ de 09/05/03). Lê-se da sua ementa: «O vínculo que une o pastor à sua Igreja é de natureza religiosa e vocacional. Relacionado à resposta a uma chamada interior e não ao intuito de percepção de remuneração terrena. A subordinação existente é de índole eclesiástica, e não empregatícia, e a retribuição percebida diz respeito exclusivamente ao necessário para a manutenção do religioso. Apenas no caso de desvirtuamento da própria instituição religiosa, buscando lucrar com a palavra de Deus, é que se poderia enquadrar a igreja [...] como empresa e o pastor como empregado». E ainda, lemos no corpus da sua cuidadosa motivação: «Os juslaboristas pátrios, não se distanciando da doutrina estrangeira, são praticamente unânimes em não reconhecer a possibilidade de vínculo empregatício entre os ministros das diversas confissões religiosas (padres, pastores, rabinos, etc) e suas respectivas igrejas ou congregações. [...] Também a jurisprudência tem sido firme na mesma esteira da doutrina, apenas admitindo o vínculo no caso do desvirtuamento da instituição». Tal “desvirtuamento” – previsto também no dispositivo do nosso Acordo como única exceção possível à exclusão do vínculo empregatício – dá-se, conforme a mesma sentença aqui citada, apenas nas hipóteses em que seja provado, em juízo, que se trata de «instituições que aparentam finalidades religiosas e, na verdade, dedicam-se a explorar o sentimento religioso do povo, com fins lucrativos». O referido Artigo trata também, no inciso II, dos fiéis que realizam na Igreja tarefas da mais variada natureza (“apostólica, pastoral, litúrgica, catequética, assistencial, de promoção humana e semelhantes...”) «a título voluntário», isto é, em força de um regular contrato (“termo de adesão”) de voluntariado, conforme quanto estabelecido pela Lei nº 9.608, de 18 de fevereiro de 1998, que disciplina o fascinante e benemérito mundo do voluntariado. A citada previsão do nosso Acordo observa esta valiosa Lei Federal, em perfeita sintonia com seus preceitos e princípios inspiradores.

Fonte: RV

terça-feira, 2 de dezembro de 2008

ADVENTO - VIVER O TEMPO DA ESPERA

VIVER O TEMPO DA ESPERA


Toda a existência cristã é caracterizada pelo Advento-Vinda, o que vale dizer que somos peregrinos na história, a caminho da pátria definitiva. O Senhor permanentemente vem ao nosso encontro, caminha conosco e mantém viva a nossa esperança. O Advento manifesta os dois aspectos da vinda do Senhor: nas duas primeiras semanas, o “Advento escatológico”, ou seja, sua vinda definitiva, e, nas duas últimas semanas, o “Advento Natalício”, sua primeira vinda, o Natal. “Abre as portas, deixa entrar o Rei da glória. É o tempo, ele vem orientar a nossa história”.
Com o profeta Isaías e com João Batista, acolhemos o apelo à conversão para que sejam superadas todas as formas de dominação, exclusão e miséria, para que se realize uma sociedade com liberdade e dignidade para todos. Com Maria, vivemos a alegria e a confiança. “A Virgem, Mãe será, um Filho, à luz dará. Seu nome, Emanuel: conosco Deus do céu; o mal desprezará, o bem acolherá”.
Com atenta vigilância, alegre expectativa e renovada esperança, vivamos o Tempo do Advento retomando o seguimento de Jesus, tornando-nos, como ele, discípulos missionários da vida e da paz, fazendo crescer em nós e em nossas comunidades a certeza de que ele continua vindo através de nós.


A esperança pessoal, coletiva e cósmica
Seríamos muito pobres se reduzíssemos o Advento, simplesmente, a um tempo de preparação para a festa do Natal. O Advento, tempo de espera, é baseado na exprectativa do Reino e a nossa atitude básica é acender e renovar em nós esse desejo e esse ânimo. Num tempo marcado pelo consumo, é preciso que afirmemos profeticamente a esperança. No âmbito pessoal, intensificando o desejo do coração e retomando o sentido da vida. Mas as esperanças são também coletivas: é o sonho do povo por justiça e paz – “fundir suas espadas, para fazer bicos de arado, fundir suas lanças, para delas fazer foices” (Is 2,4). As esperanças são também cósmicas: “A criação geme e sofre em dores de parto até agora e nós também gememos em nosso íntimo esperando a libertação” (Rm 8, 18-23). “O melhor da festa é esperar por ela”, diz um ditado popular. Do ponto de vista humano, a espera e a preparação de um acontecimento são tão importantes quanto o evento. Daí a necessidade de fazermos uma avaliação do que significa e de como vivenciamos o tempo do Advento em nossas comunidades. Que importância damos ao tempo do Advento?


“Deixem o Advento ser Advento”

“Atualmente, muitas comunidades eclesiais, influenciadas pela onda consumista por ocasião das festas natalinas e de final de ano, estão assumindo o costume de enfeitar suas igrejas já bem antes do Natal chegar. Em pleno tempo do Advento já ornamentam suas igrejas com flores, pisca-pisca, árvores de Natal e outros motivos natalinos, como se já fosse Natal. Não sejam tão apressadas, Não entrem na onda dos símbolos consumistas da nossa sociedade. Evitem enfeitar a igreja com motivos natalinos durante o Advento. Deixem o Advento ser Advento e o Natal ser Natal” .
É preciso tomar cuidado de não abortar o Advento ou celebrá-lo superficialmente. Esse cuidado nos levará a não antecipar o Natal, fazendo celebrações natalinas antes do previsto, ou usando ritos e sinais próprios da festa. Mas também não podemos celebrar o Advento como se Cristo ainda não tivesse nascido. A longa noite da espera terminou. O mundo já foi redimido, embora a história da salvação continue...


SANTA CATARINA - NOTÍCIAS

ONG que atuou no furacão Katrina chega a SC

A Defesa Civil de Santa Catarina informou que dois integrantes da ONG inglesa Shelter Box chegaram ao Estado para prestar apoio aos desabrigados pela enchente e deslizamentos. A organização já atuou em grandes desastres naturais como o tsunami na Ásia, em 2004, e o furacão Katrina em Nova Orleans (EUA), em 2005.
Os voluntários vieram ao Brasil convidados pelo Rotary Clube em Santa Catarina para estudar possível apoio às vítimas no Vale do Itajaí. Um dos projetos da organização é o de fornecer a "caixa-abrigo" ("shelter box") a atingidos por desastres. Cada unidade da caixa atende dez pessoas. Nelas há um kit com uma barraca, utensílios domésticos, como panelas, ferramentas e cobertores.
Fundada em 2000 e com sede em Cornwall, sul da Inglaterra, a Shelter Box atua de maneira emergencial para garantir abrigo a vítimas de conflitos armados e desastres naturais. Em um prazo de 12 horas, assim que seus membros forem contatados, a organização tem condições de levar os primeiros kits às famílias afetadas. No caso de SC, a real necessidade do envio das caixas ainda será avaliada.
O kit com o abrigo é usado hoje por famílias vítimas do terremoto no Paquistão e para abrigar refugiados de guerra civil na África. O tsunami no leste da Ásia, quando mais de 200 mil pessoas morreram, foi o maior projeto de socorro no qual a ONG se envolveu.
Redação Terra

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IMPORTANTE:

O saldo das oito contas bancárias abertas pela Defesa Civil catarinense para receber doações alcançou R$ 7.862.028,74 nesta segunda-feira.
O valor é para ajudar a reconstrutir as cidades devastadas pelas chuvas dos últimos dias que até agora causaram 116 mortes.

O dinheiro está sendo arrecadado para atender as vítimas dos estragos provocados pelas chuvas no Estado. Ao todo, 27.410 pessoas estão desabrigadas e dependem de abrigos públicos. Outras 51.297 ficaram desalojadas e tiveram de ir para a casa de parentes. Dos R$ 3,6 milhões contabilizados em doações ao Fundo Estadual de Defesa Civil até sexta-feira, 28, R$ 811.727,00 foram utilizados na compra de itens de higiene pessoal, limpeza e cestas básicas, encaminhados para as regiões de Itajaí, Brusque e Jaraguá do Sul. Os interessados em fazer doações podem ligar para 0800-48-2020 ou acessar o site www.desastre.sc.gov.br. Nesta segunda, 1º, a Defesa divulgou uma lista dos principais produtos que estão em falta nos 13 municípios em estado de calamidade pública. São eles: sabonetes; escova de dente; creme dental; papel higiênico; cotonete; shampoo; pentes; toalhas de rosto; absorventes; fraldas geriátricas; vassouras; rodos; panos de chão; baldes; sabão em pó; água sanitária; sacos de lixo; fraldas; bicos; mamadeiras; vela; fósforo; colchões; travesseiros; cobertores; pratos e copos de plástico; talheres; sacos de plásticos de 3 e 5 litros para kits e higiene pessoal; e lonas plásticas.

Redação Ig

ACORDO SANTA SÉ - BRASIL - EFEITOS CIVIS DO CASAMENTO RELIGIOSO

O RECONHECIMENTO DOS EFEITOS CIVIS DO CASAMENTO RELIGIOSO FOI CONFIRMADO



Cidade do Vaticano,
- Estamos publicando, comentários explicativos acerca do Acordo Brasil-Santa Sé, com o intuito de esclarecer a opinião pública em geral e os católicos em particular, sobre o significado e a importância desse documento.
Hoje respondemos à seguinte questão: O reconhecimento dos efeitos civis do casamento religioso foi confirmado pelo artigo 12 do Acordo, nos mesmos termos do atual Código Civil, já bem conhecidos e atuados.
Nota-se, porém, no mesmo artigo, parágrafo 2º, uma novidade: fala-se de “homologação de sentenças eclesiásticas em matéria matrimonial”.
De que se trata? A Constituição Federal (art. 226, § 2º: «O casamento religioso tem efeito civil») e o Código Civil (arts. 1515-1516) reconhecem “efeitos civis” aos casamentos religiosos. É perfeitamente coerente com esta normativa que o Estado, a pedido dos legítimos interessados, reconheça também efeitos civis às decisões dos tribunais eclesiásticos em matéria matrimonial, desde que confirmados pelo Órgão de controle superior da Santa Sé e que cumpram os requisitos exigidos pela lei brasileira para a homologação das sentenças estrangeiras.
O processo de homologação (ou ‘delibação’) de sentenças estrangeiras é um instituto típico do direito internacional, pacificamente reconhecido no Brasil e na grande maioria dos Estados democráticos.
Ademais, este tipo de regulamentação está previsto em inúmeros Acordos entre a Santa Sé e Países do mundo inteiro, especialmente os de tradição jurídica de impostação “romanística”, isto é, cujo direito privado descende do direito romano, como é o caso do direito privado vigente no Brasil, consagrado em seu Código Civil.
Não há, portanto, obstáculo algum, do ponto de vista jurídico e constitucional, que também no Brasil seja dada atuação, até por razões de simetria com o reconhecimento dos efeitos civis do casamento canônico, à homologação das sentenças eclesiásticas que se pronunciam sobre a validade do mesmo casamento canônico, nos casos concretos submetidos à sua decisão, livremente, pelos esposos, e sob a condição – repita-se – de que tais sentenças apresentem os mesmos requisitos fixados no ordenamento jurídico brasileiro para a homologação das sentenças estrangeiras em matéria matrimonial.

Fonte: RV

segunda-feira, 1 de dezembro de 2008

FORÇA AÉREA BRASILEIRA MONTA OPERAÇÂO DE GUERRA EM SANTA CATARINA

FAB monta operação de guerra; 100 mil tiveram contato com água contaminada
Trata-se da maior ação da Defesa Civil na história do Brasil;
há 21 pessoas com suspeita de leptospirose
Por: Rodrigo Brancatelli e Júlio Castro
Reportagem ESTADÃO









A maior operação aérea da Defesa Civil na história do Brasil se tornou uma operação de guerra, que tem como QG uma das salas do Aeroporto Internacional de Navegantes, onde há mapas afixados com cartas aeronáuticas, quadros com missões a serem cumpridas por pilotos e tripulantes de 12 instituições estaduais e federais, incluindo Exército e Aeronáutica.
Entre domingo (23) e sábado (29), foram cumpridas 459 missões, em um total de 375 horas de vôo. Agora denominada Operação Santa Catarina, a estratégia de resgate às vítimas dos soterramentos e das enchentes no Vale de Itajaí também é, segundo o Comando Aeronáutica, a maior operação aérea deflagrada no País em todos os tempos.
Na América Latina, só perde para a Guerra das Malvinas, em 1982, entre Argentina e Reino Unido. Mais de uma semana depois do início das chuvas, a FAB acredita que terá de enfrentar uma situação de "calamidade na saúde pública", uma vez que mais de 100 mil pessoas, segundo a Superintendência de Hospitais Públicos de Santa Catarina, tiveram contato com água contaminada.
"Dá um frio na espinha não saber o que vamos encontrar aqui a partir de agora", diz o capitão farmacêutico Cidcley Samia, que ajudava ontem a montar um dos módulos do Hospital de Campanha (Hcamp), que será aberto hoje às 8 horas. "Ninguém sabe quando essa tragédia vai acabar.
"Outro problema é o ainda difícil processo de resgate, por causa das chuvas e dos deslizamentos. Ontem, mais duas pessoas morreram soterradas no Morro do Baú, num deslizamento que levou outras nove pessoas.
Os técnicos do Instituto de Pesquisas Tecnológicas (IPT) de São Paulo sobrevoaram pela manhã o Vale do Itajaí e pediram para que a Defesa Civil e o Exército evacuassem e lacrassem imediatamente uma área de 20 quilômetros quadrados do Morro, uma localidade encravada entre dois vales que ainda sofre com quedas de barreira diárias. E ainda há vítimas que - ao ouvirem os helicópteros e sentirem a possibilidade de serem retiradas de perto de suas propriedades - fogem das equipes de socorro.
Oficialmente, a Defesa Civil registrava ontem 114 mortos, 27.410 desabrigados e 51.297 desalojados, além de 19 desaparecidos. E a chegada de uma frente fria nesta madrugada deve trazer mais chuva. Em novembro, foram registrados 919,5 milímetros de chuva, quando o normal para todo o mês é 110,4 ml.
A Defesa Civil agora pede que as doações sejam feitas em dinheiro, pela falta de espaço para armazenar produtos.AUXÍLIODaniela Cela, dentista catarinense de 37 anos que exibia uma camiseta que ela mesma fez com a frase "você é uma vida valiosa, insubstituível", oferece ajuda aos médicos da Força Aérea Brasileira (FAB) para o que for preciso.
"Se vocês precisarem de alguém para fazer atendimento, para fazer curativo, para limpar banheiro, para fazer café, eu vou", dizia para quem trabalhava ontem na montagem do Hcamp, estrutura de guerra para ajudar no atendimento das vítimas. "Não consigo ficar em casa sem fazer nada, só olhando essa tragédia.
"Erguido no entroncamento entre as cidades de Itajaí e Ilhota, à beira da Rodovia BR-101, o Hcamp atenderá até 500 pessoas por dia nas áreas de clínica médica, ortopedia, pediatria, ginecologia e odontologia, com a mesma estrutura usada nos terremotos do México, em 1982, e de El Salvador, em 1986.
Serão 35 médicos da FAB de prontidão, de vários Estados diferentes, que vão até dormir no local - há também os mais diversos voluntários, que não pararam de aparecer no dia de ontem.
"O apoio do hospital da FAB ajudará nessa fase onde podem aparecer doenças como leptospirose e hepatite (mais informações nesta página)", diz Roberto Hess de Souza, superintendente de Hospitais Públicos de Santa Catarina.
Ainda não há nenhum caso oficialmente confirmado de leptospirose, mas o Estado apurou que nos ambulatórios e hospitais da região há pelo menos 21 suspeitas até agora da doença.

Fonte: Estadao

"O SENTIMENTO DO NATAL E A REPRESENTAÇÃO DO PRESÉPIO DE GRECCIO"

“O sentido do Natal e a representação do Presépio de Greccio”: contribuição da “Belém franciscana"


Cidade do Vaticano
- “Na sua experiência mística, Francisco soube colher toda a intensidade do amor extraordinário de Deus para com o homem, do Criador para com a criatura. Sempre, durante a sua vida, ele permaneceu encantado diante deste grande mistério: o Onipotente que se faz pequeno como uma criança por amor ao homem!”: é o que escreve Fr. Giglio Calcagna Ofm, Superior do Convento dos Frades menores em Greggio, em uma mensagem enviada à Agência Fides sobre o significado do Natal e da representação do Presépio em Greccio.
Publicamos a mensagem integralmente.“A partir do dia no qual o homem tomou conhecimento do seu ser criatura, ou seja, que acima dele pudesse existir um Ser Superior, Criador de todo o universo, sempre tentou estabelecer relações com este Ser, realizando gestos e pronunciando orações. Mas talvez a maior aspiração do homem de sempre era principalmente poder ver e falar com este Deus tão grande e inacessível.
Este profundo anelito do homem, porém, poderia permanecer para sempre insatisfeito, se o próprio Deus não tivesse tomado a iniciativa de vir ao encontro do homem, desvelando sua face e dando-se a conhecer.
No fundo, o verdadeiro e autêntico significado do Natal é exatamente este: na plenitude dos tempos, o Deus invisível decidiu torna-se visível, mandando seu Filho Jesus para assumir a natureza humana, estabelecendo com o homem uma relação direta de amor, sem mais intermediários.
Mas para que o homem não se assustasse com a grandeza da divindade que desceria do céu, Deus escolheu encarnar-se na fragilidade de uma criança, semelhante a qualquer criança deste mundo.
Na sua experiência mística, Francisco soube colher neste evento divino toda a intensidade do amor extraordinário de Deus para com o homem, do Criador para com sua criatura. Sempre durante a sua vida, ele permaneceu encantado diante deste grande mistério: o Onipotente que se fez pequeno como uma criança por amor ao homem!Estamos em dezembro do ano 1223: alguns meses atrás, Francisco tinha voltado da Palestina, onde teve a possibilidade, concedida-lhe pelo sultão islâmico, de visitar os lugares onde Jesus viveu.
Durante aquela viagem, ficou impressionado principalmente com Belém, com a pobreza e simplicidade do local onde nasceu Jesus.
Uma vez na Itália e com o aproximar-se da recorrência do nascimento do Salvador e encontrando-se no território de Greccio, Francisco teve uma idéia genial: por que não recirar na noite de Natal a mesma cena do nascimento de Jesus em Belém? Francisco, como se sabe, não era um homem de alta filosofia, mas uma pessoa concreta, que não amava muito “raciocinar” sobre o mistério da encarnação ou “imaginar” o nascimento do Redentor, mais preferia “reviver” aquele acontecimento.
“Eu gostaria - disse a um seu amigo de Greccio, um tal de Giovanni Velita - ver com os olhos do meu corpo as dificuldades com as quais Jesus se encontrou pela falta das coisas necessárias para um recém-nascido, como foi colocado em uma manjedoura e como dormia sobre a palha entre o boi e o burro” (FF.468).
E foi assim que, no Natal daquele ano, em uma gruta nos pendores do monte Lacerone de Greccio, nascia a primeira representação do nascimento de Jesus, o primeiro Presépio!
A partir daquela noite, o hábito de fazer o presépio começou a se estender para outros locais: primeiramente nas igrejas, depois nas casas e pouco a pouco em todos os ângulos da terra, até se tornar hoje o símbolo mais expressivo do Santo Natal.
Atualmente, o santuário de Greccio conserva cuidadosamente não somente a gruta onde houve a primeira reevocação do presépio, mas também outros ambientes (o antigo dormitório, a cela de S. Francisco, o pequeno convento de S. Bonaventura, a primeira igreja no mundo dedicada a S. Francisco; além de mais de 100 presépios artísticos, provenientes de várias partes do mundo…), tudo em uma harmônica mistura de simplicidade e pobreza, tão cara ao Santo que amava definir Greccio: um local “rico de pobreza”! E é justamente este aspecto de genuína espiritualidade franciscana que se respira ainda hoje nesses simples ambientes, que leva milhares de peregrinos (mais de 130 mil por ano!) a subir os rochedos de Greccio, em busca daqueles valores sempre mais raros nessa nossa civilização consumista.
Durante as festas natalinas, os fiéis que vêm a Greccio podem assistir todos os anos, na vigília de Natal e nos dias sucessivos, à reevocação viva do Primeiro Presépio, que se distingue dos outros presépios vivos porque, enquanto todos representam o nascimento de Jesus em Belém, somente nesta é reevocado o fato histórico de S. Francisco, ocorrido no ano 1223.
Ainda hoje, Greccio, chamada de “Belém Franciscana”, com a sua história e o seu fascínio natalino, continua, como Belém, a ser local privilegiado para uma mensagem de paz e de fraternidade para todos os homens do nosso tempo”.

FRANCISCANOS NO NATAL DE 2008


"NATAL EM GRECCIO - alguém para amar, alguém para cuidar"

Segundo o biógrafo Tomás de Celano, o Santo de Assis “gostava tanto de lembrar a humildade de sua encarnação e o amor de sua paixão, que nem queria pensar em outras coisas”.
E foi por causa desta veneração e amor, que ele encenou o Nascimento do Menino Deus
na cidade de Greccio, Itália em 1223.
Desde então, o presépio se tornou um símbolo nos lares cristãos.
Dizia Francisco: " Quero lembrar o menino que nasceu em Belém, as dificuldades que a família de Nazaré passou, como foi posto num presépio, e ver com os próprios olhos como ficou em cima da palha, entre o boi e o burro".

Assim sendo, os Franciscanos desejam cantar a beleza, a ternura, a singeleza, a pequinez, o encontro do Menino que nasceu em Belém.
Com o tema : "NATAL EM GRECCIO - alguém para amar, alguém para cuidar" vão propiciar aos paroquianos e familiares da Igreja São Francisco de Assis, maravilhosas noites com recitais inesquecíveis. Vocês também estão convidados.
Pedem aos paroquianos e participantes destas noites memoraveis, que tragam durante o mês de dezembro leite em pó e fraldas descartaveis que serão entregues no "Amparo Maternal"
Desenjando a todos um "Feliz Natal".

PROGRAMA "CONCERTOS DE NATAL"

Dia 07 de dezembro de 2008 - 20:00 hs
Concerto
Canarinhos de Petropolis

Dia 14 de dezembro de 2008 - 20:00 hs
Concerto
Coral UNESP - Instituto de Artes

Dia 21 dedezembro de 2008 - Schola Cantorum Tagaste
Canto Gregoriano e Orfeão com coral masculino
19:00 hs - Missa Cantada
20:00 hs - Concerto com o grupo Orfeão

Dia 24 de dezembro de 2008 -
Missa festiva com Presépio encenado pelos jovens da paróquia que apresentarão "Natal em Greccio"

Paróquia São Francisco de Assis
Rua Borges Lagoa, 1209 A
Vila Clementino - São Paulo - SP
Fone: 11- 5576-7960

Fonte: A FAMÍLIA CATÓLICA

DEUS SEMPRE TEM TEMPO PARA NÓS

PAPA NO ANGELUS: A VIDA FRENÉTICA NOS DEIXA POUCO TEMPO, MAS DEUS SEMPRE TEM TEMPO PARA NÓS
Cidade do Vaticano,
- Ao meio-dia deste domingo, o Papa Bento XVI rezou o Angelus com os fiéis e peregrinos na Praça S. Pedro.
O tema de sua alocução que precede a oração mariana foi o Advento, que "nos convida a refletir sobre a dimensão do tempo, que sempre exercita sobre nós um grande fascínio".
Bento XVI partiu de uma constatação muito concreta: "Todos dizemos que nos 'falta tempo', porque o ritmo da vida cotidiana se tornou para todos frenético. Mas, sobre isso, a Igreja tem uma "boa nova" a oferecer: Deus nos doa o seu tempo. Nós temos sempre pouco tempo; especialmente para o Senhor não sabemos ou, às vezes, não queremos encontrá-Lo.
Pois bem, Deus tem tempo para nós!"Sim, continuou o papa, Deus nos doa o seu tempo, porque entrou na história com a sua palavra e as suas obras de salvação, para abri-la ao eterno, para fazer dela história de aliança.
Nesta perspectiva, o tempo é em si mesmo um sinal fundamental do amor de Deus. E três são os eixos que ritmam a história da salvação: no início, a criação; no meio, a encarnação-redenção; e, no final, a "parusia", a vinda final que compreende também o juízo universal.
Porém, explicou o pontífice, esses três momentos não devem ser entendidos somente em sucessão cronológica.
Seja a encarnação, seja a redenção, ocorreram em um determinado momento, mas seu raio de ação compreende o tempo passado e futuro, assim como o juízo final, que exercita sua influência sobre a conduta dos homens em todos os tempos.
O Advento celebra a vinda de Deus, portanto nos convida a despertar a expectativa pelo retorno glorioso de Cristo, mas, ao mesmo tempo, o Senhor vem continuamente na nossa vida.
Por isso, é mais oportuno do que nunca o apelo de Jesus neste primeiro domingo do Advento: Vigiai!
"Este apelo é dirigido aos discípulos, mas também a todos nós, que seremos chamados a prestar contas da nossa existência. Isso comporta um distanciamento dos bens terrenos, um sincero arrependimento dos próprios erros, uma caridade pelo próximo e, sobretudo, uma humilde e confiante entrega nas mãos de Deus.
"O símbolo do Advento é a Virgem Maria, recordou por fim o papa. Que Ela nos ajude a nos tornar um prolongamento de humanidade para o Senhor que vem. (BF)

Fonte: RV

A SANTIDADE NUNCA SAI DE MODA

BENTO XVI: A SANTIDADE NUNCA SAI DE MODA

Cidade do Vaticano,
- Ontem pela manhã, Bento XVI realizou uma visita pastoral à paróquia de S. Lourenço fora dos Muros, ao lado do cemitério de Verano, por ocasião do Ano Jubilar que comemora os 1750 anos da morte do santo diácono.
Para chegar à Basílica, Bento XVI percorreu o mesmo trajeto feito, 65 anos atrás, pelo Papa Pio XII, que saiu do Vaticano para prestar solidariedade às vítimas do bombardeio durante a II Guerra Mundial.
Na Basílica, o pontífice celebrou a Santa Missa e, na sua homilia, o papa falou deste primeiro domingo do Advento, em que nos preparamos para a festa do Natal. Todavia, destacou, a mensagem espiritual do Advento é mais profunda e nos projeta ao retorno glorioso do Senhor, ao final da história.
Advento, explicou o papa, significa fazer memória da primeira vinda do Senhor na carne, pensando já no seu retorno definitivo e, ao mesmo tempo, significa reconhecer que Cristo presente no meio de nós se faz nosso companheiro de viagem na vida da Igreja, que celebra seu mistério.
Bento XVI recordou que para todos os cristãos, o Advento é um tempo de expectativa e de esperança, um tempo privilegiado de escuta e de reflexão, se nos deixarmos guiar pela liturgia que convida a ir ao encontro do Senhor.
A seguir, o papa falou da Basílica de S. Lourenço, construída sob o império de Constantino, onde o santo viveu o seu martírio no ano 258, sob o imperador Valeriano, por ter defendido os bens destinados ao culto e aos pobres.
Este mesmo local, em 19 de julho de 1943, foi alvo do primeiro bombardeio sobre Roma durante a II Guerra Mundial. Em poucas horas, foram lançadas sobre o bairro romano mais de mil toneladas de explosivos, matando três mil pessoas e provocando seis mil feridos. O Papa Pio XII, naquela ocasião, não hesitou em visitar e socorrer a população: "Nunca poderá ser cancelado da memória da história o gesto generoso realizado naquela ocasião pelo meu venerado predecessor, que imediatamente se dirigiu ao local para socorrer e consolar a população atingida duramente, entre os escombros ainda em chamas.
"Falando de S. Lourenço, o papa o cita como um modelo de santidade: "Ele nos repete que a santidade, isto é, ir ao encontro de Cristo que vem continuamente a visitar-nos, nunca sai de moda, ou melhor, com o passar do tempo, resplende de modo luminoso e manifesta a perene tensão do homem em direção a Deus". (BF)

Fonte: RV