NOSSA SENHORA DE FÁTIMA
Esteja ao lado de Nossa Senhora de Fátima como nunca pode imaginar.
Visite a Capela das Aparições, ON LINE.
Participe das orações, do terço e das missas diárias.
Clique na imagem de Nossa Senhora e estará em frente à Capelinha do Santuário de Fátima.
CAPELA DE NOSSA SENHORA DA MEDALHA MILAGROSA
Uma Capela cheia de segredos !Você quer descobri-la conosco? Saiba, antes de tudo, que a Casa Mãe da Companhia
das Filhas da Caridade era o antigo "Hotel de Châtillon". Este, foi concedido à Companhia, em 1813, por Napoleão Bonaparte, depois da tormenta da Revolução Francesa. Imediatamente, começa a construção da Capela.A 8 de agosto de 1813, realizou-se a bênção solene da Capela dedicada ao Sagrado Coração de Jesus. Em 1830, aconteceram então as aparições. Aumentou o numero de vocações.Foi necessário transformar a Capela, que passa então por várias modificações. Em 1930, por ocasião do centenário das apariçes, uma nova reforma nos mostra a Capela tal como a vemos hoje.Agora, a você a oportunidade de visitá-la!
http://www.chapellenotredamedelamedaillemiraculeuse.com
Primeira missa do
Papa Francisco: "Cuidar das pessoas que estão na periferia do nosso coração"

Cidade do Vaticano
– Na solenidade de São José, Papa Francisco dedicou toda a sua homilia
às virtudes do patrono da Igreja – e como podemos nos inspirar em suas
qualidades.
Logo no início, recordou seu Predecessor, que celebra seu
onomástico, para que o acompanhemos com a oração, “cheia de estima e gratidão”.
Comentando as leituras do dia, falou da missão de José: ser
custos, guardião. Guardião de quem? De Maria e de Jesus, mas é uma guarda
que depois se alarga à Igreja. Uma guarda que se realiza com discrição, com
humildade, no silêncio, mas com uma presença constante e uma fidelidade total,
mesmo quando não consegue entender.
“Deus não deseja uma casa construída
pelo homem, mas quer a fidelidade à sua Palavra, ao seu desígnio.”
José
responde à vocação de Deus com disponibilidade e prontidão; tendo Cristo no
centro da vocação cristã. Entretanto, a vocação de guardião não diz respeito
apenas a nós, cristãos, mas tem uma dimensão antecedente, que é simplesmente
humana e diz respeito a todos: é a de guardar a criação inteira, a beleza da
criação, como se diz no livro de Génesis e nos mostrou São Francisco de Assis: é
ter respeito por toda a criatura de Deus e pelo ambiente onde vivemos.
É
guardar as pessoas, cuidar carinhosamente de todas elas e cada uma,
especialmente das crianças, dos idosos, daqueles que são mais frágeis e que
muitas vezes estão na periferia do nosso coração. É cuidar uns dos outros na
família. É viver com sinceridade as amizades. “Sejam guardiões dos dons de
Deus!”
E quando o homem falha nesta responsabilidade, quando não cuida da
criação e dos irmãos, então encontra lugar a destruição e o coração fica
ressequido. “Infelizmente, em cada época da história, existem «Herodes» que
tramam desígnios de morte, destroem e deturpam o rosto do homem e da mulher.”
Papa Francisco pediu “por favor” aos que ocupam cargos de
responsabilidade em âmbito econômico, político ou social, a todos os homens e
mulheres de boa vontade: “Sejamos ‘guardiões’ da criação, do desígnio de Deus
inscrito na natureza, guardiões do outro, do ambiente; não deixemos que sinais
de destruição e morte acompanhem o caminho deste nosso mundo! Mas, para
«guardar», devemos também cuidar de nós mesmos. Lembremo-nos de que o ódio, a
inveja, o orgulho sujam a vida; então guardar quer dizer vigiar sobre os nossos
sentimentos, o nosso coração, porque é dele que saem as boas intenções e as más:
aquelas que edificam e as que destroem. Não devemos ter medo de bondade, ou
mesmo de ternura”.
A seguir, Francisco falou do início do seu ministério
como novo Bispo de Roma, Sucessor de Pedro, que inclui também um poder. Mas de
que poder se trata? – questionou, respondendo com o convite de Jesus a Pedro:
apascenta as minhas ovelhas.
“Jamais nos esqueçamos que o verdadeiro
poder é o serviço, e que o próprio Papa, para exercer o poder, deve entrar
sempre mais naquele serviço que tem o seu vértice luminoso na Cruz; deve olhar
para o serviço humilde, concreto, rico de fé, de São José e, como ele, abrir os
braços para guardar todo o Povo de Deus e acolher, com afeto e ternura, a
humanidade inteira, especialmente os mais pobres, os mais fracos, os mais
pequeninos, aqueles que Mateus descreve no Juízo final sobre a caridade: quem
tem fome, sede, é estrangeiro, está nu, doente, na prisão.”
Este é o
serviço que o Bispo de Roma e todos nós somos chamados a cumprir: dar esperança
perante tantos ‘pedaços de céu cinzento’.
“Guardar a criação, cada homem
e cada mulher, com um olhar de ternura e amor, é abrir o horizonte da esperança,
é abrir um rasgo de luz no meio de tantas nuvens, é levar o calor da esperança!
Para nós cristãos, a esperança que levamos tem o horizonte de Deus que nos foi
aberto em Cristo, está fundada sobre a rocha que é Deus”, concluiu Papa
Francisco, pedindo a intercessão da Virgem Maria, de São José, de São Pedro e
São Paulo, de São Francisco, para que o Espírito Santo acompanhe o seu
ministério.
Fonte: RV
Os ritos: canto,
pálio, anel, oração e promessa

Cidade do Vaticano
– Antes do início da Missa de início de seu Pontificado, o Papa
Francisco desceu ao túmulo de São Pedro, embaixo do altar da Confissão, na
Basílica de São Pedro. Depois de se deter alguns minutos em oração, incensou o
Trophaeum apostólico e se juntou à procissão de cardeais concelebrantes.
À frente, estavam os diáconos levando o Pálio pastoral, o Anel do
Pescador e o Evangelho. Quando a procissão chegou ao átrio da Basílica, ecoou o
canto das 'Laudes regiae', que também faz parte da série de ritos específicos do
início de um pontificado.
Já fora da Basílica, no altar da Praça São
Pedro, o cardeal-protodiácono, Jean-Louis Tauran, impôs o Pálio (estola decorada
com as cruzes do martírio); o cardeal protopresbítero Godfried Danneels, fez uma
oração, e o cardeal decano Angelo Sodano entregou ao Pontífice o Anel do
Pescador. Neste momento, seis cardeais, em nome de todo o Colégio Cardinalício,
prestaram obediência ao Papa.
Todos os cardeais, patriarcas e arcebispos
maiores das Igrejas orientais católicas; o secretário do Conclave, Dom Lorenzo
Baldisseri, e os padres Fr. Jose' Rodriguez Carballo e Alfonso Nicolas SJ,
respectivamente presidente e vice-presidente da União dos Superiores Gerais,
concelebraram com Francisco a sua primeira Missa como Papa.
Fonte: RV
Delegações do mundo
inteiro participarão da missa de início do ministério do Papa Francisco: Anel do
Pescador não será de ouro
Cidade do Vaticano
- O Diretor da Sala de Imprensa da Santa Sé, Pe. Federico Lombardi,
também nesta segunda-feira concedeu uma coletiva aos jornalistas.
O
sacerdote jesuíta ressaltou que o Papa encontrou no almoço a presidente da
Argentina, Cristina Fernandez de Kirchner, após um encontro privado com ela de
cerca de 15-20 minutos na Casa Santa Marta, no Vaticano. Em seguida, saudou
também os outros membros da delegação argentina antes do almoço com a chefe de
Estado.
Pe. Lombardi destacou outros dois encontros: uma audiência com o
Cardeal Secretário de Estado Tarcisio Bertone, às 10h locais desta
segunda-feira. Como informado, dias atrás foi feita a confirmação dos encargos
no Vaticano (até que o Santo Padre tome outras disposições). Portanto, esta
manhã o Pontífice encontrou o Cardeal Bertone; já na tarde de ontem, domingo,
manteve um encontro privado e muito cordial com o Prepósito-Geral da Companhia
de Jesus, Pe. Adolfo Nicolás.
Em seguida, o diretor da Sala de Imprensa
da Santa Sé discorreu sobre a celebração desta terça-feira, 19 de março, festa
de São José – Padroeiro da Igreja Universal –, missa de início solene do
Pontificado do Papa Francisco.
No patamar da Basílica de São Pedro
teremos à esquerda as personalidades eclesiásticas, arcebispos e bispos, não
concelebrantes e também – muito provavelmente – as delegações das outras Igrejas
e comunidades cristãs.
À direita teremos as delegações dos vários países,
conduzidas pelos chefes de Estado, reinantes, ministros e assim por diante. A
delegação argentina será conduzida pela Presidente Cristina Kirchner, a
delegação brasileira pela Presidente Dilma Rousseff e a delegação italiana pelo
Presidente Giorgio Napolitano.
Nos primeiros setores da Praça São Pedro,
abaixo do patamar, próximo à estátua de São Pedro, à esquerda, teremos
provavelmente as delegações das outras religiões – judaica, islâmica, budista,
sique, jainista – e os sacerdotes e seminaristas: fala-se de cerca de 1.200
pessoas entre sacerdotes e seminaristas.
E à direita, diante da estátua
de São Paulo, teremos o Corpo diplomático e as autoridades. A praça estará
aberta a todos, a partir das 6h30. Não haverá necessidade de bilhetes.
O
Pontífice deixará a Casa Santa Marta por volta das 8h45 locais e a bordo do
papamóvel dará uma longa volta pela Praça São Pedro. Em seguida, ainda no
papamóvel, por alguns minutos antes do início da celebração saudará a multidão
de fiéis passando pelos diversos corredores formados na praça.
Depois,
irá até a Sacristia, que está próxima da estátua La Pietà, em torno das
9h15, e ali se preparará para a celebração cujo horário previsto de início é
para as 9h30. O Centro Televisivo Vaticano (CTV) começará a gerar imagens para
as emissoras de televisão a partir das 8h50 locais.
Pe. Lombardi precisou
que a cerimônia de amanhã é intitulada "Início do ministério petrino do bispo de
Roma", se se quiser pode-se também dizer "inauguração". É a missa de início
solene do serviço do Papa que é bispo de Roma, mas que é um serviço para a
Igreja universal: o ministério petrino é um ministério para a Igreja
inteira.
De fato, a missa é o início solene deste serviço. É um serviço
petrino, portanto, ligado a São Pedro. O Papa é o Sucessor de São Pedro.
Considerem que tudo isto está muito ligado aos lugares em que se dá esta
cerimônia.
A cerimônia começará no túmulo de São Pedro, no centro da
Basílica, sob o altar central, portanto, no túmulo de São Pedro, e se realizará
na praça que, segundo a tradição, é também o lugar do martírio de São Pedro,
porque o Circo de Nero ocupava também esta área. A missa desta terça-feira será
celebrada entre o túmulo e o lugar do martírio de São Pedro, de quem o Papa é
Sucessor.
Da Sacristia o Papa irá ao túmulo de São Pedro, sob o altar, e
será acompanhado ao túmulo de São Pedro pelos patriarcas e arcebispos maiores
das Igrejas Orientais Católicas.
Portanto, não somente o Papa, mas também
os chefes das Igrejas Orientais Católicas descem ao túmulo de Pedro, e são uma
dezena, entre patriarcas e arcebispos maiores: quatro são cardeais, e os outros
seis, ao invés, não são cardeais, mas têm outra dignidade e, portanto, se fazem
presentes para esta missa de amanhã e concelebrarão também eles junto aos
cardeais. Ao todo, serão 180 concelebrantes com o Papa Francisco.
São
todos os patriarcas e arcebispos maiores, ou seja, todos os chefes das Igrejas
Orientais Católicas que participam e que com o Papa iniciam o rito a partir do
túmulo de São Pedro, fazendo uma homenagem, uma oração diante do túmulo, no qual
são conservados o anel e o pálio, que são os dois sinais do ministério petrino,
que depois serão entregues ao Papa.
Depois, o Papa e os patriarcas, e em
procissão todos os cardeais e todos os concelebrantes, vão do centro da Basílica
para a porta da Basílica e saem no patamar, em procissão.
Durante a
procissão de dentro da Basílica para fora dela será cantado o "Laudes Regiae",
ou seja, Louvores ao Rei: o Rei é Cristo, evidentemente. É um canto feito de
ladainhas e invocações em honra a Cristo. Um aspecto interessante destas
Laudes é que com elas se invocam muitos santos.
Nesta celebração
se invocam também explicitamente os Santos papas, após os Apóstolos. O mais
recente é São Pio X.
A procissão sai da porta esquerda da Basílica e os
primeiros ritos, antes ainda que comece a missa, são a entrega do pálio e do
anel ao Papa, que são os sinais de seu ministério.
O pálio será entregue
e imposto ao Papa pelo protodiácono, Jean-Louis Tauran, o mesmo que anunciou o
Habemus Papam do Balcão Central da Basílica Vaticana. Este pálio é do
mesmo que tinha Bento XVI, idêntico. Após a entrega do pálio há uma oração que é
feita pelo Cardeal protopresbítero, ou seja, o primeiro da Ordem dos
Presbíteros.
Depois se tem a entrega do anel que será feita pelo Cardeal
Decano, Angelo Sodano, que é o protoepiscopo, ou seja, o primeiro da Ordem dos
Bispos. Em seguida, os três primeiros cardeais das três ordens entregam o pálio,
rezam e entregam o Anel do Pescador, que não é de ouro, nestes dias apresentado
ao Papa pelo Mestre das Cerimônias que o recebera de um dos secretários do Papa
Paulo VI.
"O anel se chama 'Anel do Pescador' porque São Pedro era um
pescador, como sabemos, e Jesus o fez tornar-se pescador de homens. Porém, no
anel que desta vez o Papa receberá é representado São Pedro com as chaves. Este
anel é obra de um famoso artista italiano, Enrico Manfrini, e é de prata
dourada", explicou Pe. Lombardi.
Em seguida se terá lugar o ato de
"obediência" feito por seis cardeais. O porta-voz vaticano evidenciou que o
Santo Padre não dará pessoalmente a Comunhão, que não haverá a procissão das
ofertas, mas os ministrantes, de forma simples, levarão o Pão e o Vinho até o
Altar. Outra particularidade é que o Evangelho será cantado somente em
grego.
"Nas grandes celebrações – explicou –, inclusive na Páscoa, por
exemplo, existe a tradição de se ter o latim e o grego para recordar a Igreja do
Ocidente e a Igreja do Oriente, as duas grandes dimensões da tradição da Igreja.
Por simplicidade, nesta missa, o Evangelho será cantado somente em grego, porque
o latim já estará presente em muitas outras partes" – ressaltou Pe.
Lombardi.
"A celebração durará cerca de duas horas" e a homilia será
feita em língua italiana, disse. A cadeira pontifícia estará à frente dos
portões da Basílica, atrás do altar. Os cardeais concelebrantes estarão à sua
direita.
A celebração se concluirá com o "Te Deum", com versículos
alternados: gregoriano e melodia de Da Vitoria. Depois haverá a saudação
do Papa aos chefes de delegações, provenientes de diversos países do mundo
inteiro.
A seguir, o Papa entrará na Basílica, deixará as vestes
litúrgicas, irá para diante do altar central e os chefes das delegações dos
vários países entrarão na Basílica para saudar o Santo Padre.
As
delegações das outras Igrejas e confissões cristãs e das outras religiões
encontrarão o Papa, na Sala Clementina, no Vaticano, no dia seguinte,
quarta-feira, às 11h locais.
Por fim, Pe. Lombardi recordou mais uma vez
que não é costume da Santa Sé fazer convites e "que todos são bem-vindos" para a
missa desta terça-feira. São esperados mais de 200 mil fiéis. (RL)
Fonte: RV