NOSSA SENHORA DE FÁTIMA
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CAPELA DE NOSSA SENHORA DA MEDALHA MILAGROSA
Uma Capela cheia de segredos !Você quer descobri-la conosco? Saiba, antes de tudo, que a Casa Mãe da Companhia
das Filhas da Caridade era o antigo "Hotel de Châtillon". Este, foi concedido à Companhia, em 1813, por Napoleão Bonaparte, depois da tormenta da Revolução Francesa. Imediatamente, começa a construção da Capela.A 8 de agosto de 1813, realizou-se a bênção solene da Capela dedicada ao Sagrado Coração de Jesus. Em 1830, aconteceram então as aparições. Aumentou o numero de vocações.Foi necessário transformar a Capela, que passa então por várias modificações. Em 1930, por ocasião do centenário das apariçes, uma nova reforma nos mostra a Capela tal como a vemos hoje.Agora, a você a oportunidade de visitá-la!
http://www.chapellenotredamedelamedaillemiraculeuse.com
Apelo à "coragem da
paz", no discurso às autoridades da Palestina, em Belém

Papa Francisco partiu esta manhã de Amã, de helicóptero, diretamente
para Belém, onde celebrará a Missa dominical com os fiéis da Palestina, na praça
da Manjedoura, às 11 horas locais. O Santo Padre foi acolhido à sua chegada pelo
presidente Mahmoud Abbas. Após a cerimónia de boas vindas, o Santo Padre terá um
encontro privado com o presidente, no Palácio presidencial, seguido de outro com
as Autoridades da Palestina.
No seu discurso o Papa fez um apelo à
"coragem da paz", colocando um ponto final no conflito “inaceitável” que afeta a
situação de todo o Médio Oriente, defendendo a solução de dois Estados.
“Para
todos, chegou o momento de terem a coragem da generosidade e da criatividade ao
serviço do bem, a coragem da paz, que assenta sobre o reconhecimento, por parte
de todos, do direito que têm dois Estados de existir e gozar de paz e segurança
dentro de fronteiras internacionalmente reconhecidas”, declarou, perante o
presidente da Autoridade Palestina, autoridades locais e membros do corpo
diplomático.
Segundo o Papa, a “paz na segurança e a confiança mútua” nesta
região seriam um “quadro estável de referência” para enfrentar outros problemas
e um “modelo” para outras áreas de crise. Este conflito, precisou, “produziu
tantas feridas difíceis de curar e, mesmo quando, felizmente, não se alastra a
violência, a incerteza da situação e a falta de entendimento entre as partes
produzem insegurança, negação de direitos, isolamento e saída de comunidades
inteiras, divisões, carências e sofrimentos de todo o tipo”.
“Manifestando a
minha solidariedade a quantos sofrem em maior medida as consequências deste
conflito, queria do fundo do coração dizer que é hora de pôr fim a esta
situação, que se torna cada vez mais inaceitável, para bem de todos”..
O Papa
pediu um maior empenho nos esforços e iniciativas “destinadas a criar as
condições para uma paz estável, baseada na justiça, no reconhecimento dos
direitos de cada um e na segurança mútua”. A paz, sustentou, traz “inúmeros
benefícios” e pode implicar a renúncia “a alguma coisa por parte de cada um”
para que se chegue à mesma. “Faço votos de que os povos palestino e israelita e
as suas respetivas autoridades empreendam este êxodo feliz para a paz com aquela
coragem e aquela firmeza que são necessárias em qualquer êxodo”.
A parte
final do discurso deixou uma palavra de apreço pela comunidade cristã local,
apelando para que os mesmos sejam reconhecidos como “cidadãos de pleno direito”.
Francisco elogiou as “boas relações existentes entre a Santa Sé e o Estado da
Palestina”, com especial atenção à liberdade religiosa, que o Papa apresentou
como uma das “condições irrenunciáveis da paz, da fraternidade e da
harmonia”.
“Senhor presidente, queridos amigos reunidos aqui em Belém, Deus
todo-poderoso vos abençoe, proteja e conceda a sabedoria e a força necessárias
para levar por diante o corajoso caminho da paz, de tal modo que as espadas se
transformem em arados e esta terra possa voltar a florescer na prosperidade e na
concórdia. ‘Salam’”, concluiu.
Com o Papa e o presidente palestino estiveram
representantes dos cristãos na Cisjordânia e na Faixa de Gaza, que entregaram
mensagens a Francisco.
No final da Missa, o Papa almoçará com algumas
famílias de refugiados e de pessoas indigentes, da Palestina, num convento dos
Franciscanos.
De tarde, a partida, sempre de helicóptero, para o
aeroporto de Tel Aviv, dando-se início à terceria etapa desta peregrinação à
Terra Santa, já no Estado de Israel.

Primeira missa do
Papa Francisco: "Cuidar das pessoas que estão na periferia do nosso coração"

Cidade do Vaticano
– Na solenidade de São José, Papa Francisco dedicou toda a sua homilia
às virtudes do patrono da Igreja – e como podemos nos inspirar em suas
qualidades.
Logo no início, recordou seu Predecessor, que celebra seu
onomástico, para que o acompanhemos com a oração, “cheia de estima e gratidão”.
Comentando as leituras do dia, falou da missão de José: ser
custos, guardião. Guardião de quem? De Maria e de Jesus, mas é uma guarda
que depois se alarga à Igreja. Uma guarda que se realiza com discrição, com
humildade, no silêncio, mas com uma presença constante e uma fidelidade total,
mesmo quando não consegue entender.
“Deus não deseja uma casa construída
pelo homem, mas quer a fidelidade à sua Palavra, ao seu desígnio.”
José
responde à vocação de Deus com disponibilidade e prontidão; tendo Cristo no
centro da vocação cristã. Entretanto, a vocação de guardião não diz respeito
apenas a nós, cristãos, mas tem uma dimensão antecedente, que é simplesmente
humana e diz respeito a todos: é a de guardar a criação inteira, a beleza da
criação, como se diz no livro de Génesis e nos mostrou São Francisco de Assis: é
ter respeito por toda a criatura de Deus e pelo ambiente onde vivemos.
É
guardar as pessoas, cuidar carinhosamente de todas elas e cada uma,
especialmente das crianças, dos idosos, daqueles que são mais frágeis e que
muitas vezes estão na periferia do nosso coração. É cuidar uns dos outros na
família. É viver com sinceridade as amizades. “Sejam guardiões dos dons de
Deus!”
E quando o homem falha nesta responsabilidade, quando não cuida da
criação e dos irmãos, então encontra lugar a destruição e o coração fica
ressequido. “Infelizmente, em cada época da história, existem «Herodes» que
tramam desígnios de morte, destroem e deturpam o rosto do homem e da mulher.”
Papa Francisco pediu “por favor” aos que ocupam cargos de
responsabilidade em âmbito econômico, político ou social, a todos os homens e
mulheres de boa vontade: “Sejamos ‘guardiões’ da criação, do desígnio de Deus
inscrito na natureza, guardiões do outro, do ambiente; não deixemos que sinais
de destruição e morte acompanhem o caminho deste nosso mundo! Mas, para
«guardar», devemos também cuidar de nós mesmos. Lembremo-nos de que o ódio, a
inveja, o orgulho sujam a vida; então guardar quer dizer vigiar sobre os nossos
sentimentos, o nosso coração, porque é dele que saem as boas intenções e as más:
aquelas que edificam e as que destroem. Não devemos ter medo de bondade, ou
mesmo de ternura”.
A seguir, Francisco falou do início do seu ministério
como novo Bispo de Roma, Sucessor de Pedro, que inclui também um poder. Mas de
que poder se trata? – questionou, respondendo com o convite de Jesus a Pedro:
apascenta as minhas ovelhas.
“Jamais nos esqueçamos que o verdadeiro
poder é o serviço, e que o próprio Papa, para exercer o poder, deve entrar
sempre mais naquele serviço que tem o seu vértice luminoso na Cruz; deve olhar
para o serviço humilde, concreto, rico de fé, de São José e, como ele, abrir os
braços para guardar todo o Povo de Deus e acolher, com afeto e ternura, a
humanidade inteira, especialmente os mais pobres, os mais fracos, os mais
pequeninos, aqueles que Mateus descreve no Juízo final sobre a caridade: quem
tem fome, sede, é estrangeiro, está nu, doente, na prisão.”
Este é o
serviço que o Bispo de Roma e todos nós somos chamados a cumprir: dar esperança
perante tantos ‘pedaços de céu cinzento’.
“Guardar a criação, cada homem
e cada mulher, com um olhar de ternura e amor, é abrir o horizonte da esperança,
é abrir um rasgo de luz no meio de tantas nuvens, é levar o calor da esperança!
Para nós cristãos, a esperança que levamos tem o horizonte de Deus que nos foi
aberto em Cristo, está fundada sobre a rocha que é Deus”, concluiu Papa
Francisco, pedindo a intercessão da Virgem Maria, de São José, de São Pedro e
São Paulo, de São Francisco, para que o Espírito Santo acompanhe o seu
ministério.
Fonte: RV
Delegações do mundo
inteiro participarão da missa de início do ministério do Papa Francisco: Anel do
Pescador não será de ouro
Cidade do Vaticano
- O Diretor da Sala de Imprensa da Santa Sé, Pe. Federico Lombardi,
também nesta segunda-feira concedeu uma coletiva aos jornalistas.
O
sacerdote jesuíta ressaltou que o Papa encontrou no almoço a presidente da
Argentina, Cristina Fernandez de Kirchner, após um encontro privado com ela de
cerca de 15-20 minutos na Casa Santa Marta, no Vaticano. Em seguida, saudou
também os outros membros da delegação argentina antes do almoço com a chefe de
Estado.
Pe. Lombardi destacou outros dois encontros: uma audiência com o
Cardeal Secretário de Estado Tarcisio Bertone, às 10h locais desta
segunda-feira. Como informado, dias atrás foi feita a confirmação dos encargos
no Vaticano (até que o Santo Padre tome outras disposições). Portanto, esta
manhã o Pontífice encontrou o Cardeal Bertone; já na tarde de ontem, domingo,
manteve um encontro privado e muito cordial com o Prepósito-Geral da Companhia
de Jesus, Pe. Adolfo Nicolás.
Em seguida, o diretor da Sala de Imprensa
da Santa Sé discorreu sobre a celebração desta terça-feira, 19 de março, festa
de São José – Padroeiro da Igreja Universal –, missa de início solene do
Pontificado do Papa Francisco.
No patamar da Basílica de São Pedro
teremos à esquerda as personalidades eclesiásticas, arcebispos e bispos, não
concelebrantes e também – muito provavelmente – as delegações das outras Igrejas
e comunidades cristãs.
À direita teremos as delegações dos vários países,
conduzidas pelos chefes de Estado, reinantes, ministros e assim por diante. A
delegação argentina será conduzida pela Presidente Cristina Kirchner, a
delegação brasileira pela Presidente Dilma Rousseff e a delegação italiana pelo
Presidente Giorgio Napolitano.
Nos primeiros setores da Praça São Pedro,
abaixo do patamar, próximo à estátua de São Pedro, à esquerda, teremos
provavelmente as delegações das outras religiões – judaica, islâmica, budista,
sique, jainista – e os sacerdotes e seminaristas: fala-se de cerca de 1.200
pessoas entre sacerdotes e seminaristas.
E à direita, diante da estátua
de São Paulo, teremos o Corpo diplomático e as autoridades. A praça estará
aberta a todos, a partir das 6h30. Não haverá necessidade de bilhetes.
O
Pontífice deixará a Casa Santa Marta por volta das 8h45 locais e a bordo do
papamóvel dará uma longa volta pela Praça São Pedro. Em seguida, ainda no
papamóvel, por alguns minutos antes do início da celebração saudará a multidão
de fiéis passando pelos diversos corredores formados na praça.
Depois,
irá até a Sacristia, que está próxima da estátua La Pietà, em torno das
9h15, e ali se preparará para a celebração cujo horário previsto de início é
para as 9h30. O Centro Televisivo Vaticano (CTV) começará a gerar imagens para
as emissoras de televisão a partir das 8h50 locais.
Pe. Lombardi precisou
que a cerimônia de amanhã é intitulada "Início do ministério petrino do bispo de
Roma", se se quiser pode-se também dizer "inauguração". É a missa de início
solene do serviço do Papa que é bispo de Roma, mas que é um serviço para a
Igreja universal: o ministério petrino é um ministério para a Igreja
inteira.
De fato, a missa é o início solene deste serviço. É um serviço
petrino, portanto, ligado a São Pedro. O Papa é o Sucessor de São Pedro.
Considerem que tudo isto está muito ligado aos lugares em que se dá esta
cerimônia.
A cerimônia começará no túmulo de São Pedro, no centro da
Basílica, sob o altar central, portanto, no túmulo de São Pedro, e se realizará
na praça que, segundo a tradição, é também o lugar do martírio de São Pedro,
porque o Circo de Nero ocupava também esta área. A missa desta terça-feira será
celebrada entre o túmulo e o lugar do martírio de São Pedro, de quem o Papa é
Sucessor.
Da Sacristia o Papa irá ao túmulo de São Pedro, sob o altar, e
será acompanhado ao túmulo de São Pedro pelos patriarcas e arcebispos maiores
das Igrejas Orientais Católicas.
Portanto, não somente o Papa, mas também
os chefes das Igrejas Orientais Católicas descem ao túmulo de Pedro, e são uma
dezena, entre patriarcas e arcebispos maiores: quatro são cardeais, e os outros
seis, ao invés, não são cardeais, mas têm outra dignidade e, portanto, se fazem
presentes para esta missa de amanhã e concelebrarão também eles junto aos
cardeais. Ao todo, serão 180 concelebrantes com o Papa Francisco.
São
todos os patriarcas e arcebispos maiores, ou seja, todos os chefes das Igrejas
Orientais Católicas que participam e que com o Papa iniciam o rito a partir do
túmulo de São Pedro, fazendo uma homenagem, uma oração diante do túmulo, no qual
são conservados o anel e o pálio, que são os dois sinais do ministério petrino,
que depois serão entregues ao Papa.
Depois, o Papa e os patriarcas, e em
procissão todos os cardeais e todos os concelebrantes, vão do centro da Basílica
para a porta da Basílica e saem no patamar, em procissão.
Durante a
procissão de dentro da Basílica para fora dela será cantado o "Laudes Regiae",
ou seja, Louvores ao Rei: o Rei é Cristo, evidentemente. É um canto feito de
ladainhas e invocações em honra a Cristo. Um aspecto interessante destas
Laudes é que com elas se invocam muitos santos.
Nesta celebração
se invocam também explicitamente os Santos papas, após os Apóstolos. O mais
recente é São Pio X.
A procissão sai da porta esquerda da Basílica e os
primeiros ritos, antes ainda que comece a missa, são a entrega do pálio e do
anel ao Papa, que são os sinais de seu ministério.
O pálio será entregue
e imposto ao Papa pelo protodiácono, Jean-Louis Tauran, o mesmo que anunciou o
Habemus Papam do Balcão Central da Basílica Vaticana. Este pálio é do
mesmo que tinha Bento XVI, idêntico. Após a entrega do pálio há uma oração que é
feita pelo Cardeal protopresbítero, ou seja, o primeiro da Ordem dos
Presbíteros.
Depois se tem a entrega do anel que será feita pelo Cardeal
Decano, Angelo Sodano, que é o protoepiscopo, ou seja, o primeiro da Ordem dos
Bispos. Em seguida, os três primeiros cardeais das três ordens entregam o pálio,
rezam e entregam o Anel do Pescador, que não é de ouro, nestes dias apresentado
ao Papa pelo Mestre das Cerimônias que o recebera de um dos secretários do Papa
Paulo VI.
"O anel se chama 'Anel do Pescador' porque São Pedro era um
pescador, como sabemos, e Jesus o fez tornar-se pescador de homens. Porém, no
anel que desta vez o Papa receberá é representado São Pedro com as chaves. Este
anel é obra de um famoso artista italiano, Enrico Manfrini, e é de prata
dourada", explicou Pe. Lombardi.
Em seguida se terá lugar o ato de
"obediência" feito por seis cardeais. O porta-voz vaticano evidenciou que o
Santo Padre não dará pessoalmente a Comunhão, que não haverá a procissão das
ofertas, mas os ministrantes, de forma simples, levarão o Pão e o Vinho até o
Altar. Outra particularidade é que o Evangelho será cantado somente em
grego.
"Nas grandes celebrações – explicou –, inclusive na Páscoa, por
exemplo, existe a tradição de se ter o latim e o grego para recordar a Igreja do
Ocidente e a Igreja do Oriente, as duas grandes dimensões da tradição da Igreja.
Por simplicidade, nesta missa, o Evangelho será cantado somente em grego, porque
o latim já estará presente em muitas outras partes" – ressaltou Pe.
Lombardi.
"A celebração durará cerca de duas horas" e a homilia será
feita em língua italiana, disse. A cadeira pontifícia estará à frente dos
portões da Basílica, atrás do altar. Os cardeais concelebrantes estarão à sua
direita.
A celebração se concluirá com o "Te Deum", com versículos
alternados: gregoriano e melodia de Da Vitoria. Depois haverá a saudação
do Papa aos chefes de delegações, provenientes de diversos países do mundo
inteiro.
A seguir, o Papa entrará na Basílica, deixará as vestes
litúrgicas, irá para diante do altar central e os chefes das delegações dos
vários países entrarão na Basílica para saudar o Santo Padre.
As
delegações das outras Igrejas e confissões cristãs e das outras religiões
encontrarão o Papa, na Sala Clementina, no Vaticano, no dia seguinte,
quarta-feira, às 11h locais.
Por fim, Pe. Lombardi recordou mais uma vez
que não é costume da Santa Sé fazer convites e "que todos são bem-vindos" para a
missa desta terça-feira. São esperados mais de 200 mil fiéis. (RL)
Fonte: RV