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NOSSA SENHORA DE FÁTIMA

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CAPELA DE NOSSA SENHORA DA MEDALHA MILAGROSA

Uma Capela cheia de segredos !Você quer descobri-la conosco? Saiba, antes de tudo, que a Casa Mãe da Companhia das Filhas da Caridade era o antigo "Hotel de Châtillon". Este, foi concedido à Companhia, em 1813, por Napoleão Bonaparte, depois da tormenta da Revolução Francesa. Imediatamente, começa a construção da Capela.A 8 de agosto de 1813, realizou-se a bênção solene da Capela dedicada ao Sagrado Coração de Jesus. Em 1830, aconteceram então as aparições. Aumentou o numero de vocações.Foi necessário transformar a Capela, que passa então por várias modificações. Em 1930, por ocasião do centenário das apariçes, uma nova reforma nos mostra a Capela tal como a vemos hoje.Agora, a você a oportunidade de visitá-la!
http://www.chapellenotredamedelamedaillemiraculeuse.com

Visita a Capela da Medalha Milagrosa, localizada na Rue du Bac, 140 - Paris

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quarta-feira, 1 de abril de 2009

QUE OS RICOS SEJAM SENSÍVEIS AO DRAMA DA FOME NO MUNDO

BENTO XVI: QUE OS RICOS SEJAM SENSÍVEIS AO DRAMA DA FOME NO MUNDO
Cidade do Vaticano,

- O Santo Padre dedica ao Apostolado da Oração, uma intenção geral e uma intenção particular para cada mês. Para o mês de abril, o papa convida, na intenção geral, a rezar "a fim de que o Senhor abençoe o trabalho dos agricultores com uma colheita abundante, e torne os povos mais ricos sensíveis ao drama da fome no mundo."O pontífice faz uma triste constatação: a fome no mundo, ao invés de diminuir, aumenta. As pessoas atingidas pela desnutrição já são quase um bilhão.Para Bento XVI não se trata de "uma mera fatalidade, provocada por situações ambientais adversas ou de calamidades naturais desastrosas" – de fato, existem no planeta recursos suficientes para erradicar a fome. Trata-se de um verdadeiro escândalo, que se deve, sobretudo, a uma lógica que faz o lucro prevalecer sobre a dignidade humana.Segundo o pontífice, são necessárias "providências corajosas" que respeitem o princípio da "destinação universal dos bens da terra", contrastando uma globalização que se faz segundo a lei do mais forte e com políticas protecionistas que impedem aos mais pobres o acesso aos mercados.Quem paga com isso são as populações rurais dos países em via de desenvolvimento: o trabalho delas "é avidamente explorado e a sua produção é desviada para mercados distantes, com pouco ou nenhum benefício para a comunidade local", com a conseqüente emigração e desagregação das famílias.Bento XVI indica o trágico paradoxo de um mundo "que experimenta uma riqueza sem precedentes, tanto econômica quanto científica e tecnológica", junto a uma crescente e dramática pobreza.Diante dessa realidade, o papa ressalta que se faz "necessário reconhecer que o progresso técnico, embora necessário, não é tudo. O verdadeiro progresso é somente aquele que salvaguarda a dignidade do ser humano na sua inteireza e permite a todo povo partilhar os seus recursos espirituais e materiais, em benefício de todos".Bento XVI destaca a necessidade de uma colaboração entre países ricos e pobres, entre instituições internacionais e organizações não-governamentais: a necessidade de uma ação conjunta que ajude "as comunidades indígenas a prosperar em seus próprios territórios e a viver em harmonia com as suas culturas tradicionais".Nesse sentido, o Santo Padre afirma que cada um de nós deve se sentir comprometido em primeira pessoa – até mesmo mudando estilo de vida – a combater a desnutrição.Uma antiga sentença dos padres da Igreja afirma: 'Dê de comer àquele que se encontra moribundo por causa da fome, porque, se não você não tiver dado de comer, o terá assassinado'.O pontífice convidou ao jejum para esta Quaresma, o que significa "privar-nos de algo para ajudar os outros", e recordou que no fim da vida seremos julgados sobre o amor: "tive fome e me destes de comer" (Mt 25, 35). (RL)

Fonte: RV

sexta-feira, 23 de janeiro de 2009

O DRAMA DOS CRISTÃOS DO IRAQUE E O PERIGO DE SEREM ESQUECIDOS

O drama dos cristãos no Iraque e o perigo de ser esquecido, denunciado pelos bispos, numa mesa redonda na Rádio Vaticano


Um sínodo especial sobre a situação dos cristãos do Médio Oriente será pedido ao Papa pelos bispos caldeus do Iraque para sensibilizar a Igreja Católica inteira para o drama das comunidades cristãs dos lugares do Antigo e do Novo Testamento que correm o perigo de extinção. Os problemas são os mesmos no Iraque, no Líbano e e na Palestina: os cristãos deixam o país explicou D. Luís Sako, arcebispo de Kirkuk, presente em Roma com os seus irmãos no episcopado para a visita quinquenal ad limina apostolorum e que na tarde desta quarta feira participou numa mesa redonda na sede da Rádio Vaticano. Na manhã desta quinta feira Bento XVI recebeu já em audiência um grupo destes bispos.Um sínodo especial como aquele sobre a Africa que se efectuará em Roma em Outubro próximo – explicou o arcebispo de Kirkuk permitiria perceber melhor o problema. Se não existe uma visão clara, os cristãos não permanecerão no Médio Oriente e deixarão esta terra, um tempo abençoada e agora maldita. No centro do sínodo, acrescentou, deveria estar a relação com as maiorias muçulmanas.Aquele dos cristãos no Iraque permanece para o arcebispo Sako o drama no drama; uma comunidade expulsa com a força e a intimidação ,quando não mesmo com a morte, da própria casa e obrigada a viver na indigência em Damasco ou em Aman, graças ás ajudas das organizações humanitárias, com a miragem de talvez um dia poderem regressar á pátria ou criar uma nova vida nos Estados Unidos, na Austrália ou no Canadá. Uma situação que representa bem a tragedia num país que vive na tragédia desde sempre: primeiro a ditadura, depois as guerras e a ocupação, o terrorismo e as lutas entre as várias facções para o controlo dos recursos e do território, num Estado que dá a impressão de precisar ainda de ser inventado.Ao lado de Mons. Sako, presente também Mons. Basuke Georges Casmoussa, arcebispo sírio-católico de Mosul, que há três anos foi vítima de um rapto: “Já antes da chegada dos americanos, havia dificuldades, mas depois estas centuplicaram. Em todo o caso, o verdadeiro problema não são os americanos, que mais cedo ou mais tarde partirão do Iraque”.No encontro participou também Mons. Shlemon Warduni, vigário patriarcal de Bagdad que exprimiu também a preocupação de que a comunidade internacional esqueça o drama iraquiano, e em especial a situação dos cristãos. Sobre a retirada das tropas americanas, considera que “a primeira coisa a fazer é restabelecer a paz e a segurança, e depois sim, podem ir embora”. E acrescentou ainda Mons. Warduni: “A democracia não se pode impor; há que a ensinar, requer uma educação nesse sentido”. Relativamente ao novo presidente norte-americano, Barak Obama, o prelado exortou ao optimismo: “Sofremos tanto por causa da anterior Administração de Washington. Agora, alguém há-de tratar das nossas feridas”.
“Levem lá o nosso petróleo, mas deixem o nosso país” – concluiu.

Fonte: RV