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NOSSA SENHORA DE FÁTIMA

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CAPELA DE NOSSA SENHORA DA MEDALHA MILAGROSA

Uma Capela cheia de segredos !Você quer descobri-la conosco? Saiba, antes de tudo, que a Casa Mãe da Companhia das Filhas da Caridade era o antigo "Hotel de Châtillon". Este, foi concedido à Companhia, em 1813, por Napoleão Bonaparte, depois da tormenta da Revolução Francesa. Imediatamente, começa a construção da Capela.A 8 de agosto de 1813, realizou-se a bênção solene da Capela dedicada ao Sagrado Coração de Jesus. Em 1830, aconteceram então as aparições. Aumentou o numero de vocações.Foi necessário transformar a Capela, que passa então por várias modificações. Em 1930, por ocasião do centenário das apariçes, uma nova reforma nos mostra a Capela tal como a vemos hoje.Agora, a você a oportunidade de visitá-la!
http://www.chapellenotredamedelamedaillemiraculeuse.com

Visita a Capela da Medalha Milagrosa, localizada na Rue du Bac, 140 - Paris

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Clique sobre a foto para a visita guiada em 15 etapas

quinta-feira, 27 de novembro de 2008

CADA VEZ PIOR A LIBERDADE RELIGIOSA NA ESPANHA

Novos desafios aos símbolos cristãos na Espanha
A liberdade religiosa, segundo Ajuda à Igreja que Sofre
Por Nieves San Martín
O PERIGO DA LIBERDADE RELIGIOSA IMPOSTA PELO GOVERNO ESPANHOL

MADRI,
-Diante da polêmica sobre os símbolos religiosos em lugares públicos na Espanha, o informe recentemente apresentado pela organização Ajuda à Igreja que Sofre (AIS) evidencia os obstáculos para a educação cristã e seus sinais religiosos.
No contexto do sistema educativo nacional, «a Igreja também enfrentou desafios relacionados com os símbolos cristãos, em particular com o crucifixo. De Valladolid a Palência, registraram-se numerosas tentativas de retirar os crucifixos das salas de aula, com o intuito de excluir a religião da vida pública», recorda AIS em seu informe.
A princípios de 2007, surgiu um conflito a partir de uma solicitude da Agência de Proteção de Dados, que tentou obrigar todas as paróquias a apagar de seus registros os detalhes referentes ao nome e batismo de quem agora declara ter abandonado o catolicismo.
As tensões entre o governo e a Igreja se manifestaram especialmente durante 2008, antes das eleições gerais do mês de março, indica AIS.
«O governo entende – afirma o Informe 2008 – que a religião é para ser vivida dentro dos templos e na vida privada, enquanto a Igreja Católica centra a questão no direito da pessoa humana à liberdade religiosa, direito manifestado em sua vivência pessoal e social, que incide sem dúvida em todos os espaços de existência, tais como o casamento, a família, o ensino, os serviços sociais, etc.»
O governo está propondo a modificação da vigente lei de Liberdade Religiosa e «deverá estar à espera do novo texto», recorda AIS.

Fonte: ZENIT.org

BOMBAIM: HORROR E INDIGNAÇÃO DA COMUNIDADE INTERNACIONAL

Violência inusitada em Bombaim: horror e indignação da comunidade internacional


(27/11/2008)
100 mortos e 200 feridos. Estes são os dados - chave da série de ataques que, esta quarta-feira, marcaram, com uma violência inusitada, a cidade de Bombaim, na Índia. Os ataques foram reivindicados por um grupo islamita que se apresenta como os Mujaedines do Deccan.As suspeitas das autoridades centram-se contudo no Indian Mujahedeen, um braço do movimento islâmico de estudantes da Índia, acusados da autoria de quase todos os ataques à bomba no país, incluindo os atentados em Bombaim que há dois anos mataram quase 200 pessoas. Os ataques de quarta-feira foram coordenados, bem planeados, englobaram um número elevado de atacantes, um nível de sofisticação que é a imagem de marca de outras acções do grupo, que tem por hábito escolher como alvos locais turísticos. Em Maio, os Indian Mujahedeen já tinham ameaçado atacar sítios frequentados por turistas se o governo não desistisse de apoiar os EUA na arena política internacional. A mensagem, na qual se declarava guerra aberta à Índia, chegou via correio electrónico depois do atentado que matou mais de 60 pessoas em Jaipur. A polícia acredita que os atacantes receberam treino e apoio logístico de milícias nos vizinhos Paquistão e Bangladesh. A comunidade internacional apressou-se a condenar, a uma só voz, os sete atentados levados a cabo por grupos armados em BombaimO director da Sala de Imprensa da Santa Sé Pe. Federico Lombardi, classificou como “trágicos e alarmantes” os ataques que atingiram ontem à noite hotéis de luxo, restaurantes e hospitais na cidade indiana de Bombaim. Segundo o Pe. Lombardi, estes acontecimentos dizem respeito “à comunidade internacional no seu conjunto”.A União Europeia manifestou o seu «horror e indignação» condenando-os com a «maior firmeza», num comunicado divulgado pela Presidência Francesa da UE. O documento sublinha «a ligação do povo indiano à democracia» assim atacada por actos terroristas e afirma que a UE «associa-se ao luto da Nação indiana e está ao seu lado nesta provação dramática».Por seu lado, o Secretário-Geral das Nações Unidas disse que este tipo de violência é totalmente inaceitável, sublinhando que nenhuma causa ou convicção pode justificar ataques a civis.Numa nota onde expressa simpatia para com as famílias das vítimas, Ban Ki-moon deixou claro que espera que os responsáveis pelos ataques respondam perante a justiça.Segundo alguns relatos que chegaram de testemunhas no local, entre os principais visados terão estado cidadãos ingleses e norte-americanos.A Casa Branca fez saber que condena veemente o sucedido e, numa nota oficial emitida em nome de George W. Bush, presidente dos Estados Unidos, é referido que as agências de contra-terrorismo e inteligência encontram-se reunidas com o Departamento de Estado e o Pentágono para discutir a situação na Índia.Também Barack Obama, recentemente eleito como próximo presidente dos Estados Unidos, reagiu, dizendo que os atentados são um sinal claro da grave ameaça do terrorismo.Já o chefe do governo britânico, Gordon Brown, citado pela televisão Sky News, afirmou que uma resposta forte e firme será dada aos acontecimentos no sul de Bombaim.

Fonte: RV

quarta-feira, 26 de novembro de 2008

SANTA CATARINA - FAMÍLIAS EM DESESPERO

O SOFRIMENTO NA FAMÍLIA CATARINENSE


Helicópteros resgatam 1138 pessoas com vida no Estado

Florianópolis :
- O trabalho dos helicópteros que atuam no resgate das vítimas das enchentes em Santa Catarina coordenado pela Defesa Civil continua incessante. Entre segunda (24) e terça-feira (25) cinco helicópteros disponibilizados pelo Batalhão Aéreo da Polícia Militar resgataram 441 pessoas com vida no Estado, e mais cinco pessoas sem vida - já contabilizadas entre os 84 óbitos. As aeronaves trabalharam principalmente nas cidades de Ilhota e Luís Alves. Na segunda-feira (24), os trabalhos de resgate das aeronaves do Batalhão foram prejudicados pelo mau tempo, mesmo assim 111 pessoas foram resgatadas. O Batalhão Aéreo da Polícia Militar coordenou as operações realizadas por 14 helicópteros, que são feitas a partir da base montada em Navegantes. Cinco helicópteros foram disponibilizados para resgatar pessoas e nove aeronaves para distribuir água e alimentos. A Força Aérea, que também montou sua base no aeroporto de Navegantes, disponibilizou dois helicópteros com maior capacidade para transporte de passageiros. Entre segunda (24) e terça-feira (25) foram resgatadas 697 pessoas. Na segunda-feira, 241 pessoas e nesta terça, 406, todos com vida.As informações foram repassadas pelo tenente Aldo Vidal dos Santos, do Batalhão Aéreo da Polícia Militar. As operações estão sendo coordenadas pelo tenente coronel Milton Kern.
Grupo é resgatado




10:25h Dia 26 Nov 08
SITUAÇÃO POR MUNICÍPIO E DAS RODOVIAS
Informamos a todos que esta havendo informações de outros órgãos de óbitos, a Defesa Civil Estadual é o órgão oficial do estado para divulgação dos óbitos confirmados com os municípios atingidos, nosso site é atualizado sempre que tiver uma nova notícia.
Registro de 54.039 desalojados e desabrigados, sendo 22.952 desabrigados e 31.087 desalojados. São 84 mortes e 30 desaparecidos confirmadas e mais 1.500.000 afetados.
Oito municípios isolados - sendo 97.680 pessoas (São Bonifácio, Luiz Alves, São João Batista, Rio dos Cedros, Garuva, Pomerode, Itapoa e Benedito Novo).

Soledad - 4009 9885 - 8843 3695

- Na Defesa Civil SC. Fotos e notícias gerais no site do Governo do Estado: www.sc.gov.br/webimprensa.

DEFESA CIVIL ABRE CONTA CORRENTE PARA RECEBER DOAÇÕES
Banco do Brasil
– Agência 3582-3, Conta Corrente 80.000-7 / Besc – Agência 068-0, Conta Corrente 80.000-0. O

BRADESCO S/A - 237 Agência 0348-4, Conta Corrente 160.000-1 nome da pessoa jurídica é Fundo Estadual da Defesa Civil, CNPJ - 04.426.883/0001-57.

TRAGÉDIA EM SANTA CATARINA - BRASIL

Número de vítimas das chuvas já chega a 84 em Santa Catarina
Chefe da Defesa Civil do Estado acredita que número de mortos e desaparecidos ainda vai subir no Estado

SÃO PAULO -
O número de vítimas das chuvas em Santa Catarina já chega a 84. Em todo o Estado são mais de 54 mil pessoas desabrigadas ou desalojadas, segundo informações da Defesa Civil de Santa Catarina. Nesta terça-feira, 25, ainda são oito municípios isolados - 97.680 moradores. A Defesa Civil acredita que até 36 pessoas estão desaparecidas; elas seriam vítimas de desabamentos e deslizamentos de terra. O número de mortos deve passar de 100, segundo a Defesa Civil. Cerca de 1,5 milhão de pessoas foram atingidas pelas chuvas e enchentes que atingiram o Estado nos últimos dias.

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Número de vítimas deve subir
Para governador, será preciso muito recurso
Morador de Blumenau relata a situação

Os municípios de São Bonifácio, Luiz Alves, São João Batista, Rio dos Cedros, Garuva, Pomerode, Itapoá e Benedito Novo estão isolados, segundo informações da Defesa Civil. Em todo o Estado, são 22.952 desabrigados - pessoas que tiveram que sair de suas casas e precisam da ajuda do Estado. Já os desalojados chegam a 31.087 - são pessoas que foram obrigadas a sair de suas casas por conta dos danos das chuvas, mas que podem ir para casas de parentes ou amigos.

Seis municípios decretaram estado de calamidade pública: Gaspar, Rio dos Cedros, Pomerode, Nova Trento, Camboriú e Benedito Novo. Outras sete cidades estão em situação de emergência: Balneário de Piçarras, Canelinha, Indaial, Penha, Paulo Lopes, Presidente Getúlio e Rancho Queimado.

Blumenau é uma das cidades mais atingidas, onde 20 pessoas morreram. Em Ilhota, há 18 vítimas. A cidade de Gaspar contabiliza 15 mortos e Jaraguá do Sul, 12. O município de Rodeio conta quatro vítimas fatais, assim como Luiz Alves. As cidades de Rancho Queimados, Benedito Novo e Itajaí tem duas vítimas cada. As cidades de Brusque, Pomerode, Bom Jardim da Serra, São Pedro de Alcântara e a capital, Florianópolis, tiveram uma vítima cada.

O número de mortos, desaparecidos, desabrigados e desalojados deve subir. A situação, de acordo com o major Márcio Luiz Alves, diretor estadual de Defesa Civil estadual, está "aquém da realidade". Para ele, "não é nenhum pessimismo. Há famílias soterradas sobre as quais não temos nem notícias. Esses desaparecidos [30, oficialmente] são fruto de pessoas que nos informaram. Quantos são os soterrados que ninguém sobrou da família ou as pessoas que estão sem comunicação? É uma situação desesperadora", afirmou, em entrevista ao programa Revista Brasil, da Rádio Nacional.

Alves destacou que o clima no estado "começa a ficar favorável", uma vez que as chuvas, apesar de não terem cessado ainda, seguem mais fracas. O nível do Rio Itajaí-Açu, que chegou a atingir 12 metros acima do normal, baixou para 8 metros acima - faixa, segundo o major, considerada fora da cota de alerta.

"A situação ainda é crítica porque temos diversas áreas isoladas e muitas pessoas soterradas e desaparecidas. Temos em um parque aquático 600 pessoas, entre crianças, jovens e idosos, que estão isolados desde sexta-feira, com dificuldades de alimentação e medicação. Na segunda, chegamos ao local com helicóptero, levamos médicos e alimentação e mandamos um coordenador para que consiga controlar essas pessoas que não quererem, de qualquer forma, sair, porque seria muito perigoso."

De acordo com Alves, os deslizamentos de terra continuam na região e os desabamentos devem seguir por pelo menos mais dez dias. Ele avaliou que as encostas parecem "sorvete", uma vez que se desmancham a todo momento. Algo que Alves, em 17 anos de carreira na Defesa Civil de Santa Catarina, afirma jamais ter visto.

Deslizamentos preocupam

"Nossa maior preocupação não são mais as águas, mas os deslizamentos. Dez dias é o que nós imaginamos que o solo ainda estará instável e possa provocar deslocamentos. Estamos recebendo especialistas em geologia, pessoas renomadas, para que nos dêem um aporte de tecnologia e uma avaliação adequada de segurança."

Ele lembrou que foi instalado um centro de comando aéreo no município de Navegantes, que conta com um total de 14 aeronaves. "Temos médicos, alimentos e água. O problema é como fazer para chegar [nas áreas atingidas]." Alves afirmou que a Defesa Civil local já tentou acesso às comunidades isoladas até mesmo por meio de carros-anfíbios e de tanques de guerra de propriedade do Exército brasileiro, mas não teve sucesso.

"O alerta foi feito no momento certo, as questões meteorológicas têm sido acompanhadas. Não era previsível, porque o problema foi de deslizamento, uma situação que não é comum para Santa Catarina. No universo de mortes, apenas uma pessoa morreu afogada, no município de Bom Jardim da Serra. Os outros morreram soterrados. O desastre principal aqui não são as enchentes, são os deslizamentos, o colapso total das encostas do Vale do Itajaí, algo, para nós, inédito."

Diante da proximidade do recesso de fim de ano e das férias coletivas em janeiro, o major alertou turistas de todo o país que não visitem Santa Catarina pelo menos nos próximos dez dias - sobretudo, o litoral, região mais castigada pelos temporais. Mas, segundo ele, o estado estará pronto para receber visitantes no verão.

"O governo federal já sinalizou com recursos para que isso ocorra. Pedimos aos nossos turistas que, nos próximos dias, não venham a Santa Catarina. E, se precisarmos de mais dez dias, vamos pedir. É uma questão de responsabilidade."

Fonte: Estadao.com.br (reportagens e foto)

ACORDO SANTA SÉ - BRASIL - A IGREJA CATÓLICA RECEBEU PRIVILÉGIOS DO ESTADO?

A IGREJA CATÓLICA, ATRAVÉS DESTE ACORDO, RECEBEU PRIVILÉGIOS DO ESTADO?


Cidade do Vaticano, 26 nov (RV)
- Estamos publicando, a cada dia, comentários explicativos acerca do Acordo Brasil-Santa Sé, com o intuito de esclarecer a opinião pública em geral e os católicos em particular, sobre o significado e a importância desse documento.
Hoje respondemos à seguinte questão:
A Igreja Católica, através deste "Acordo", recebeu privilégios do Estado?
Houve discriminação de outras confissões religiosas?
Não. Não recebeu privilégio nenhum, nem houve nenhuma discriminação para com outras confissões religiosas.
A Igreja não buscou, nem recebeu privilégios, porque o Acordo somente confirma, consolida e ‘sistematiza’ o que já estava no ordenamento jurídico brasileiro, embora, em alguns casos, de uma forma não totalmente explícita.
Cada artigo do Acordo, diante das atribuições à Igreja Católica aí contempladas, se preocupa de realçar constantemente, ao mesmo tempo, duas exigências fundamentais: o respeito do ordenamento jurídico da Constituição Federal e das leis brasileiras, em todos os âmbitos, e a paridade de tratamento com as outras entidades de idêntica natureza, quer sejam de caráter religioso, filantrópico, de assistência social, de ensino etc, excluindo, assim, qualquer possibilidade de discriminação entre elas.
A Igreja Católica – que representa a comunidade religiosa da grande maioria dos brasileiros, não menos do que 70% da população – promove e defende, no mundo inteiro e em cada Nação, a igualdade e a liberdade religiosa para todos.
Não quer privilégios e tampouco concorda com discriminações de qualquer tipo.
Outras confissões, no Brasil, poderão seguir o exemplo, tendo, como cidadãos e como grupos, iguais direitos e deveres.
Elas poderão concluir convênios com o Estado e pedir a aprovação de medidas, legislativas ou administrativas, que definam, analogamente, o “estatuto jurídico” delas.
Apenas não poderão celebrar com o Estado um Acordo internacional, não sendo, como a Santa Sé, sujeitos soberanos de direito internacional e membros da Comunidade internacional.
Estas confissões e denominações deverão, ao mesmo tempo, dar garantias de seriedade e confiabilidade, que o Estado, justamente, exige.
A Igreja Católica oferece amplamente estas garantias, pela sua história, sua estabilidade, e pela sua impressionante estrutura jurídica: basta pensar no imponente edifício do Direito Canônico, reconhecido no mundo inteiro, consolidado em muitos séculos de história e citado freqüentemente pela jurisprudência, inclusive dos tribunais brasileiros, em todos os níveis.

Fonte: RV

terça-feira, 25 de novembro de 2008

HOJE - SANTA CATARINA DE ALEXANDRIA

SANTA CATARINA DE ALEXANDRIA

Santa Catarina de Alexandria nasceu de família nobre e estudou muito. Quando tinha apenas dezoito anos, se apresentou ao imperador romano Maximus, que fazia uma violenta perseguição aos cristãos sob acusação de culto a falsos deuses. Chocado com a audácia da jovem, mas incapaz de responder a seus argumentos, Maximus reuniu vários sábios com o objetivo de fazer Catarina abandonar sua fé. Mas ela sempre terminava vitoriosa os debates e graças a sua eloqüência chegou a converter ao cristianismo alguns de seus adversários, que foram sentenciados de morte. Furioso por estar sendo derrotado, Maximus prende Catarina. A imperatriz, curiosa por conhecer a jovem que desafiava seu marido, vai acompanhada de Porfírio, chefe das tropas, até a prisão. Catarina também os converte e eles são martirizados. Catarina é condenada à morte na roda de tortura, mas basta que ela encoste na roda para que ela se parta e mate vários pagão que assistiam. O imperador, enraivecido, ordena que ela seja decapitada. Depois de sua morte, anjos desceram dos céus e levaram seu corpo para o Monte Sinai, onde posteriormente se construiu uma igreja e um mosteiro em sua honra. Por ter vencido o debate com vários sábios, Santa Catarina de Alexandria foi declarada padroeira dos estudantes. O Monastério de Santa Catarina, no Monte Sinai é renomado e é um dos mais velhos da cristandade. O arquiteto começou a construir suas paredes em 542 DC. Séculos mais tarde, guiados por um sonho, os monges desse monastério encontraram um corpo de mulher que eles tomaram como sendo o de Santa Catarina, que milagrosamente teria sido levada da Alexandria para a Palestina por anjos. Nada é conhecido com certeza sobre ela a não ser que foi uma virgem martirizada na Alexandria sob o Imperador Maximinus Daza como relatado na Historia da Igreja (viii,c14) por Euzebius. Sua “Acta” que é considerada por muitos sem valor, diz que ela é filha do Rei Costos de Chipre, que foi chamada a Alexandria para ser conselheiro do Imperador Maximinus. Os filósofos estavam na moda na alta sociedade de Alexandria e Catarina era devotada aos estudos e ela tinha uma boa cultura antes de alcançar os 18 anos. Durante seus estudos ela aprendeu sobre Jesus Cristo. Catarina foi convertida por uma visão de Nossa Senhora e do Divino Infante. Quando o Imperador Maximinus começou sua perseguição aos cristãos, Catarina foi ao imperador e o censurou pela sua tirania. Não conseguindo contra argumentar com ela, ele chamou vários de seus filósofos para com ela confrontar. Após eles admitirem que estavam convencidos pelos seus argumentos, o imperador furioso sentenciou que ela fosse queimada. O imperador se ofereceu para casar-se com ela mas ela recusou porque Cristo já havia aparecido a ela pessoalmente e colocado um anel em seu dedo( como Santa Catarina de Senna). Por esta razão os cristãos gregos a chamam ‘AEkatharina” isto é ‘sempre pura”. Ela foi açoitada por soldados durante horas e depois presa enquanto o imperador partiu para inspecionar um campo. Sua cela ficou cheia de pombos e Cristo apareceu para ela em uma visão. Quando o imperador retornou, ele encontrou sua esposa Faustina e um oficial de nome Porphyrius, que haviam ido visitar Catarina por curiosidade, convertidos e outros 200 homens da guarda imperial também convertidos. Todos foram condenados a morte. Catarina foi sentenciada a ser morta na roda de navalhas conhecida com a Roda de Catarina. Quando ela foi colocada na mesma as algemas partiram-se e a roda quebrou e as navalhas saltaram para fora matando alguns dos espectadores. Finalmente ela decapitada mas de suas veias saíram leite em vez de sangue. A lenda diz que por muitos anos óleos continuaram saindo de seus ossos e este óleo era um santo remédio na medicina da época, curando muitos doentes . Em 527 o Imperador Justiniano construiu um monastério fortificado para os eremitas do Monte Sinai e o corpo de Catarina supostamente foi para lá levado no século 8°ou 9°. Desde então ele tem o seu nome. Ela é uma dos “santos ajudantes” que foram altamente venerados, tanto individualmente como um grupo, durante a Idade Media. Sant Joana dÁrc ouviu e seguiu fielmente a voz de Santa Catarina e de Santa Margareth. Talvez o Senhor deu Catarina a Joana para ajuda-la no debate com os famosos teólogos. A paixão de Catarina é a mesma de Joana, a qual conhecemos com detalhes. Joana é a Catarina dos tempos modernos. É uma mulher, uma santa, uma filósofa como Catarina e não é preciso ser a filha de um rei; da Virgem Maria e do Nosso Senhor é suficiente. Sem dúvida Catarina tinha a simplicidade de uma pastora, embora a filosofia e religião nunca são encontrados em perfeita harmonia. O que interessa é a fé pura e simples. Por causa dos argumentos com os filósofos ela é considerado a padroeira dos filósofos. Catarina é também a padroeira dos estudantes, dos livreiros, das jovens e dos fabricantes de rodas. Ela é padroeira das enfermeiras porque ao sangrar o seu sangue era leite. É ainda a padroeira dos fazedores de selas, de cordas, dos estudantes de teologia da Universidade de Paris, e dos pregadores. Seu emblema é uma roda com laminas. Ela é mostrada como uma virgem mártir, como uma jovem linda, segurando um livro ou a roda; as vezes é mostrada coroada pelos anjos e as vezes misticamente casando-se com o Divino Infante e visitando a Imperatriz Faustina na prisão; ou ainda com Cristo colocando um anel em seu dedo. Alguns historiadores e dizem que: "Enquanto ela pode bem ter sido uma senhora nobre, educada e virginal que confundiu os pagãos com sua retórica durante as perseguições, o crescimento da lenda, romance e poesia há muito enterrou a real Catarina".

Fonte: Meu Santo

CATÓLICOS A FAVOR DOS IMIGRANTES ILEGAIS

Católicos americanos a favor de integrar imigrantes ilegais
Em uma pesquisa sobre imigração
WASHINGTON,
- A maioria dos católicos nos Estados Unidos apóiam uma via para a cidadania dos 12 milhões de imigrantes ilegais do país, informa uma recente pesquisa Zogby.
O Serviço de Migração e Refugiados da Conferência Episcopal dos Estados Unidos realizou uma pesquisa em outubro, entrevistando mil pessoas que se declaram católicas; 69% delas disseram que apóiam uma via para a cidadania para os imigrantes ilegais, proporcionando-lhes o registro administrativo.
«Estes resultados mostram que, como outros americanos, os católicos desejam uma solução para o desafio da imigração ilegal e apóiam que os imigrantes ilegais se convertam em membros plenos de nossas comunidades e de nosso país», disse Johnny Young, diretor executivo do Serviço de Migração e Refugiados.
O estudo revela também que 64% dos católicos se opõem à construção de um muro de separação ao longo da fronteira com o México, enquanto 3 de cada 4 católicos estão de acordo em que a Igreja tem uma obrigação moral de ajudá-los sanando suas necessidades básicas de imigrantes, sem considerar seu status administrativo.
Todd Scribner, coordenador do Serviço de Migração e Refugiados, afirmou que «os fortes esforços educativos dos bispos, mediante a Campanha de Justiça com os Imigrantes e seus próprios ensinamentos, ajudaram a gerar apoio na comunidade católica para uma reforma integral».

Fonte: ZENIT.org

188 MÁRTIRES JAPONESES SÃO BEATIFICADOS

BEATIFICADOS EM NAGASAKI 188 MÁRTIRES JAPONESES

Nagasaki,
- Realizou-se ontem, segunda-feira, em Nagasaki, no Japão, a cerimônia de beatificação de 188 mártires japoneses do século XVII. Cerca de trinta mil pessoas participaram da cerimônia realizada no estádio de baseball de Nagasaki. A celebração foi presidida pelo cardeal Seiichi Peter Shirayanagi, arcebispo emérito de Tóquio e a fórmula de beatificação foi proferida pelo prefeito emérito da Congregação das Causas dos Santos, cardeal José Saraiva Martins, que ressaltou que "a fidelidade dos mártires é um sinal da doutrina vital da Igreja, visto que o martírio é o pleno exercício da liberdade humana e ato supremo de amor".O arcebispo de Nagasaki, dom Joseph Mitsuaki Takami, definiu a beatificação como "um evento de graça". O prelado espera que a "beatificação possa ser uma ocasião a fim de que o povo japonês possa redescobrir a importância da fé". Além disso, dom Takami ressaltou que tal evento "oferece à Igreja no Japão a oportunidade de encontrar o tesouro escondido na história do cristianismo em terra nipônica". O arcebispo sublinhou ainda que Pe. Pedro Kibe, sacerdote da Companhia de Jesus, e seus companheiros deixam aos cristãos e aos não-cristãos uma mensagem rica de conteúdos como: perseverar na fé em Deus, único capaz de salvar a humanidade, cultivar sempre a liberdade religiosa, que é um dos direitos humanos fundamentais, ter um comportamento não-violento diante das perseguições.Os novos bem-aventurados japoneses foram martirizados por causa da fé entre 1603 a 1639. Entre eles estão muitas mulheres, crianças, idosos, inteiras famílias e também Pe. Thomas Kintsuba Jiyoe, filho de catequistas cristãos, também martirizados. Pouco antes da cerimônia de hoje, o cardeal Saraiva Martins visitou o monumento da bomba atômica em Nagasaki, onde depôs uma coroa de flores. (MJ)

Fonte: RV

PROBLEMAS NA FAMÍLIA, PROBLEMAS NA SOCIEDADE

Crise da família, início da crise social
Segundo o filósofo e político Rocco Buttiglione
Por Francisco Javier Tagle


SANTIAGO,
- O começo da crise da família é o princípio de uma crise social mais extensa, afirmou o filósofo e político italiano Rocco Buttiglione nas páginas do último número de revista Humanitas (http://www.humanitas.cl/).
Seu texto corresponde à conferência que pronunciou no claustro da Universidade Católica, em Santiago, para a inauguração do «Centro UC para a Família».
«Os jovens sempre criticaram a autoridade e chocaram com seus pais. Mas aconteceu raras vezes na história que os padres fugiram do seu dever e renunciaram por covardia à sua missão. Mitscherlich e Van der Does de Villebois foram os primeiros em chamar a atenção sobre o risco de uma sociedade sem pai, na qual os jovens homens não interiorizam os valores fundamentais da virilidade, não aprendem a beleza de cuidar de uma mulher e dos filhos gerados com ela», diz o acadêmico, que é membro do Conselho de Consultores e Colaboradores da Revista Humanitas.
Em seu texto, o autor começa por explicar que o amor é um ato de vontade, que contém a decisão de resistir diante das provas da vida e do amor. «Poderíamos dizer que o amor é um enamoramento aprovado e sancionado pela razão. O amor não é (só) um estado emocional, mas é a decisão de pôr sua própria vida ao serviço do cumprimento da vocação da pessoa amada na verdade e no bem», assinala.
Na relação do homem com a mulher, explica, o amor faz que a pessoa já não possa definir a si mesma, mas só através da pessoa amada: «somos uma pessoa na outra e uma para a outra». Desta maneira, afirma que, ainda que o amor contenha muitas penas e problemas, nada torna a vida mais plena como amar e ser amado.
«O amor gera uma nova vida. Ainda que esta eventualidade em geral esteja presente só vagamente na consciência dos esposos, o fato de que dos atos sexuais nasçam crianças não é só extraordinariamente importante para a sociedade, mas contribui de maneira decisiva para dar forma ao amor do homem e da mulher», explica.
Daí, adverte, a diferença entre o enamoramento e o amor. Enquanto o primeiro é somente um estado emocional, o segundo responde a um ato de vontade. «O amor conjugal assume conscientemente o desejo sexual e suas conseqüências na geração dos filhos, e oferece seu apoio para que se cumpra o destino, próprio e do outro, de converter-se em pai e mãe, de serem pais», diz.
É por isso que, assinala Buttiglione, um «simples» estado emocional como o enamoramento não é suficiente para gerar um filho, como é, ao contrário, um amor conjugal estável e fiel, já que neste último prometemos nosso amor, atenção e felicidade, «na saúde e na doença».
«É claro que quando nos prometemos mutuamente amor e felicidade para toda a vida, fazemos algo extremamente árduo. Quem pode pensar que tem em si a força moral suficiente para estar seguro de que manterá este compromisso diante das imprevisíveis vicissitudes que a vida nos apresenta?», adverte o acadêmico, e responde que «é por isso que os crentes confiam a Deus a esperança de uma promessa cujo cumprimento pode assegurar-se só com a sua ajuda».
Com relação aos filhos, o político italiano explica que a criação e educação de uma criança «é uma tarefa árdua», pelo que sempre será melhor a presença do homem consciente também de sua responsabilidade.
«Nos primeiros meses de vida, a criança reconhece sua mãe: acostumou-se por nove meses ao batimento de seu coração. Ao contrário, o recém-nascido não reconhecerá seu pai: é através da mediação da mãe que o pai é reconhecido como tal pela criança», manifesta. A mãe, geralmente, é a encarregada de dar «segurança» à criança, enquanto o pai será quem, habitualmente, lhe ensinará o sentido do «dever».
«Portanto, o papel masculino e o feminino se diferenciam por razões naturais e funcionais», assinala. Ainda que a distinção não seja rígida e vá mudando com o tempo e o espaço, a diferença é necessária para «sustentar o processo da educação. Além disso, a diferenciação tem uma base natural na estrutura biológica do homem e da mulher», manifesta.
Buttiglione se pergunta acerca de se é possível uma civilização que rejeite o dom da feminilidade, que fuja da tarefa de preparar as mulheres para serem mães. «Quando ocorre, a sociedade se consome e morre», responde. E agrega: «Em geral, isso marcou mais o destino e decadência de grupos dirigentes reduzidos como na crise final do Império Romano. Mas em nossa época, o fenômeno adquire uma dimensão de massas e ameaça a própria sobrevivência de nossa cultura», adverte.
Na cultura feminista, exemplifica, a concepção, que é a essência da feminilidade, é vista como negativa; assim também o papel do pai, que também foi questionado mediante a «demonização» da autoridade.
A crise da família afeta, em conseqüência, toda a sociedade, devido a que «o ideal de fraternidade humana, de todos os homens, seria inconcebível se não existisse a própria experiência da família». Buttiglione expõe em seu texto que a família é o princípio de unidade dos seres humanos, onde a unidade não nasce da opressão, mas da entrega mútua de reconhecimento, liberdade e amor.
Fonte: ZENIT.org

segunda-feira, 24 de novembro de 2008

ACORDO SANTA SÉ - BRASIL - COMENTÁRIO DO CARDEAL ODILO SCHERER

COMENTÁRIO DO CARDEAL-ARCEBISPO DE SÃO PAULO, ODILO SCHERER
Acordo Brasil-Santa Sé
No dia 13 de novembro, durante a visita do Presidente Lula ao Papa, no Vaticano, foi assinado um Acordo entre a Igreja (Santa Sé) e o Estado (Brasil), sobre a situação jurídica da Igreja no Brasil.
O fato, não foi muito noticiado pela grande imprensa, é importantíssimo para a Igreja e é muito bom que o fato seja divulgado e que o texto do Acordo seja conhecido e interpretado corretamente.
Na proclamação da República (1889) foi interrompido o regime do Padroado, pelo qual a Igreja Católica havia sido até então "religião oficial" no Brasil; feita a separação entre Igreja e Estado, estabeleceu-se o princípio do Estado laico, segundo o qual não há uma religião oficial no país e a liberdade religiosa como um direito dos cidadãos.
Foi bom para a Igreja, que ficou livre da tutela do Estado e ganhou liberdade para crescer e se desenvolver com autonomia; sem a interferência do Estado, a Igreja no Brasil também passou a estreitar sua relação com o Papa e com a comunhão do episcopado.Mas, desde então, a situação da Igreja perante o Estado carecia de clareza; não havia um reconhecimento formal da existência da Igreja católica, como uma instituição presente na sociedade brasileira, com legítimos representantes e organizações próprias.
Ao mesmo tempo, faltava um reconhecimento formal acerca da contribuição que a Igreja católica podia dar para a sociedade nos vários campos, como a educação, a cultura e a saúde.
Não raro, isso dava origem a dificuldades para que a legitimidade dos representantes da Igreja e de suas organizações fosse reconhecida perante as Instituições do Estado. As coisas, em geral, andaram bem por força do costume, da importância inequívoca da nossa Igreja na sociedade e por causa das boas relações geralmente cultivadas entre Igreja e Estado em nosso País.
Contudo, do ponto de vista jurídico e institucional, não havia clareza nem segurança para a Igreja.Com o Acordo, as coisas devem mudar.
A Igreja católica ganha um reconhecimento jurídico perante o Estado; e também muitas de suas organizações, atribuições e ações recebem um reconhecimento jurídico oficial. Assim, por exemplo, o Bispo será reconhecido oficialmente pelo Estado como representante da sua diocese; e suas decisões em relação à diocese também.
Assim, o ato da criação de uma paróquia, como também a nomeação do Pároco, serão reconhecidos pelo Estado.
E esse Pároco, com a nomeação recebida, poderá apresentar-se perante o banco ou o correio e afirmar que representa legitimamente aquela paróquia... Naturalmente, trata-se apenas de algumas das muitas questões implicadas no Acordo, cujo texto integral vale a pena conhecer.
O Acordo não estabelece privilégios para a Igreja Católica no Brasil, nem discrimina outras religiões ou grupos religiosos não-católicos.
Esses, por sua vez, poderão também tentar negociar com o Estado um Acordo semelhante; de toda maneira, este já oferece muitas referências válidas também para outras religiões ou Igrejas. Nada daquilo que está no Acordo contraria a Constituição brasileira. De maneira geral, o Acordo recolhe elementos já presentes na legislação brasileira num documento único e orgânico, que ganha a força de um Acordo internacional entre duas entidades soberanas: o Brasil e a Santa Sé, que representa a Igreja Católica.
Isso não é pouco! Estado laico não é aquele que proíbe ou dificulta as organizações religiosas e suas manifestações; isso seria a repressão da liberdade religiosa.
O Acordo deixa clara a verdadeira laicidade do Estado, quando este reconhece, respeita e garante a liberdade religiosa dos cidadãos, sem interferir nas organizações religiosas, e aceita a colaboração dessas para o bem da sociedade.
É isso que o presidente da França, Nicolas Sarkozy, chamou de "laicidade positiva" do Estado durante a visita do Papa àquele país em setembro passado.
Há muito tempo a Igreja no Brasil desejava algo assim; já em 1953, a CNBB fez um primeiro pedido de um Acordo, mas as coisas não progrediram; nos anos 80, com Dom Ivo Lorscheiter na presidência, a CNBB tentou novamente; e assim também com Dom Luciano Mendes de Almeida e Dom Jayme Chemello, mas não houve avanços.
Finalmente, em 2003, a CNBB reapresentou o pedido à Santa Sé e, então, houve abertura e interesse da parte do Governo brasileiro; as negociações foram bem sucedidas e o Acordo agora já foi assinado. Para entrar em vigor, precisa ainda ser ratificado pelas duas casas do Congresso Nacional, Câmara e Senado. Esperamos que isso aconteça em breve e sem problemas.

Card. Odilo P. Scherer
Arcebispo de S. Paulo

Fonte : RV

BEATIFICAÇÃO DE JOSÉ ALALLO VADÉS, PADRE CUBANO

BISPOS CUBANOS DIVULGAM MENSAGEM SOBRE BEATIFICAÇÃO DE PE. OLALLO

Camaguey, 24 nov (RV)
- A Igreja Católica cubana anunciou nas missas deste domingo a beatificação de José Olallo Valdés no próximo sábado na cidade de Camaguey na presença do cardeal Saraiva Martins, Prefeito emérito da Congregação para as Causas dos Santos.
Uma mensagem dos bispos de Cuba divulgada ontem em todas as igrejas do país chama a atenção para uma “convivência fraterna” seguindo o exemplo de Olallo.
“Que o exemplo de caridade paciente e heróica de Padre Olallo ajude todos nós, mas de maneira especial aqueles que têm a delicada tarefa de promover o bem comum”, destaca a mensagem.
Olallo viveu de 1820 a 1889 e cuidou dos feridos, sendo sacerdote, durante a guerra de Independência dos cubanos da Espanha.
“A Igreja reconhece publicamente que o Padre Olallo viveu de modo extraordinário as virtudes cristãs, destacando-se assim por sua santidade de vida”, acrescenta a mensagem. (SP)

Fonte: RV

ACORDO ENTRE SANTA SÉ E BRASIL

POR QUE UM ACORDO ENTRE SANTA SÉ E BRASIL?



Cidade do Vaticano, 24 nov (RV)
- Estamos publicando, a cada dia, comentários explicativos acerca do Acordo Brasil-Santa Sé, com o intuito de esclarecer a opinião pública em geral e os católicos em particular, sobre o significado e a importância desse documento.
Hoje respondemos à seguinte questão: Por que um "Acordo" entre a Santa Sé e o Estado brasileiro?
O Acordo responde principalmente a uma exigência da Igreja de certeza jurídica: isto é, recolher, dentro de um único texto legislativo, o estatuto jurídico da Igreja Católica no Brasil; este texto, ademais, tem a força jurídica de um tratado internacional, sendo estipulado entre duas entidades soberanas de direito internacional: o Estado brasileiro e a Santa Sé.
É importante destacar que a Santa Sé celebra freqüentemente estes tipos de Acordos com Nações do mundo inteiro, inclusive com Países muçulmanos ou de radicada tradição ‘não confessional’.
Nos últimos anos, depois do Concílio Vaticano II, a atividade pactícia bilateral da Santa Sé foi intensíssima, e foram assinados mais de cem Acordos internacionais, particularmente com Países do antigo ‘bloco’ soviético, mas também com várias Nações africanas, do Oriente Médio, asiáticas, latino-americanas e européias.


Fonte: RV