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NOSSA SENHORA DE FÁTIMA

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CAPELA DE NOSSA SENHORA DA MEDALHA MILAGROSA

Uma Capela cheia de segredos !Você quer descobri-la conosco? Saiba, antes de tudo, que a Casa Mãe da Companhia das Filhas da Caridade era o antigo "Hotel de Châtillon". Este, foi concedido à Companhia, em 1813, por Napoleão Bonaparte, depois da tormenta da Revolução Francesa. Imediatamente, começa a construção da Capela.A 8 de agosto de 1813, realizou-se a bênção solene da Capela dedicada ao Sagrado Coração de Jesus. Em 1830, aconteceram então as aparições. Aumentou o numero de vocações.Foi necessário transformar a Capela, que passa então por várias modificações. Em 1930, por ocasião do centenário das apariçes, uma nova reforma nos mostra a Capela tal como a vemos hoje.Agora, a você a oportunidade de visitá-la!
http://www.chapellenotredamedelamedaillemiraculeuse.com

Visita a Capela da Medalha Milagrosa, localizada na Rue du Bac, 140 - Paris

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Mostrando postagens com marcador beatificação. Mostrar todas as postagens
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domingo, 19 de outubro de 2008

PAPA BENTO XVI RECORDA, EM POMPÉIA, BEATIFICAÇÃO , EM LISIEUX, DOS PAIS DE STA. TERESINHA

Em Pompeia, Papa recorda beatificação, em Lisieux, dos pais de Santa Teresinha

(19/10/2008) No final da celebração eucarística, já depois da recitação da Súplica a Nossa Senhora de Pompeia, antes da bênção conclusiva, o Papa pronunciou uma alocução introdutória ao Angelus dominical. Bento XVI quis confiar à intercessão de Maria “as grandes intenções da Igreja e da humanidade”, em particular a Assembleia do Sínodo dos Bispos, “para que possa dar frutos de renovação autêntica, em cada comunidade cristã”.O Papa recordou ainda a celebração, neste domingo, do Dia Mundial das Missões, sugerindo a recitação do Terço do Rosário, neste mês de Outubro, “pelos missionários e pela evangelização”. “É antes de mais rezando que se prepara a via para o Evangelho. É rezando que se abrem os corações ao mistério de Deus e se dispõem os espíritos para acolher a sua Palavra de salvação”.Bento XVI recordou também “outra feliz coincidência”: a beatificação, neste domingo, em Lisieux, de Luís Martin e Zélia Guérin, pais de Santa Teresa do Menino Jesus, que Pio XI declarou padroeira das missões. “Com a oração e o testemunho evangélico, estes novos bem-aventurados acompanharam e partilharam o caminho da filha chamada pelo Senhor a consagrar-se a Ele sem reservas, entre os muros do Carmelo. E foi ali, no escondimento da clausura, que santa Teresinha realizou a sua vocação: No coração da Igreja, minha mãe, eu serei o amor”. Ainda a propósito da beatificação do casal Martin, o Papa quis evocar outra intenção que tanto lhe está a peito: “a família, cujo papel é fundamental na educação dos filhos num espírito universal, aberto e responsável em relação ao mundo e seus problemas, como também na formação das vocações para a vida missionária”.

Fonte: RV

sexta-feira, 17 de outubro de 2008

BEATIFICAÇÃO E CANONIZAÇÃO DE JOÃO PAULO II

Beatificação de João Paulo II sem novos desenvolvimentos


A causa de beatificação e canonização de João Paulo II prossegue de forma rigorosa, segundo o tradicional procedimento canónico, afirmou o seu postulador, Pe. Slawomir Oder.
A declaração foi feita durante a apresentação do livro “João Paulo II, pároco de Roma”, de Angelo Zema, publicado pela Lateran University Press e apresentado na Universidade Pontifícia Lateranense.
“Como se sabe – disse o sacerdote polaco –, a 2 de Abril de 2007 começou o itinerário processual na Congregação para as Causas dos Santos. Neste momento, estamos na fase da elaboração completa da ‘Positio super virtutibus’ (posição sobre as virtudes do fiel). Esta fase processual abre espaço para eventuais aprofundamentos”.
Ainda que o reconhecimento de um milagre (que tenha acontecido “post mortem”, nunca em vida) possa ajudar no caminho para a beatificação não pode, contudo, suprir uma eventual ausência de provas sobre a heroicidade das virtudes.
“Estou consciente de que o trabalho realizado até agora foi levado a cabo em fidelidade às palavras do Papa. Por outro, impõe-me uma confiada e paciente espera, para que a a fase actual também se desenvolva com a serenidade e rigor próprios deste tipo de processo canónico”, assinalou.
A causa de beatificação e canonização de João Paulo II teve a dispensa de Bento XVI dos cinco anos de espera após a morte, prescritos pelo direito canónico.


Fonte: Ag. ECCLESIA

quarta-feira, 20 de agosto de 2008

BENTO XVI: NOVAS BEATIFICAÇÕES


SANTO PADRE APROVA RITOS DE BEATIFICAÇÃO


Cidade do Vaticano,

- O Ofício de Celebrações Litúrgicas do Sumo Pontífice comunicou a aprovação, por parte de Bento XVI, dos próximos ritos de Beatificação de cinco Servos de Deus.
A beatificação de Vincenza Maria Poloni, religiosa, Fundadora do Instituto das Irmãs da Misericórdia, será na tarde de domingo, dia 21 de setembro, em Verona, no nordeste da Itália.
A de Miguel Sopocko, presbítero, Fundador da Congregação das Irmãs de Jesus Misericordioso, será na tarde de domingo, 28 de setembro, em Byalystok, na Polônia, na praça da igreja da Divina Misericórdia.
O rito de beatificação de Francisco Pianzola, presbítero, Fundador das Irmãs Missionárias da Imaculada Rainha da Paz, será na tarde de sábado, 4 de outubro, na Catedral de Vigevano, na Itália.
A beatificação de Francisco Giovanni Bonifacio, presbítero e mártir, se realiozará na tarde de sábado, dia 4 de outubro, na Catedral de Trieste, no noroeste da Itália.
E o rito de beatificação de Luís Martin e Zélia Maria Guérin, leigos esposos e pais de família, será na manhã do domingo, dia 19 de outubro, em Lisieux, na França, na Basílica de Santa Terezinha do Menino Jesus. (MT)
Fonte: RV

segunda-feira, 30 de junho de 2008

TEM INÍCIO O PROCESSO DE DE BEATIFICAÇÃO DO FREI ALBERTO BERETTA - VIVEU 31 ANOS NO BRASIL

INÍCIO DO PROCESSO DIOCESANO DE BEATIFICAÇÃO DO FREI ALBERTO BERETTA, QUE VIVEU MAIS DE 30 ANOS NO BRASIL.
Bergamo, 30 jun (RV) - O bispo de Bergamo, no norte da Itália, Dom Roberto Amadei, deu início à solene abertura do processo diocesano de beatificação do Frei Alberto Beretta, italiano, sacerdote capuchinho, médico-missionário e irmão de Santa Gianna Beretta Molla, que viveu 31 anos na cidade de Grajaú, no interior do Maranhão.
Frei Alberto, "que morreu com fama de santidade", disse Dom Amadei, foi “uma grande testemunha da caridade no dia-a-dia, capaz de fazer com que a vida se torne ensinamento do evangelho. Uma testemunha grande e silenciosa".
No ato de abertura do processo diocesano, foram destacados a vida e o amor de Frei Alberto pelos irmãos mais sofridos, as suas atividades no Brasil, e seu retorno à Itália, depois de um derrame.
“Na casa do seu irmão sacerdote em Borgo Canale, em Bergamo, após 20 anos de doença, Frei Alberto continuou a dar testemunho de Cristo, por meio da oração e da sua vida serena”, disse o bispo local.
“Seu testemunho foi importante para a sociedade de hoje, que considera pessoas inúteis aqueles que não produzem", concluiu.
Foram ressaltados vários testemunhos sobre as atividades de Frei Aberto Beretta e examinados seus escritos.
Toda a documentação foi enviada à Santa Sé para se obter a devida autorização para dar início ao seu processo de beatificação.
Estavam presentes na cerimônia de abertura do processo de beatificação, em Bergamo, além do Postulador-geral e do vice-postulador, numerosos confrades capuchinhos.
Da família de Frei Alberto marcaram presença seus irmãos, Mons. Giuseppe, a Irmã Virgínia e alguns sobrinhos e parentes.
A diocese de Grajaú estava representada pelo bispo emérito, Dom Serafim Spreafico.
Por sua vez, o capuchinho italiano, Frei Luís Spelgatti, pároco na diocese de Grajaú, declarou que “31 anos de presença de Frei Alberto Beretta, em Grajaú, marcou e continua a marcar profundamente o povo, por ter tido em seu meio alguém que viveu intensamente os ensinamentos do Evangelho; ele foi um autêntico homem de Deus e que viveu a santidade no amor e no serviço aos irmãos”.
Fonte: RV

sexta-feira, 13 de junho de 2008

BEATIFICAÇÃO DE 250 MÁRTIRES VALENCIANOS

«Luz verde» para processo de beatificação de 250 mártires valencianos
Imagem do interior da Catedral de Valência

CIDADE DO VATICANO, quinta-feira, 12 de junho de 2008
- A Santa Sé concedeu a «prorrogação de competência» e o respectivo «nihil obstat» para o processo de beatificação de um grupo de 250 mártires valencianos que perderam a vida por sua fé durante a perseguição religiosa, entre 1934 e 1939, em diferentes localidades da arquidiocese de Valência, informa a agência de notícias AVAN.
Trata-se do grupo mais numeroso de mártires valencianos ao que se abre processo de canonização, e do segundo em ordem cronológica, depois do integrado por 226 cristãos valencianos que já foram beatificados pelo Papa João Paulo II em 11 de março de 2001, na Praça de São Pedro, no Vaticano, segundo informou hoje à agência dessa arquidiocese Ramón Fita, delegado da comissão diocesana para a Causa dos Santos do Arcebispado de Valência.
Na nova causa, que foi aberta pelo arcebispo de Valência, Dom Agustín García-Gasco, em junho de 2004, estão incluídos 183 sacerdotes, 6 religiosos, 4 religiosas e 57 leigos, entre eles um coroinha de 15 anos e uma grávida de 9 meses que pediu a seus algozes que antes de morrer lhe deixassem dar à luz seu filho para poder batizá-lo, o que lhe foi negado.
O decreto de aprovação do novo processo de beatificação dos 250 mártires valencianos foi assinado pelo cardeal prefeito da Congregação para a Causa dos Santos em Roma, José Saraiva Martins, e pelo secretário da congregação, Dom Michael Di Ruberto.
Com este decreto, a Santa Sé dá «luz verde», depois de um ano de estudos, aos 250 processos de beatificação, precisou Fita.
Entre as pessoas martirizadas, figuram sacerdotes do clero diocesano, religiosos e religiosas, assim como leigos pertencentes a movimentos e associações diversas que «se distinguiram por sua exemplar vivência de fé», segundo assinalou Fita.
A causa, que aparece encabeçada por quem foi vigário geral da diocese e decano da catedral de Valência, Miguel Payá Alonso de Medina, a quem se unem «249 companheiros mártires», foi aberta na diocese de Valência em 23 de junho de 2004 frente aos «anseios do clero da diocese e do povo fiel», segundo indicou o delegado para as Causas dos Santos.
Até hoje, o tribunal nomeado para a instrução da causa «realizou quase 300 sessões e ouviu a declaração de 550 testemunhas», apontou.

Fonte: ZENIT.org