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NOSSA SENHORA DE FÁTIMA

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CAPELA DE NOSSA SENHORA DA MEDALHA MILAGROSA

Uma Capela cheia de segredos !Você quer descobri-la conosco? Saiba, antes de tudo, que a Casa Mãe da Companhia das Filhas da Caridade era o antigo "Hotel de Châtillon". Este, foi concedido à Companhia, em 1813, por Napoleão Bonaparte, depois da tormenta da Revolução Francesa. Imediatamente, começa a construção da Capela.A 8 de agosto de 1813, realizou-se a bênção solene da Capela dedicada ao Sagrado Coração de Jesus. Em 1830, aconteceram então as aparições. Aumentou o numero de vocações.Foi necessário transformar a Capela, que passa então por várias modificações. Em 1930, por ocasião do centenário das apariçes, uma nova reforma nos mostra a Capela tal como a vemos hoje.Agora, a você a oportunidade de visitá-la!
http://www.chapellenotredamedelamedaillemiraculeuse.com

Visita a Capela da Medalha Milagrosa, localizada na Rue du Bac, 140 - Paris

Visita a Capela da Medalha Milagrosa, localizada na Rue du Bac, 140 - Paris
Clique sobre a foto para a visita guiada em 15 etapas

sábado, 15 de março de 2008

O DOMINGO DE RAMOS


O Domingo de Ramos abre por excelência a Semana Santa. Relembramos e celebramos a entrada triunfal de Jesus Cristo em Jerusalém, poucos dias antes de sofrer a Paixão, Morte e Ressurreição. Este domingo é chamado assim porque o povo cortou ramos de árvores, ramagens e folhas de palmeiras para cobrir o chão onde Jesus passava, montado num jumento. Com folhas de palmeiras nas mãos, o povo o aclamava “Rei dos Judeus”, “Hosana ao Filho de Davi”, “Salve o Messias”... E assim, Jesus entra triunfante em Jerusalém despertando nos sacerdotes e mestres da lei muita inveja, desconfiança, medo de perder o poder. Começa então uma trama para condenar Jesus à morte e morte de cruz.
O povo o aclama cheio de alegria e esperança, pois Jesus tido por eles como o profeta da Galiléia, o Messias, o Libertador, iria arrancá-los da escravidão política e econômica cruelmente imposta pelos romanos, e da escravidão religiosa que massacrava a todos com os rigores excessivos e absurdos da lei.
Mas, poucos dias depois, essa mesma multidão, manipulada pelas autoridades religiosas, o acusaria de impostor, de blasfemador, de falso messias. E incitada pelos sacerdotes e mestres da lei, exigiria que Pôncio Pilatos, governador romano da província, o condenasse à morte.
Por isso, na celebração do Domingo de Ramos, proclamamos dois evangelhos: o primeiro, que narra a entrada festiva de Jesus em Jerusalém, fortemente aclamado pelo povo; depois o Evangelho da Paixão de Nosso Senhor Jesus Cristo, onde são relatados os acontecimentos do julgamento de Cristo. Julgamento injusto, com testemunhas compradas e com o firme propósito de condená-lo à morte. Antes, porém, da sua condenação, Jesus passa por humilhações, cusparadas, bofetadas, é chicoteado impiedosamente por chicotes romanos que produziam no supliciado profundos cortes com grande perda de sangue. Só depois de tudo isso que Jesus passou por amor a nós e que, com palavras, é impossível descrever, é que Ele foi condenado à morte, pregado numa cruz.
O Domingo de Ramos pode ser chamado também de “Domingo de Ramos e da Paixão do Senhor”. Nele, a liturgia nos relembra e nos convida a celebrar esses acontecimentos da vida de Jesus que se entregou ao Pai como Vítima Perfeita e sem mancha para nos salvar da escravidão do pecado e da morte. Pela liturgia deste domingo, compreendemos que Jesus mesmo traçou o itinerário pascal: frente ao homem que tem pretensão de ser como Deus, Cristo decide ser como homem, fazendo-se obediente até o extremo da morte na cruz, que se torna seu “Sim” definitivo ao Pai e à humanidade.
Este domingo é como que uma chave para se entender o mistério da Páscoa: Cristo é o protagonista da sua Paixão, e não um objeto da maldade humana, ou uma mera vítima das ciladas de seus inimigos. É Ele mesmo que se lança para a cruz, como um homem apaixonado a caminho do altar nupcial. Nisso, a maldade dos homens nunca poderá preceder a Misericórdia de Deus.
Portanto, crer nos acontecimentos da Paixão, Morte e Ressurreição de Nosso Senhor Jesus Cristo é crer no mistério central da nossa fé, é crer na vida que vence a morte, é vencer o mal, é também ressuscitar com Cristo e, com Ele Vivo e Vitorioso, viver eternamente. É proclamar, como nos diz São Paulo: ‘“Jesus Cristo é o Senhor”, para a glória de Deus Pai’ (Fl 2, 11).

sexta-feira, 14 de março de 2008

Papa presidirá missa do Domingo de Ramos no Vaticano

O Papa Bento XVI presidirá no próximo dia 16, na basílica de São Pedro, no Vaticano, a tradicional missa do Domingo de Ramos, que dá início às liturgias da Semana Santa, anunciou a Santa Sé nesta terça-feira.
A missa será dedicada aos jovens e marca o início das XXIII Jornadas Mundiais da Juventude, que serão realizadas em julho, na Austrália.
Durante a liturgia, o Sumo Pontífice benzerá os ramos de oliveiras e as palmas, que, para a Igreja católica, são o símbolo da paz e do martírio sofridos por Jesus.
No dia 20, quinta-feira, o Papa oficiará a "missa do crisma" na presença de todos os padres da diocese de Roma e realizará a tradicional lavagem dos pés na basílica romana de São João de Latrão.
Na Quinta-Feira Santa o cristianismo comemora a última ceia de Cristo com seus discípulos antes de sua prisão e crucificação.
Na Sexta-Feira Santa, presidirá a tradicional Via Crucis no Coliseu romano e, no sábado, voltará à basílica do Vaticano para a "vigília pascal".
No domingo, celebrará a missa del Domingo da Ressurreição na Praça de São Pedro antes de pronunciar sua bênção "urbi et orbi" (à cidade e ao mundo).

quinta-feira, 13 de março de 2008

O TEMPO DA QUARESMA

A palavra Quaresma vem do latim quadragésima e é utilizada para designar o período de quarenta dias que antecedem a festa ápice do cristianismo: a ressurreição de Jesus Cristo, comemorada no famoso Domingo de Páscoa. Esta prática data desde o século IV.
Na quaresma, que começa na quarta-feira de cinzas e termina na quinta-feira (até a Missa da Ceia do Senhor, exclusive - Diretório da Liturgia - CNBB) da Semana Santa, os católicos realizam a preparação para a Páscoa. O período é reservado para a reflexão, a conversão espiritual. Ou seja, o católico deve se aproximar de Deus visando o crescimento espiritual. Os fiéis são convidados a fazerem uma comparação entre suas vidas e a mensagem cristã expressa nos Evangelhos. Esta comparação significa um recomeço, um renascimento para as questões espirituais e de crescimento pessoal. O cristão deve intensificar a prática dos princípios essenciais de sua fé com o objetivo de ser uma pessoa melhor e proporcionar o bem para os demais.
Essencialmente, o período é um retiro espiritual voltado à reflexão, onde os cristãos se recolhem em oração e penitência para preparar o espírito para a acolhida do Cristo Vivo, Ressuscitado no Domingo de Páscoa. Assim, retomando questões espirituais, simbolicamente o cristão está renascendo, como Cristo. Todas as religiões têm períodos voltados à reflexão, eles fazem parte da disciplina religiosa. Cada doutrina religiosa tem seu calendário específico para seguir. A cor litúrgica deste tempo é o roxo, que significa luto e penitência.
Cerca de duzentos anos após o nascimento de Cristo, os cristãos começaram a preparar a festa da Páscoa com três dias de oração, meditação e jejum. Por volta do ano 350 d. C., a Igreja aumentou o tempo de preparação para quarenta dias. Assim surgiu a Quaresma.
Na Bíblia, o número quatro simboliza o universo material. Os zeros que o seguem significam o tempo de nossa vida na terra, suas provações e dificuldades. Portanto, a duração da Quaresma está baseada no símbolo deste número na Bíblia. Nela, é relatada as passagens dos quarenta dias do dilúvio, dos quarenta anos de peregrinação do povo judeu pelo deserto, dos quarenta dias de Moisés e de Elias na montanha, dos quarenta dias que Jesus passou no deserto antes de começar sua vida pública, dos 400 anos que durou a estada dos judeus no Egito, entre outras. Esses períodos vêm sempre antes de fatos importantes e se relacionam com a necessidade de ir criando um clima adequado e dirigindo o coração para algo que vai acontecer.

A Igreja católica propõe, por meio do Evangelho proclamado na quarta-feira de cinzas, três grandes linhas de ação: a oração, a penitência e a caridade. Não somente durante a Quaresma, mas em todos os dias de sua vida, o cristão deve buscar o Reino de Deus, ou seja, lutar para que exista justiça, a paz e o amor em toda a humanidade. Os cristãos devem então recolher-se para a reflexão para se aproximar de Deus. Esta busca inclui a oração, a penitência e a caridade, esta última como uma conseqüência da penitência.
É costume jejuar na Quaresma, ainda que ele seja válido em qualquer época do ano. A igreja propõe o jejum principalmente como forma de sacrifício, mas também como uma maneira de educar-se, de ir percebendo que, o que o ser humano mais necessita é de Deus. Desta forma se justifica as demais abstinências, elas têm a mesma função.
Oficialmente, o jejum deve ser feito pelos cristãos batizados, na quarta-feira de cinzas e na sexta-feira santa. Pela lei da igreja, o jejum é obrigatório nesses dois dias para pessoas entre 18 e 60 anos. Porém, podem ser substituídos por outros dias na medida da necessidade individual de cada fiel, e também praticados por crianças e idosos de acordo com suas disponibilidades.
O jejum, assim como todas as penitências, é visto pela igreja como uma forma de educação no sentido de se privar de algo e reverte-lo em serviços de amor, em práticas de caridade. Os sacrifícios, que podem ser escolhidos livremente, por exemplo: um jovem deixa de mascar chicletes por um mês, e o valor que gastaria nos doces é usado para o bem de alguém necessitado.

OS RITUAIS E TRADIÇÕES ASSOCIADOS À QUARESMA
As celebrações têm início no Domingo de Ramos, ele significa a entrada triunfal de Jesus, o começo da Semana Santa. Os ramos simbolizam a vida do Senhor, ou seja, Domingo de Ramos é entrar na Semana Santa para relembrar aquele momento.

quarta-feira, 12 de março de 2008

Conferência Episcopal lança blog sobre visita papal aos Estados Unidos

WASHINGTON, quarta-feira, 12 de março de 2008 (ZENIT.org).

- A Conferência Episcopal dos Estados Unidos lançou um blog sobre a visita de Bento XVI ao país.
Um ponto de vista interno sobre os preparativos da visita papal, desde os bancos das igrejas, e reflexões sobre o significado da visita de Bento XVI aos Estados Unidos, de 15 a 20 de abril, poderão ser encontrados no blog da visita papal em http://www.uspapalvisit.org/.
O Departamento de Comunicações da Conferência Episcopal dos Estados Unidos lançou o blog em 10 de março.
Seus comentários incluem desde uma reflexão sobre o tema por parte de Helen Osman, secretária de Comunicações, até observações sobre a diversidade étnica da Igreja de hoje nos Estados Unidos, e uma observação de Pat Ryan García, diretor ajudante de «Digital Media» da Conferência Episcopal, que afirma que o Papa está abençoando ambas ligas de beisebol em sua visita: celebrará a missa em um estado da Liga Nacional em Washington (Nationals Park) e em um parque da Liga Americana em Nova York (Yankee Stadium).
O primeiro comentário colocado no site provém de um antigo catequista da Pensilvânia que espera um ingresso para a missa papal.
O blog é uma iniciativa da Conferência Episcopal lançada pelo novo escritório episcopal para os Meios Digitais.
O site http://www.uspapalvisit.org/ é também uma fonte de informação para o público em geral, assim como para os meios de comunicação que farão a cobertura do evento. Repórteres e editores terão acesso a materiais para seu trabalho através de uma seção protegida com uma senha.
O site oferece links para vários lugares de encontro sobre a visita, documentação sobre o Papa e a Igreja nos Estados Unidos, e também recursos proporcionados pela arquidiocese de Washington. Para as solicitações da mídia, pode-se escrever uma mensagem a commdept@usccb.org.

Fonte: (ZENIT.org).

terça-feira, 11 de março de 2008

Bento XVI orienta - Reconcilie-se

RECONCILIAÇÃO

«Queridos irmãos e irmãs, para uma profunda celebração da Páscoa, a Igreja pede aos fiéis que se aproximem nestes dias do Sacramento da Penitência, que é como uma espécie de morte e ressurreição para cada um de nós.(…)Preparar-se para a Páscoa com uma boa confissão continua a ser um dever que se deve valorizar plenamente, porque nos oferece a possibilidade de recomeçar a nossa vida e ter realmente um novo início na alegria do Ressuscitado e na comunhão do perdão que Ele nos concede.Conscientes de ser pecadores, mas confiantes na misericórdia divina, deixemo-nos reconciliar por Cristo para gozar mais intensamente a alegria que Ele nos comunica com a sua ressurreição.»
Bento XVI

Vaticano não publicou nova lista de pecados capitais

ZP08031113 - 11-03-2008
Veja na integra a notícia na ZENIT ZENIT .org

Vaticano não publicou nova lista de pecados capitais
Declaração a interpretações de imprensa


CIDADE DO VATICANO, terça-feira, 11 de março de 2007 (ZENIT.org).

- «O Vaticano não publicou uma nova lista dos sete pecados capitais», esclareceram nesta terça-feira fontes da Igreja Católica.
A Sala de Comunicação da Conferência Episcopal da Inglaterra e Gales emitiu um comunicado para fazer esta declaração em resposta a vários artigos de imprensa.
«Não existe nenhum edito vaticano novo», declara o comunicado, explicando que a confusão se deve à interpretação que alguns órgãos informativos fizeram de uma entrevista publicada na edição italiana cotidiana de «L’Osservatore Romano», com data de 9 de março.
O entrevistado é Dom Gianfranco Girotti, bispo regente do tribunal da Penitenciaria Apostólica. O penitenciário maior é o cardeal americano James Francis Stafford.
O jornalista Nicola Gori perguntou ao prelado: «Quais são, segundo o senhor, os novos pecados?».
«Há várias áreas dentro das quais hoje percebemos atitudes pecaminosas em relação aos direitos individuais e sociais», responde Dom Girotti.
«Antes de tudo a área da bioética, dentro da qual não podemos deixar de denunciar algumas violações dos direitos fundamentais da natureza humana, através de experimentos, manipulações genéticas, cujos efeitos é difícil prever e controlar.»
«Outra área, propriamente social, é a área das drogas, com a qual a psique se enfraquece e a inteligência obscurece, deixando muitos jovens fora do circuito eclesial.»
Está também «a área das desigualdades sociais e econômicas, pelas quais os pobres se tornam cada vez mais pobres e os ricos cada vez mais ricos, alimentando uma insustentável justiça social; a área da ecologia, que reveste hoje um importante interesse».


Pode-se ler a entrevista original em italiano em ZENIT.org em italiano

segunda-feira, 10 de março de 2008

NOTÍCIA DA BBC Brasil do dia 10 DE MARÇO DE 2008

NOTÍCIA DA BBC Brasil do dia 10 DE MARÇO DE 2008

Vaticano divulga lista de novos pecados capitais

A manipulação genética, o uso de drogas, a desigualdade social e a poluição ambiental estão entre os novos pecados capitais pelos quais os cristãos devem pedir perdão, segundo a nova lista apresentada pela Santa Sé.

O Vaticano atualizou a lista de pecados capitais para adaptá-la à "realidade da globalização".
Os novos pecados capitais merecedores de condenação segundo a Igreja Católica serão agregados aos anteriores: gula, luxúria, avareza, ira, soberba, vaidade e preguiça.
Publicada no domingo no jornal do Vaticano, "Osservatore Romano", a lista foi divulgada depois que o papa Bento 16 denunciou a "queda do sentimento de pecado no mundo secularizado", em meio à redução no número de católicos que praticam a confissão.
Sociedade
Em entrevista ao "Osservatore Romano", monsenhor Gianfranco Girotti, responsável pelo tribunal da Cúria Romana que trata das questões internas do Vaticano, afirmou que, ao contrário dos anteriores, os novos pecados vão além dos direitos individuais e têm uma dimensão social.
"Há várias áreas relacionadas aos direitos individuais e sociais dentro das
quais incorrer em atitudes pecaminosas. Antes de mais nada, a área bioética, dentro da qual não podemos deixar de denunciar algumas violações de direitos fundamentais da natureza humana, através de experiências e manipulações genéticas, cujos êxitos são difíceis de prever e manter sob controle". Na avaliação do prelado, a injustiça social e os crimes ambientais também estão na lista das novas ofensas pelas quais os fiéis devem pedir perdão e fazer penitência.
"A desigualdade social, onde os ricos se tornam cada vez mais ricos e os pobres, cada vez mais pobres, alimentam uma insuportável injustiça social. Depois tem a área da ecologia, que hoje desperta grande interesse", apontou o responsável pelo tribunal vaticano.
Na entrevista, Girotti citou ainda o uso de drogas como um dos novos pecados que merecem condenação.
"A droga enfraquece a psique e obscura a inteligência, deixando muitos jovens fora do circuito da Igreja", explica.
Sociedade
Na interpretação de monsenhor Girotti, o pecado deixou de ser apenas uma questão pessoal e passou a ter maior influencia na sociedade.

"Antes, o pecado tinha uma dimensão individual, hoje tem uma impacto social, principalmente por causa da globalização. A atenção ao pecado agora é mais urgente devido aos reflexos maiores e mais destruidores que pode ter", disse Girotti.
Na entrevista ao jornal do papa, o monsenhor recordou que entre os grandes pecados estão o aborto e a pedofilia e comentou o escândalo dos abusos sexuais cometidos por padres.
Ele admitiu que se trata de um problema grave, mas denunciou uma espécie de campanha contra a Igreja Católica por parte dos meios de comunicação.
"Estes fenômenos graves que foram denunciados demonstram a fragilidade humana e institucional da Igreja. Ela, porém, reagiu e continua reagindo para tutelar sua imagem e o bem do povo de Deus. Mas os meios de comunicação enfatizam o problema, prejudicando a imagem da Igreja", declarou o clérigo ao jornal.
Confissão
Monsenhor Gianfranco Girotti falou dos novos pecados aos padres reunidos no Vaticano até o final de semana passado, durante curso de atualização sobre o sacramento da confissão.
Durante o curso, o responsável pelo tribunal informou que cada vez menos católicos confessam os próprios pecados aos padres. Girotti denunciou que cerca de 60% dos fiéis na Itália não se confessam, citando estatísticas da Universidade Católica italiana.
Na entrevista ao "Osservatore Romano", Girotti recordou as recomendações para se receber o perdão.
"Confissão em 15 ou máximo 20 dias depois de cometer o pecado, comunhão, oração segundo as intenções do papa, pureza e caridade", disse o clérigo.

Origem – BBC Brasil

Diez consejos de Benedicto XVI a la juventud


Diez consejos de Benedicto XVI a la juventud

Decálogo con que el papa Benedicto XVI animó a los jóvenes de todo el mundo a seguir a Cristo, en el encuentro internacional de la juventud que se celebró el año 2005 en Colonia (Alemania). Creemos que puede ayudar, no sólo a los jóvenes, sino al resto de personas que sientan la llamada de Cristo o, sencillamente, deseen dar un giro a su fe o a su vida. Merece la pena leerlo. A muchos os hará reflexionar. Gracias.
1)
Dialogar con Dios. "Alguno de vosotros podría tal vez identificarse con la descripción que Edith Stein hizo de su propia adolescencia, ella, que vivió después en el Carmelo de Colonia: "Había perdido consciente y deliberadamente la costumbre de rezar". (...) podréis recobrar la experiencia vibrante de la oración como diálogo con Dios, del que sabemos que nos ama y al que, a la vez, queremos amar".
2) Contarle las penas y alegrías. "Abrid vuestro corazón a Dios. Dejaos sorprender por Cristo. Dadle el "derecho a hablaros" (...). Abrid las puertas de vuestra libertad a su amor misericordioso. Presentad vuestras alegrías y vuestras penas a Cristo, dejando que Él ilumine con su luz vuestra mente y toque con su gracia vuestro corazón".
3) No desconfiar de Cristo. "Queridos jóvenes, la felicidad que buscáis, la felicidad que tenéis derecho a saborear, tiene un nombre, un rostro: el de Jesús de Nazaret, oculto en la Eucaristía. Sólo Él da plenitud de vida a la humanidad. Decid, con María, vuestro "sí" al Dios que quiere entregarse a vosotros. Os repito hoy lo que dije al principio de mi pontificado: "Quien deja entrar a Cristo en la propia vida no pierde nada, nada, absolutamente nada de lo que hace la vida libre, bella y grande. ¡No!. Sólo con esta amistad se abren de par en par las puertas de la vida. Sólo con esta amistad se abren realmente las grandes potencialidades de la condición humana. Sólo con esta amistad experimentamos lo que es bello y lo que nos libera". Estad plenamente convencidos: Cristo no quita nada de lo que hay de hermoso y grande en vosotros, sino que lleva todo a la perfección para la gloria de Dios, la felicidad de los hombres y la salvación del mundo".
4) Estar alegres: querer ser santos. "Más allá de las vocaciones de especial consagración, está la vocación propia de todo bautizado: también es ésta una vocación a aquel "alto grado" de la vida cristiana ordinaria que se expresa en la santidad. Cuando se encuentra a Jesús y se acoge su Evangelio, la vida cambia y uno es empujado a comunicar a los demás la propia experiencia (...). La Iglesia necesita santos. Todos estamos llamados a la santidad, y sólo los santos pueden renovar la humanidad. Os invito a que os esforcéis (...) por servir sin reservas a Cristo, cueste lo que cueste. El encuentro con Jesucristo os permitirá gustar interiormente la alegría de su presencia viva y vivificante, para testimoniarla después en vuestro entorno".
5) Dios: tema de conversación con los amigos. "Son tantos nuestros compañeros que todavía no conocen el amor de Dios, o buscan llenarse el corazón con sucedáneos insignificantes. Por lo tanto, es urgente ser testigos del amor contemplando en Cristo. Queridos jóvenes, la Iglesia necesita auténticos testigos para la nueva evangelización: hombres y mujeres cuya vida haya sido transformada por el encuentro con Jesús; hombres y mujeres capaces de comunicar esta experiencia a los demás".
6) El domingo, ir a Misa.No os dejéis disuadir de participar en la Eucaristía dominical y ayudad también a los demás a descubrirla. Ciertamente, para que de ella emane la alegría que necesitamos, debemos aprender a amarla. Comprometámonos a ello, ¡vale la pena!. Descubramos la íntima riqueza de la liturgia de la Iglesia y su verdadera grandeza: no somos nosotros los que hacemos fiesta para nosotros, sino que es, en cambio, el mismo Dios viviente el que prepara una fiesta para nosotros. Con el amor a la Eucaristía redescubriréis también el sacramento de la Reconciliación, en el cual la bondad misericordiosa de Dios permite siempre iniciar de nuevo nuestra vida.
7) Demostrar que Dios no es triste. Quien ha descubierto a Cristo debe llevar a otros hacia Él. Una gran alegría no se puede guardar para uno mismo. Es necesario transmitirla. En numerosas partes del mundo existe hoy un extraño olvido de Dios. Parece que todo marche igualmente sin Él. Pero al mismo tiempo existe también un sentimiento de frustración, de insatisfacción de todo y de todos. Dan ganas de exclamar: ¡No es posible que la vida sea así!. Verdaderamente, no.
8) Conocer la fe. Ayudad a los hombres a descubrir la verdadera estrella que nos indica el camino: Jesucristo. Tratemos nosotros mismos de conocerlo cada vez mejor para poder guiar también, de modo convincente, a los demás hacia Él. Por esto, es tan importante el amor a la sagrada Escritura y, en consecuencia, conocer la fe de la Iglesia que nos muestra el sentido de la Escritura.
9) Ayudar: ser útil. Si pensamos y vivimos en virtud de la comunicación con Cristo, entonces se nos abren los ojos. Entonces no nos adaptaremos más a seguir viviendo preocupados solamente por nosotros mismos, sino que veremos dónde y cómo somos necesarios. Viviendo y actuando así nos daremos cuenta bien pronto que es mucho más bello ser útiles y estar a disposición de los demás que preocuparse sólo de las comodidades que se nos ofrecen. Yo sé que vosotros como jóvenes aspiráis a cosas grandes, que queréis comprometeros por un mundo mejor. Demostrádselo a los hombres, demostrádselo al mundo, que espera exactamente este testimonio de los discípulos de Jesucristo y que, sobre todo, mediante vuestro amor, podrá descubrir la estrella que como creyentes seguimos.
10)
Leer la Biblia. El secreto para tener un "corazón que entienda" es formarse un corazón capaz de escuchar. Esto se consigue meditando sin cesar la palabra de Dios y permaneciendo enraizados en ella, mediante el esfuerzo de conocerla siempre mejor. Queridos jóvenes, os exhorto a adquirir intimidad con la Biblia, a tenerla a mano, para que sea para vosotros como una brújula que indica el camino a seguir. Leyéndola, apenderéis a conocer a Cristo. San Jerónimo observa al respecto: "El desconocimiento de las Escrituras es desconocimiento de Cristo".
En resumen... Construid la vida sobre Cristo, acogiendo con alegría la palabra y poniendo en práctica la doctrina: ¡he aquí, jóvenes del tercer milenio, cuál debe ser vuestro programa!. Es urgente que surja una nueva generación de apóstoles enraizados en la palabra de Cristo, capaces de responder a los desafíos de nuestro tiempo y dispuestos a difundir el Evangelio por todas partes. ¡Esto es lo que os pide el Señor, a esto os invita la Iglesia, esto es lo que el mundo -aun sin saberlo- espera de vosotros!. Y si Jesús os llama, no tengáis miedo de responderle con generosidad, especialmente cuando os propone seguirlo en la vida consagrada o en la vida sacerdotal. No tengáis mideo: fiaos de Él y no quedaréis decepcionados.
Benedicto XVI.

REVISTA ARAUTOS DO EVANGELHO - março 2008













Número 75 - Março 2008


Sumário

-Escrevem os leitores.
-José, varão justo por excelência
-A lei da obediência
-Arautos no mundo
-São Clemente Maria Hofbauer – O santo que transformou Viena-A ressurreição: artigo de fé
-O tesouro da oração – Ladainha do Preciosíssimo Sangue de Jesus
-A palavra dos Pastores – In nomine Domini
-Aconteceu na Igreja e no mundo
-História para crianças... O rei e o menino
-Os Santos de cada dia
-Os castelos, o Papa e Maria

sexta-feira, 7 de março de 2008

Apostolado do Oratório – Entrevista

Entrevista realizada com o casal Sr. Cássio e Da. Maria de Lourdes da cidade de * Mogi das Cruzes, SP

Em Mogi das Cruzes, encontramos o casal Sr.Cássio Silvio Miguel e Da. Maria de Lourdes Viana Miguel e suas filhas: Natália de 14 anos, Letícia de 8 anos e a menor, Bernadete com 5 aninhos. Cássio tem uma vida um tanto quanto atribulada, pois trabalha em São Paulo. Com isto, nos dias de engarrafamento chega a perder em média quatro longas horas para ir e voltar do trabalho. Apesar de todas as dificuldades, o casal encontra tempo suficiente para se dedicar ao supervisão geral de 74 grupos de Oratórios.

ENTREVISTA:

A FAMÍLIOA CATÓLICA: Como o casal organiza esses 74 Grupos de Oratórios?
Casal Supervisor, Cássio e Maria de Lourdes: Aqui em Mogi das Cruzes, na Paróquia de Nossa senhora da Paz, temos 7 grupos de Oratórios e outros 23 grupos nas redondezas. Os demais 44 Oratórios estão distribuídos por outras Paróquias. Nosso primeiro grupo foi formado em 2002, quando os Arautos do Evangelho estiveram em missão no nosso bairro de Vila da Prata. Todo primeiro domingo de cada mês, aproveitamos esta data e reunimos todos os grupos de Oratório para uma Missa as 8:00h da manhã. Nesta ocasião, rezamos o Terço em conjunto, fazemos um cortejo de entrada com todos os os participantes e seus Oratórios e no final da Missa o nosso pároco, Pe. Didoné, renova a Consagração a Nossa senhora.

A FAMÍLIOA CATÓLICA: Vocês teriam alguma Graça especial a ser comentada, recebida por causa do Oratório?
Casal Supervisor, Cássio e Maria de Lourdes: Sim, inúmeras pessoas já receberam muitas Graças. Fato importante: já perdemos a conta, mas podemos assegurar que mais de 20 pessoas que estavam desempregadas, conseguiram seus novos empregos no mesmo dia em rezaram diante do Oratório. Sem duvida alguma, são Graças especiais!

A FAMÍLIOA CATÓLICA: Comentem para nós se a supervisão destes 74 grupos transcorre calmamente ou surgem dificuldades para vocês?
Casal Supervisor, Cássio e Maria de Lourdes: Nossa principal dificuldade é manter regularidade do rodízio dos Oratórios. As coordenadoras (es) relatam que às vezes há pessoas que retêm o Oratório mais de um dia em sua casa. Outras famílias viajam e esquecem de avisar a coordenador (a)... O principal papel da Coordenadora é encontrar as soluções adequadas para cada caso e superar os obstáculos que venham a surgir.

A FAMÍLIOA CATÓLICA: Como o Oratório deve ser recebido em casa ?
Casal Supervisor, Cássio e Maria de Lourdes: Nossa família, para receber o Oratório, efetuamos todo mês, um convite verbal à nossos vizinhos para que todos juntos venham à nossa casa para recepcionar o Oratório do Imaculado Coração De Maria. Na presença de nossa família completa e de nossos convidados, nossa filha caçula, Bernadete puxa o Terço...

A FAMÍLIOA CATÓLICA: Finalmente, com nossas desculpas pela pergunta que faremos: A Bernadete é a xodó do pai?
Casal Supervisor, Cássio e Maria de Lourdes: Cássio, com largo sorriso nos lábios comenta: Até que é...Só não pode contar para as outras, senão minha situação fica muito complicada aqui em casa...(risos). Da. Maria de Lourdes aprova com a cabeça.

* Mogi das Cruzes é município do estado de São Paulo na Região da Grande São Paulo. Dista aproximadamente 58 km à leste da Capital. Conta com cerca de 373.2000 habitantes. Depois da capital, Mogi das Cruzes é o maior município, em área, da Grande São Paulo. É município desde 1611 e cidade desde 1865.

A FAMÍLIOA CATÓLICA: Casal muito sinpático e dedicado. Mais uma família Católica feliz apostolando com profundo carinho, muito amor e dedicação, o Apostolado do Oratório do Imaculado Coração de Maria.

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segunda-feira, 3 de março de 2008

ALEXANDRE, O GRANDE

Quando à beira da morte, Alexandre convoca seus generais e seu escriba e relata a estes seus 3 últimos desejos:
1 - que seu caixão seja transportado pelas mãos dos mais reputados médicos da época;
2 - que seja espalhado no caminho até seu túmulo, seus tesourosconquistados (prata, ouro, pedras preciosas... );
3 - que suas duas mãos sejam deixadas balançando no ar, fora do caixão, a vista de todos.
Um dos seus generais, admirado com esses desejos insólitos, pergunta a Alexandre a razão destes.
Alexandre explica então:
1 - Quero que os mais iminentes médicos carreguem meu caixão, para mostrar aos presentes que estes NÃO têm poder de cura nenhuma perante a morte;
2 - Quero que o chão seja coberto pelos meus tesouros para que as pessoas possam ver que os bens materiais aqui conquistados, aqui permanecem;
3 - Quero que minhas mãos balancem ao vento, para que as pessoas possam ver que de mãos vazias viemos, de mãos vazias partimos.

domingo, 2 de março de 2008

O PRIMEIRO SEMINÁRIO DA IGREJA

Oportet et haereses inter vos esse” — “É oportuno que haja divisões entre vós” (I Cor 11, 19). Por mais que seja perplexitante esta afirmação de São Paulo, a realidade dos fatos não tem feito senão confirmá-la. Quantas verdades de Fé não foram definidas apenas quando foi necessário combater o erro oposto? E quantas obras foram suscitadas pelo Espírito Santo, para dar remédio aos males de determinada época! Quase se poderia afirmar ter sido essa a causa do surgimento de grande número de congregações ou ordens religiosas.
Com a instituição dos seminários não foi diferente.
A profunda crise moral e religiosa do século XVI tornou patente a necessidade imperiosa de formar solidamente os que se preparavam para o sacerdócio. Para isto, o Concilio de Trento, em sua sessão de 15 de julho de 1563, recomendou abrir seminários no maior número de dioceses. No ano seguinte, Pio IV decretava a fundação do Seminário Romano, inaugurado em fevereiro de 1565. E, a partir daí, de tal forma essa instituição lançou raízes ao longo dos tempos, que não há hoje pastor que não dedique o melhor de seu esforço e atenção à formação dos futuros sacerdotes.
Encerrado o Concílio de Trento, não foi imediata a aplicação de suas inspiradas diretrizes, no que diz respeito à ampla criação de seminários diocesanos. Os bispos mais zelosos, porém, empenharam-se diligentemente em fazer vigorar as normas conciliares. Por exemplo, São Carlos Borromeu, em Milão e Frei Bartolomeu dos Mártires, em Braga (Portugal), onde fundou o Seminário Conciliar, nome conservado até aos dias de hoje.Na França, foi São Vicente de Paulo quem deu o mais forte impulso a esta importante iniciativa.“Formar bons eclesiásticos é a obra mais difícil, mais alta e mais importante para a salvação das almas”, dizia ele. Para isto, criou um seminário no Collège des Bons Enfants, onde os candidatos ao sacerdócio foram separados dos demais, a fim de lhes ser dada uma formação religiosa mais cuidadosa. Originavam-se assim um seminário maior e outro menor.
Também em nossos dias o Espírito Santo não deixa de suscitar medidas que dêem remédio aos males de nossa época. Assim, inspirou ao Papa Bento XVI a iniciativa de reformar alguns aspectos do ensino nos seminários, a fim de revitalizar esta instituição e adequá-la melhor às necessidades atuais. É o que se pode constatar no recente discurso do Papa à Assembléia Plenária da Congregação para a Educação Católica.
O estudo é indispensável na formação dos seminaristas, mas não deve impedir o sacrum convivium que cada um deles deve ter com Nosso Senhor Jesus Cristo, com sua Mãe Santíssima e com todos os santos e bem-aventurados. Essa é a lição que Nosso Senhor nos deixou. Ele, com sua infinita sabedoria, além de ter promovido a leitura dos Evangelhos, ao longo dos séculos, depois de sua Ascensão, deixou escrita nas almas uma tradição viva. E só depois de ter formado os Apóstolos, nas vias da Revelação e da santidade, é que lhes deu o mandato: “Ide por todo o mundo, e pregai o Evangelho a toda criatura” (Mc 16, 15). No conhecimento teológico e no progresso da vida espiritual, durante os três anos de relacionamento direto dos Apóstolos com Nosso Senhor, consistiu o primeiro seminário da História.

Tirado da Revista ARAUTOS DO EVANGELHO , março de 2008