Seguidores

NOSSA SENHORA DE FÁTIMA

Esteja ao lado de Nossa Senhora de Fátima como nunca pode imaginar.

Visite a Capela das Aparições, ON LINE.
Participe das orações, do terço e das missas diárias.

Clique na imagem de Nossa Senhora e estará em frente à Capelinha do Santuário de Fátima.

CAPELA DE NOSSA SENHORA DA MEDALHA MILAGROSA

Uma Capela cheia de segredos !Você quer descobri-la conosco? Saiba, antes de tudo, que a Casa Mãe da Companhia das Filhas da Caridade era o antigo "Hotel de Châtillon". Este, foi concedido à Companhia, em 1813, por Napoleão Bonaparte, depois da tormenta da Revolução Francesa. Imediatamente, começa a construção da Capela.A 8 de agosto de 1813, realizou-se a bênção solene da Capela dedicada ao Sagrado Coração de Jesus. Em 1830, aconteceram então as aparições. Aumentou o numero de vocações.Foi necessário transformar a Capela, que passa então por várias modificações. Em 1930, por ocasião do centenário das apariçes, uma nova reforma nos mostra a Capela tal como a vemos hoje.Agora, a você a oportunidade de visitá-la!
http://www.chapellenotredamedelamedaillemiraculeuse.com

Visita a Capela da Medalha Milagrosa, localizada na Rue du Bac, 140 - Paris

Visita a Capela da Medalha Milagrosa, localizada na Rue du Bac, 140 - Paris
Clique sobre a foto para a visita guiada em 15 etapas
Mostrando postagens com marcador frades. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador frades. Mostrar todas as postagens

sábado, 29 de novembro de 2008

SOLARIEDADE FRANCISCANA À SANTA CATARINA


Nota de solidariedade da Província aos catarinenses, a Frei Pedro e seus familiares



Santa Catarina faz parte natural do coração, da vida, da história de nossos Frades e da Província. Terra de Missão e Vocação.
Terra de presença, de tradição, de identificação com as raízes brasileiras e da diversidade étnica. A Bela e Santa Catarina faz parte do nosso afeto, do nosso modo de Evangelizar e do nosso modo de aprender com o seu povo.
Santa Catarina dos Colonos, dos Verdes Vales, das Malhas e do Turismo, do persistente trabalho que faz deste estado um modelo. Santa Catarina das praias e das paróquias.
Santa Catarina limita ao Sul da Imaculada. Santa Catarina sofrida pelos flagelos das chuvas, inundações, deslizamentos... tenha a nossa Solidariedade!
Como Província nos unimos à dor e às necessidades de tantas famílias desabrigadas!
Nós estamos unidos nas preces e no que for preciso acionar os frades mais próximos das localidades atingidas para socorrerem este povo.
Queremos unir nossas forças para dar força ao nosso confrade Frei Pedro da Silva, guardião e pároco de Santo Amaro da Imperatriz.
Queremos manifestar nossos sentimentos, rezar por ele, enviar nossas mensagens de apoio. Ele, mais do que todos nós sentiu na pele e no mais íntimo de si o que é perder um irmão e quatro sobrinhos mortos na catástrofe que atingiu o estado.
A sua dor é a nossa dor.
O seu espanto diante da situação é o nosso espanto.
A nossa fé é única e queremos pedir a Deus que dê a ele consolação e que seja o ponto de equilíbrio em sua família marcada pela tragédia.
Que ele não desabe este seu jeito simples, bom, calmo e decidido; que ajude a Reconstruir a Casa! Frei Pedro, nós estamos juntos!
O nosso abraço!
A nossa sintonia!

São Paulo, 27 de novembro de 2008
Frei Augusto Koenig,
OFM Ministro Provincial


Frei Vitório Mazzuco Filho,
OFMVigário Provincial



Fonte: Franciscano

domingo, 5 de outubro de 2008

A GRAÇA DE CELEBRAR 800 ANOS DO CARISMA FRANCISCANO - 2ª PARTE

Oitavo Jubileu de Fundação da Ordem Franciscana
800 anos do carisma Franciscano
2ª Parte




8º Centenário do Carisma Francisclariano - 2008/2009

Há 800 anos, o Espírito Santo agraciou Francisco e Clara com a vocação de levar uma vida de Irmãos e Irmãs Menores. A Igreja reconheceu e confirmou este carisma que deu início a um grande movimento, um modo especial de ser Igreja e sociedade civil.No decurso dos séculos houve inúmeras pessoas que se sentiram atraídas por esta “forma de vida”. Uma delas é Isabel da Turíngia, filha do Rei André II da Hungria, nascida em 1207, padroeira da Terceira Ordem Franciscana. Em 24 de fevereiro de 1208, na festa do apóstolo Matias, Francisco ouve na Capela de Porciúncula aquela passagem do Evangelho “Ide e anunciai: “O Reino dos Céus está próximo. Curai os doentes, ressuscitai os mortos, purificai os leprosos, expulsai os demônios! Recebestes de graça, dai também de graça. Não leveis nos cintos moedas de ouro, de prata ou de cobre.” Mt 10, 7-9. Profundamente emocionado com aquilo que ouve, exclama: Isto é o que desejo; é o que procuro; é o que busco de todo o coração! No dia 15 de abril do mesmo ano, os primeiros irmãos juntaram-se a ele. Juntos, abrem três vezes a Sagrada Escritura e recebem os seguintes versos orientadores: vai, vende tudo.....! Marcos 10,21 – Não leveis nada para o caminho..., Lucas 9,3 – Se alguém quiser seguir-Me, renuncie a si mesmo...! Mateus 16,24 Este é o início do movimento franciscano e, para nós, é a razão de considerarmos o ano de 1208 como o ano do nascimento do nosso carisma. 1209 é o ano em que o Papa Inocêncio III deu a autorização verbal a Francisco de fundar uma ordem. É o início da dimensão institucional do movimento franciscano. Uma forma alternativa de viver o EvangelhoA forma de vida evangélica escolhida por Francisco e Clara foi uma verdadeira alternativa para as outras formas de vida então existentes. Clara e Francisco moldam, durante toda a vida, esta nova identidade da sua comunidade. “Se alguém lhe disser outra coisa ou sugerir algo diferente que impeça a sua perfeição,ou parecer contrário ao chamado de Deus, mesmo que mereça sua veneração, não siga o seu conselho. Antes de mais nada, abraça o Cristo pobre, como uma virgem pobre!” (2In17-18) Por ocasião dum Capítulo de Esteiras em Porciúncula, Francisco disse na presença do Cardeal de Óstia, aos irmãos: “Deus chamou-me para o caminho da simplicidade e da humildade e, na verdade, indicou-me este caminho, para mim e para aqueles que confiam em mim e que querem seguir-me neste caminho. Portanto, não quero que me citeis outra Regra, nem de São Bento, nem de Santo Agostinho nem de São Bernardo nem outro caminho e forma de vida além daquele que, misericordiosamente o Senhor me revelou e concedeu. E o Senhor disse-me, que devia ser como um novo louco neste mundo e não quis conduzir-nos por outro caminho, que não o desta ciência.” (EP 68,6-7). Elói Leclerc OFM afirma magistralmente: “Quando Francisco pediu à Igreja o reconhecimento da sua forma de vida e a dos seus irmãos, com certeza não pediu que a mesma se renovasse conforme a visão dele. Só pediu a autorização de poder viver segundo o Evangelho. Pediu o direito de poder viver numa comunidade reconhecida, pura, simples e evangélica. Pediu um espaço de liberdade e de simplicidade dentro da instituição eclesiástica feudal, uma zona franca fora das estruturas sedutoras de poder. A liberdade de viver segundo o Santo Evangelho pressupõe uma luta corajosa”.(Francisco de Assis, o retorno ao Evangelho). A celebração dos 800 anos deste carisma para a Igreja e o mundo nos desafia a investigar se nós realmente somos ainda uma alternativa evangélica no nosso mundo de hoje, um “zona franca” dentro da Igreja e da sociedade. Comprometemo-nos, sendo franciscanos/as, a defender os direitos humanos, a viver a opção preferencial pelos pobres, lutar pela preservação da criação e pela paz entre os povos para, assim, cooperar na construção duma sociedade mais justa. O nosso mundo precisa do “espírito de Assis”, disse o Papa João Paulo II numa das suas últimas homilias! É neste espírito que se deve consolidar a paz e promover a reconciliação. O espírito de Assis que o nosso mundo de hoje necessita tão urgentemente.
Fonte: Adaptação do texto publicado por Frei Antônio Rotzetter, no Boletim do CCFMC/julho de 2005.
Fonte: Franciscanos (matéria e foto)

quinta-feira, 18 de setembro de 2008

IMPRESSÃO DAS CHAGAS DE SÃO FRANCISCO - II


UMA RELÍQUIA VIVA DESCIA DA MONTANHA
Frei Almir Ribeiro Guimarães, OFM



Desde a infância muitos de nós fomos aprendendo a gostar desse Francisco. Francisco das coisas pequenas, simples, irmão do sol, das estrelas, da água, do leproso e de frei Leão, Francisco, cheio de carinho para com o Menino das Palhas e o Jesus bondoso e pobre que morre na cruz, esse Jesus que é o amor que precisa ser amado.


São Boaventura escreve: “Francisco, servo verdadeiramente fiel e ministro de Cristo, dois anos antes de devolver o espírito ao céu, como tivesse começado num lugar alto, à parte que se chama Monte Alverne e, um jejum quaresmal em honra do Arcanjo São Miguel, inundado mais profusamente pela suavidade da contemplação do alto e abrasado pela chama mais ardente dos desejos celestes, começou a sentir mais copiosamente os dons da ação do alto. Então, enquanto se elevava a Deus pelos seráficos ardores e o afeto se transformava em compassiva ternura para com aquele que por caridade excessiva quis ser crucificado, numa manhã, pela festa da Exaltação da Santa Cruz, rezando na parte lateral do monte, ele viu como que a figura de um Serafim que tinha seis asas tão fúlgidas, tão inflamadas a descer da sublimidade dos céus, o qual chegando com um vôo rapidíssimo num lugar próximo ao homem de Deus, apareceu não somente alado, mas também crucificado, tendo as mãos e os pés estendidos, e pregados à cruz e as asas de modo tão maravilhoso dispostas de uma e outra parte que elevava duas sobre a cabeça, estendia duas para voar e com as outras duas velava o corpo, envolvendo-o todo (...). Depois de um certo colóquio secreto e familiar, ao desaparecer, a visão inflamou-lhe interiormente o espírito com ardor seráfico e marcou-lhe exteriormente a carne com a imagem do Crucificado, como se ao poder prévio de derreter o fogo seguisse uma impressão do selo” ( Legenda Menor – Os sagrados estigmas, n.1).

Dois anos antes de morrer, Francisco vai ao Monte Alverne. O santo vinha do Oriente, cansado, doente, vendo que, talvez seus irmãos, numerosos, estavam perdendo o ardor dos começos. Francisco, sem amargura, sente vontade de tomar certa distância dos fatos e dos acontecimentos. O Santo se dava conta que estava no final de sua caminhada. Tinha dores em todo o corpo. Estava tomado por estas febres loucas e enxergava mal. Não podia mais suportar a luminosidade do Irmão Sol. Era o tempo da festa da Exaltação da Santa Cruz. Quer fazer a quaresma de São Miguel no silêncio, na meditação, ao lado de seu Frei Leão. Quer estar mais perto de seu Senhor.


Toda sua vida fora busca de Cristo. Um dia ele teria formulado uma oração no seguinte teor: “Senhor, gostaria de ser digno de receber duas graças de vossa parte: experimentar em meu coração o amor que tiveste para com os homens e sentir a dor de tua acerbíssima paixão”. Esta súplica foi sento atendida pelo Senhor ao longo do tempo da vida de seu servo Francisco. Durante anos e anos, depois de sua conversão, ele sempre buscar entrar na intimidade do Senhor Jesus na grutas, nos caminhos, contemplando o rosto dos leprosos. Aos poucos esse Francesco foi “tendo os mesmos sentimentos de Cristo Jesus”. Foi se abrasando no amor de Cristo. Cristo é o Vivo que queima e arde. Estamos diante da mística. Do amado que seduz a amada. Francisco e Cristo se tornam uma unidade. Há uma identificação mística. Francisco continua Francisco e Cristo continua Cristo. Nasce no coração do assisiense o desejo de viver também as dores e os sofrimentos de Cristo.

Eloi Leclerc tenta descrever esse momento: “... a alma de Francisco se rasgava e sentimentos contraditórios se debatiam dentro dele. A inefável beleza do serafim e seu olhar benevolente e cheio de graça o fascinavam e o enchiam de alegria. Ao mesmo tempo, no entanto, o sofrimento do crucificado o aterrorizava. Perguntava-se, então: Como um espírito glorioso, imortal e tão belo podia sofrer a mais cruel agonia? Não sabia o que pensar. A agonia estava junto com o êxtase. A Paixão e a Glória, associadas de maneira estranha, pareciam cair sobre ele como um pássaro de rapina” ( in Francisco de Assis. O retorno ao Evangelho, p. 108).

Francisco não é mais dono de si. Aos poucos, ao longo dos anos da vida, ele foi se despedindo de si, se despojando, esvaziando-se de si mesmo e no espaço do vazio veio o êxtase. O amado ganha a força do amor do Amante. Quem puder compreender, que compreenda. Talvez esse Francisco pudesse dizer com Paulo: Não sou eu que vivo, é Cristo que vive em mim!

Paul Claudel, tentando penetrar no Francisco que desce do monte, escreve: “Francisco tinha dado sua alma de tal forma que nem mesmo seu corpo conserva mais. Quando se lhe pede uma explicação, nada tem a nos dizer. Ele é propriedade de alguém que não explica, mas plenifica. É todo inteiro doação, como um esposo ou um recém-nascido. Caminha ao olhar de todos os homens como alguém que está inebriado, como um esposo que geme e que sorri, cambaleante e ferido de uma glória da qual ele é o inexplicável consorte. Quem desce trôpego do Alverne e mostra chaga e cicatriz secretamente a Clara é Jesus Cristo com Francisco, fazendo uma única realidade viva, sofredora e redentora” (cf. E.Leclerc, op. cit. p. 109).

A partir desse momento Francisco tem o selo do Amado gravado em seu coração e em sua carne. Agora era uma relíquia viva descendo a montanha. Nós, filhos de Francisco das chagas e das transfigurações, nos recolhemos no silêncio e tentamos pedir a Deus que pela intercessão do Francisco das Chagas nos leva ao Cristo iluminado, transfigurado e ressuscitado.
Fonte: Franciscanos

segunda-feira, 8 de setembro de 2008

MÊS DA BÍBLIA - 8º CAPÍTULO - " A BÍBLIA FOI ESCRITA EM TRÊS LINGUAS"

A Bíblia foi escrita em três línguas
A Bíblia não foi escrita numa única língua, mas em três línguas diferentes.

A maior parte do Antigo Testamento foi escrita em hebraico. Era a língua que se falava na Palestina antes do cativeiro. Depois do cativeiro, o povo de lá começou a falar o aramaico. Mas a Bíblia continuou a ser escrita, copiada e lida em hebraico. Para que o povo pudesse ter acesso à Bíblia, foram criadas escolinhas em toda a parte. Jesus deve ter frequentado a escolinha de Nazaré para aprender o hebraico. Só uma parte bem pequena do Antigo Testamento foi escrita em aramaico.
Um único livro do Antigo Testamento, o livro da Sabedoria, e todo o Novo Testamento foram escritos em grego. O grego era a nova língua do comércio que invadiu o mundo daquele tempo, depois das conquistas de Alexandre Magno, no século IV antes de Cristo.
Assim, no tempo de Jesus, o povo da Palestina falava o aramaico em casa, usava o hebraico na leitura da Bíblia, e o grego no comércio e na política. Quando os apóstolos saíram da Palestina para pregar o Evangelho aos outros povos, eles adotaram uma tradução grega do Antigo Testamento, feita no Egito no século III antes de Cristo para os judeus imigrantes que já não entendiam mais o hebraico nem o aramaico.
Esta tradução grega é chamada Septuaginta ou Setenta. Na época em que ela foi feita, a lista (cânon) dos livros sagrados ainda não estava concluída. E assim aconteceu que a lista dos livros desta tradução grega ficou mais comprida do que a lista dos livros da Bíblia hebraica.
É desta diferença entre a Bíblia hebraica da Palestina e a Bíblia grega do Egito, que veio a diferença entre a Bíblia dos protestantes e a Bíblia dos católicos.
Os protestantes preferiram a lista mais curta e mais antiga da Bíblia hebraica, e os católicos, seguindo o exemplo dos apóstolos, ficaram com a lista mais comprida da tradução grega dos Setenta.
Há sete livros a mais na Bíblia dos católicos: Tobias, Judite, Baruc, Eclesiástico, Sabedoria, os dois livros dos Macabeus, além de algumas partes de Daniel e de Ester. São chamados "deuterocanônicos", isto é, são da segunda (deutero) lista (cânon).
Amanhã dia 09, "Síntese da História do Povo de Israel"
A FAMÍLIA CATÓLICA

sexta-feira, 5 de setembro de 2008

NOVA FRATERNIDADA FRANCISCANA EM COLATINA - ES - BRASIL


PROVÍNCIA FRANCISCANA DO IMACULADO CORAÇÃO DE MARIA - SP - BRASIL

Província cria nova fraternidade em Colatina

Dom Décio Zandonade


Por Moacir Beggo


O bispo Dom Décio Zandonade apresenta neste domingo à comunidade de Colatina os frades da Província da Imaculada Conceição que vão formar a nova fraternidade no estado do Espírito Santo. A acolhida de Frei Luiz Flávio Adami Loureiro, Frei Vanilton Aparecido Leme e Frei João Antunes Filho será feita durante a Missa Solene, presidida por Dom Décio, às 9 horas, na Catedral Sagrado Coração de Jesus. O Reitor da Universidade São Francisco e Definidor da Província, Frei Gilberto Garcia, será o representante do Ministro Provincial, Frei Augusto Koenig, e do Governo da Província. A ereção canônica da nova fraternidade, contudo, será feita no dia 31 de outubro, por ocasião do encerramento do Encontro de Revigoramento da Província, em Vila Velha. Frei Gilberto explica que a ereção da nova fraternidade no Espírito Santo coincide com as celebrações dos 450 anos da presença franciscana no estado. Em 1558, o franciscano espanhol Frei Pedro Palácios chegou a Vila Velha e, como eremita, fixou-se no morro onde hoje está o Convento da Penha. Para Frei Augusto, a Província da Imaculada assumirá uma área pastoral, que vai ao encontro do Plano de Evangelização da Província. “Nós estamos muito esperançosos ao abrir a nova fraternidade em Colatina porque poderemos servir à Igreja local na evangelização de uma área carente, prestando a nossa colaboração. Não podemos esconder também o desejo profundo de lançar as redes em novas águas vocacionais. Queremos motivar os frades a ter assim uma atitude de procura vocacional também para arregimentar as nossas frentes de trabalho”, disse o Ministro Provincial. Frei Augusto também lembrou que nesta área estão as clarissas. “O Sr. Bispo, muito gentil, faz questão de que os franciscanos formem em Colatina um centro de espiritualidade franciscana. O argumento é que existe o Mosteiro das Clarissas, estabelecido, a Ordem Terceira, e, com a chegada da Ordem Primeira, creio que poderemos prestar um serviço de assessoria e espiritualidade às irmãs e aos terceiros e, talvez, irradiar o nosso carisma para que o povo também possa usufruir disso”, acrescentou. A nova fraternidade vai assumir uma área pastoral denominada São Vicente de Paula, que é composta por 20 comunidades, sendo 17 originárias da paróquia Sagrado Coração de Jesus, cuja matriz é a Catedral, e três da Paróquia Nossa Senhora da Glória, com sede no Bairro de Vila Lenira. Das 20 comunidades, 13 pertencem à zona rural de Colatina. Na urbana, fazem parte das comunidades de São Vicente de Paula, sede do setor, no bairro São Vicente; Santa Terezinha do Menino Jesus, no Bairro Bela Vista; São Judas Tadeu, no bairro São Judas; Nossa Senhora Auxiliadora, no bairro Colatina Velha; Santa Bárbara, no bairro IBC; Santa Margarida Maria, no bairro Santa Margarida; e São José, no bairro Barbados. No setor rural, serão atendidas pelos frades as comunidades: Nossa Senhora da Saúde, no Distrito de Baunilha; São João Batista, localidade de São Gabriel de Baunilha; São Paulo Apóstolo, localidade de Cachoeira de Baunilha; Nossa Senhora da Penha, em Pastinho; São Francisco de Assis, em Olho d’Água; Arcanjo Gabriel, em Alto de São Gabriel; Bom Jesus em Bom Jesus; Nossa Senhora Aparecida, em Vila Juquita; São Bento, em Catuá; e Nossa Senhora da Cabeça, em Maria Ortiz.
Os franciscanos da Província da Imaculada, no momento, estão presentes em duas fraternidades no Espírito: no Convento da Penha e no Santuário do Divino Espírito Santo, as duas na cidade de Vila Velha.

O objetivo segundo Dom Décio Zandonade

O objetivo principal dessa nova presença é sempre a evangelização, visando à formação de discípulos e missionários de Jesus Cristo, para que n’Ele todos tenham vida. Este objetivo se traduz, para o momento da Diocese de Colatina, tendo em vista a presença franciscana, no fortalecimento de um Centro de Espiritualidade Franciscana em nossa cidade. Consideramos a presença do Mosteiro das Irmãs Clarissas um espaço privilegiado para a oração, encontros e retiros, procurando atender a demanda de experiência espiritual cristã para jovens, profissionais liberais ligados à medicina, ao comércio, empresários de pequenas médias e grandes empresas, agentes pastorais e outros. A responsabilidade será das Irmãs Clarissas contando com o apoio da Ordem dos Frades Menores.

Colatina

- Com uma população de 106 mil habitantes, Colatina é uma cidade de 1.439 quilômetros quadrados, sendo 80% na área urbana e 20% na zona rural. Localizada no centro do Estado, a cidade está situada no Vale do Rio Doce, a 135 quilômetros de Vitória, capital do Espírito Santo. Economicamente, goza do privilégio de estar situada numa importante malha viária e ferroviária. Por ela passa a estrada de ferro Vitória-Minas, a BR-259 e a Estadual 080 (Rodovia do Café). Está a 50 quilômetros da BR-101, que corta o país de Norte a Sul . A BR-262, que entra para a região central brasileira, fica a 130 quilômetros.

Fonte: Franciscanos