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NOSSA SENHORA DE FÁTIMA

Esteja ao lado de Nossa Senhora de Fátima como nunca pode imaginar.

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CAPELA DE NOSSA SENHORA DA MEDALHA MILAGROSA

Uma Capela cheia de segredos !Você quer descobri-la conosco? Saiba, antes de tudo, que a Casa Mãe da Companhia das Filhas da Caridade era o antigo "Hotel de Châtillon". Este, foi concedido à Companhia, em 1813, por Napoleão Bonaparte, depois da tormenta da Revolução Francesa. Imediatamente, começa a construção da Capela.A 8 de agosto de 1813, realizou-se a bênção solene da Capela dedicada ao Sagrado Coração de Jesus. Em 1830, aconteceram então as aparições. Aumentou o numero de vocações.Foi necessário transformar a Capela, que passa então por várias modificações. Em 1930, por ocasião do centenário das apariçes, uma nova reforma nos mostra a Capela tal como a vemos hoje.Agora, a você a oportunidade de visitá-la!
http://www.chapellenotredamedelamedaillemiraculeuse.com

Visita a Capela da Medalha Milagrosa, localizada na Rue du Bac, 140 - Paris

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Clique sobre a foto para a visita guiada em 15 etapas
Mostrando postagens com marcador S.S.Papa Paulo VI. Mostrar todas as postagens
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quinta-feira, 22 de janeiro de 2009

NOSSA SENHORA "NOS FAZ IRMÃOS E NOS UNE"

Papa recorda que Nossa Senhora «nos faz irmãos e nos une»
«O santuário de Mariazell mostra as raízes cristãs da Europa»
Por Inma Álvarez


CIDADE DO VATICANO, quinta-feira, 22 de janeiro de 2009
- O Papa Bento XVI dedicou nesta quarta-feira um emocionado e improvisado discurso a Nossa Senhora como «promotora da unidade» entre os homens, em agradecimento por ter recebido a cidadania honorária da localidade austríaca de Mariazell, sede de um dos santuários marianos mais importantes da Europa.
Esta distinção lhe foi conferida na presença do prefeito, Helmut Pertl, do bispo de Graz-Seckau, Dom Egon Kapellari, e do reitor do Santuário de Mariazell, Pe. Karl Schauer, O.S.B. Diante deles, o Papa expressou vivamente seu agradecimento.
«Segundo as previsões humanas, nesta vida não poderei voltar a peregrinar até lá fisicamente, mas agora vivo lá de verdade e neste sentido estou presente sempre», afirmou. «Estou contente por ser de casa com o coração, e também agora de direito, por assim dizer, em Mariazell.»
O Papa recordou duas visitas anteriores ao Santuário e contou algumas histórias vividas com o bispo e o reitor lá presentes, especialmente em sua última visita, por causa da chuva torrencial que os surpreendeu.
Por outro lado, manifestou a importância que este santuário, muito venerado pelos católicos alemães, teve na história européia: «Mariazell é muito mais que um ‘lugar’: é a atualização da história viva de uma peregrinação de fé e de oração durante os séculos», explicou.
Nesta peregrinação, acrescentou o Papa, «não estão somente as orações e as invocações dos homens, mas também está presente a realidade de uma resposta: sentimos que a resposta existe, que não estendemos a mão para algo desconhecido, mas que Deus existe, e que através de sua Mãe Ele quer estar particularmente próximo de nós».
Mariazell também expressa «o que a Europa foi capaz de construir e de onde procede tudo aquilo que hoje compõe sua identidade, e através de que a Europa poderá voltar a ser ela mesma: através do encontro com o Senhor, ao qual sua Mãe nos conduz», acrescentou o Papa.
A verdadeira grandeza
Bento XVI recordou que Nossa Senhora de Mariazell recebeu importantes títulos durante a história, como «grande mãe» da Áustria e dos povos eslavos, neste santuário visitado por milhares de pessoas durante os séculos, até o ponto de Mariazell ter sido consideda o centro espiritual do Império Austro-húngaro.
Contudo, acrescentou, a Virgem «nos ensina que o que é verdadeiramente ‘grande’ não é o fato de ser ‘inalcançável’».
Maria «manifesta sua grandeza precisamente no fato de que Ela se dirige aos pequenos e está presente para os pequenos; que podemos recorrer a ela em qualquer momento, sem ter de pagar nenhum ingresso de entrada, simplesmente levando o coração», explicou o Papa.
Esta grandeza, portanto, não tem a ver com «a majestade exterior», acrescentou, mas com «a bondade do coração que oferece a todos a experiência do que significa estar juntos».
«Nos passeios que faço nas paisagens das lembranças, volto sempre a fazer uma parada em Mariazell, precisamente porque sinto que lá a Mãe sai ao nosso encontro e reúne todos nós», concluiu o Papa.

Fonte: ZENIT.org

terça-feira, 9 de setembro de 2008

30 ANOS SEM O PAPA PAULO VI

CARTA DO PAPA PELO 30º ANIVERSÁRIO DE MORTE DE PAULO VI: "INESTIMÁVEL A HERANÇA DO SEU MAGISTÉRIO"


Cidade do Vaticano,
- Um homem "sinceramente e profundamente enamorado pela Igreja", que a conduziu num difícil período histórico, mas também de grande renovação interna, graças ao Concílio Vaticano II, sendo o primeiro a colocá-lo em prática. São as palavras de gratidão que Bento XVI dirigiu à figura e à memória de Paulo VI, contidas numa carta enviada ao bispo de Brescia, Dom Luciano Molinari, no 30º aniversário de falecimento do papa Montini.Impressionam _ como impressionaram na época - as palavras de Paulo VI que Bento XVI cita em sua carta e que o papa Montini teria pronunciado no Angelus de 6 de agosto de 1978 sobre a Transfiguração, mas que com o seu falecimento ficaram somente no papel, assumindo, todavia, um alto valor simbólico. "Aquele corpo, que se transfigura diante dos olhos atônitos dos apóstolos, é o corpo de Cristo nosso irmão, mas é também o nosso corpo chamado à glória: aquela luz que o inunda é e será também a nossa parte de herança e de esplendor. Somos chamados a partilhar tanta glória, porque somos 'partícipes da natureza divina'. "Com o falecimento de Paulo VI - escreve Bento XVI - foi-se um "filho da terra de Brescia" que "foi chamado pela divina Providência a conduzir a Igreja num período histórico marcado por muitos desafios e problemas" e, ao mesmo tempo, a ser "o timoneiro da barca de Pedro" durante a celebração do Vaticano II "e nos anos de sua primeira aplicação". Bento XVI se disse impressionado pelo "ardor missionário" que animou o papa Montini, o impulsionando "a empreender - observa - viagens apostólicas também a nações distantes e a realizar gestos de alto valor eclesial, missionário e ecumênico". Com o passar dos anos - observa o papa - "torna-se sempre mais evidente a importância de seu pontificado para a Igreja e para o mundo, bem como a inestimável herança de magistério e de virtude que ele deixou aos fiéis e a toda a humanidade". Ao recordar a sua gratidão pessoal a Paulo VI, que em 1977 o nomeou arcebispo de Munique e Freising, na Alemanha, e pouco depois o criou cardeal, Bento XVI conclui a carta agradecendo a Deus "por ter dado à Igreja" um pastor tão "sinceramente e profundamente enamorado pela Igreja e tão próximo às expectativas e às esperanças dos homens de seu tempo", e "auspiciando vivamente que todo membro do Povo de Deus saiba honrar a sua memória com o compromisso de uma sincera e constante busca da verdade". (RL)
Fonte: RV