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NOSSA SENHORA DE FÁTIMA

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CAPELA DE NOSSA SENHORA DA MEDALHA MILAGROSA

Uma Capela cheia de segredos !Você quer descobri-la conosco? Saiba, antes de tudo, que a Casa Mãe da Companhia das Filhas da Caridade era o antigo "Hotel de Châtillon". Este, foi concedido à Companhia, em 1813, por Napoleão Bonaparte, depois da tormenta da Revolução Francesa. Imediatamente, começa a construção da Capela.A 8 de agosto de 1813, realizou-se a bênção solene da Capela dedicada ao Sagrado Coração de Jesus. Em 1830, aconteceram então as aparições. Aumentou o numero de vocações.Foi necessário transformar a Capela, que passa então por várias modificações. Em 1930, por ocasião do centenário das apariçes, uma nova reforma nos mostra a Capela tal como a vemos hoje.Agora, a você a oportunidade de visitá-la!
http://www.chapellenotredamedelamedaillemiraculeuse.com

Visita a Capela da Medalha Milagrosa, localizada na Rue du Bac, 140 - Paris

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sexta-feira, 23 de janeiro de 2009

O DRAMA DOS CRISTÃOS DO IRAQUE E O PERIGO DE SEREM ESQUECIDOS

O drama dos cristãos no Iraque e o perigo de ser esquecido, denunciado pelos bispos, numa mesa redonda na Rádio Vaticano


Um sínodo especial sobre a situação dos cristãos do Médio Oriente será pedido ao Papa pelos bispos caldeus do Iraque para sensibilizar a Igreja Católica inteira para o drama das comunidades cristãs dos lugares do Antigo e do Novo Testamento que correm o perigo de extinção. Os problemas são os mesmos no Iraque, no Líbano e e na Palestina: os cristãos deixam o país explicou D. Luís Sako, arcebispo de Kirkuk, presente em Roma com os seus irmãos no episcopado para a visita quinquenal ad limina apostolorum e que na tarde desta quarta feira participou numa mesa redonda na sede da Rádio Vaticano. Na manhã desta quinta feira Bento XVI recebeu já em audiência um grupo destes bispos.Um sínodo especial como aquele sobre a Africa que se efectuará em Roma em Outubro próximo – explicou o arcebispo de Kirkuk permitiria perceber melhor o problema. Se não existe uma visão clara, os cristãos não permanecerão no Médio Oriente e deixarão esta terra, um tempo abençoada e agora maldita. No centro do sínodo, acrescentou, deveria estar a relação com as maiorias muçulmanas.Aquele dos cristãos no Iraque permanece para o arcebispo Sako o drama no drama; uma comunidade expulsa com a força e a intimidação ,quando não mesmo com a morte, da própria casa e obrigada a viver na indigência em Damasco ou em Aman, graças ás ajudas das organizações humanitárias, com a miragem de talvez um dia poderem regressar á pátria ou criar uma nova vida nos Estados Unidos, na Austrália ou no Canadá. Uma situação que representa bem a tragedia num país que vive na tragédia desde sempre: primeiro a ditadura, depois as guerras e a ocupação, o terrorismo e as lutas entre as várias facções para o controlo dos recursos e do território, num Estado que dá a impressão de precisar ainda de ser inventado.Ao lado de Mons. Sako, presente também Mons. Basuke Georges Casmoussa, arcebispo sírio-católico de Mosul, que há três anos foi vítima de um rapto: “Já antes da chegada dos americanos, havia dificuldades, mas depois estas centuplicaram. Em todo o caso, o verdadeiro problema não são os americanos, que mais cedo ou mais tarde partirão do Iraque”.No encontro participou também Mons. Shlemon Warduni, vigário patriarcal de Bagdad que exprimiu também a preocupação de que a comunidade internacional esqueça o drama iraquiano, e em especial a situação dos cristãos. Sobre a retirada das tropas americanas, considera que “a primeira coisa a fazer é restabelecer a paz e a segurança, e depois sim, podem ir embora”. E acrescentou ainda Mons. Warduni: “A democracia não se pode impor; há que a ensinar, requer uma educação nesse sentido”. Relativamente ao novo presidente norte-americano, Barak Obama, o prelado exortou ao optimismo: “Sofremos tanto por causa da anterior Administração de Washington. Agora, alguém há-de tratar das nossas feridas”.
“Levem lá o nosso petróleo, mas deixem o nosso país” – concluiu.

Fonte: RV

sexta-feira, 12 de setembro de 2008

BENTO XVI - " O PERIGO DA EMERGÊNCIA DE DESCONFIANÇAS ANTIGAS"

Bento XVI e os receios de nova «Guerra Fria»

Bento XVI mostrou hoje a sua preocupação perante “o perigo da emergência de desconfiança antigas”, assegurando que acompanha o surgimento recente de “tensões e oposições entre as Nações” com “preocupação”.
O Papa falava em Paris, diante do presidente francês Nicolas Sarkozy, na cerimónia de boas-vindas que teve lugar no Eliseu. O líder da Igreja Católica tem-se pronunciado em favor de uma solução pacífica para o conflito que, neste momento, envolve a Geórgia, as suas regiões separatistas e a Rússia, que tem vindo a gerar receios de uma nova “Guerra Fria”.
Num momento em que a França assegura a presidência da UE, o Papa assinalou que este país, “historicamente sensível à reconciliação entre os povos, está chamado a ajudar a Europa a construir a paz nas suas fronteiras e no mundo inteiro”.
“Os tempos são incertos e é uma tarefa árdua encontrar o bom caminho entre os meandros do quotidiano social e económico, nacional e internacional”, admitiu.
Bento XVI fez notar que “é importante promover uma unidade que não pode e não pretende ser uma uniformidade, mas que seja capaz de garantir o respeito das diferenças nacionais e das diversas tradições culturais que constituem uma riqueza na sinfonia europeia”, recordando que “a própria identidade nacional só se realiza na abertura aos outros povos e através da solidariedade para com todos”.
“Exprimo a minha confiança de que o vosso país contribuirá cada vez mais para fazer progredir este século no caminho da serenidade, da harmonia e da paz”, prosseguiu, admitindo que a missão reservada a Sarkozy “não é fácil”.
O Papa disse ainda que o exercício da presidência da UE deve servir para “testemunhar a ligação da França aos Direitos Humanos e à sua promoção, para o bem do indivíduo e da sociedade”, pedindo atenção aos “direitos inalienáveis da pessoa, desde a sua concepção até à sua morte natural”.
Bento XVI aludiu ainda aos direitos relativos à “livre educação, vida familiar, ao trabalho, sem esquecer naturalmente os direitos religiosos”.

quinta-feira, 14 de agosto de 2008

PEREGRINAÇÃO DO MIGRANTE: PERIGO DE XENOFOBIA

EM FÁTIMA, PEREGRINAÇÃO DO MIGRANTE: PERIGO DE XENOFOBIA
Fátima,
- Está se realizando estes dias em Fátima a peregrinação anual do Migrante e do Refugiado, com a participação de milhares de emigrantes portugueses e de estrangeiros residentes em Portugal.

Expoentes da Igreja católica local vêem nesta peregrinação a prova de que a “fé cristã derruba muros e abate fronteiras” e tem uma capacidade de união.

Este ano, a peregrinação ocorre após acontecimentos que envolveram imigrantes brasileiros no assalto ao BES, uma agência bancária em Lisboa.

O presidente da Comissão Episcopal portuguesa da Mobilidade Humana, D. Antônio Vitalino, destacou que este acontecimento não pode constituir a ocasião de crescimento de “sentimentos xenófobos” em relação aos imigrantes que estão em Portugal.

Com efeito, D. Vitalino disse temer “uma certa xenofobia na população portuguesa” para com os imigrantes. “Eu sempre tenho muito medo, essencialmente da opinião que é feita na rua, que não é controlada, e das pessoas que sofrem na pele com isso”, afirmou na coletiva de imprensa que antecedeu o início da peregrinação internacional de Fátima.

O presidente da Comissão Episcopal portuguesa da Mobilidade Humana mostrou-se igualmente preocupado com o “impacto” da situação decorrente da transmissão dos acontecimentos pela Comunicação Social.

Ele sublinhou que “o bem e o mal estão espalhados por todo o mundo”. (PL)
Fonte: RV