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Uma Capela cheia de segredos !Você quer descobri-la conosco? Saiba, antes de tudo, que a Casa Mãe da Companhia das Filhas da Caridade era o antigo "Hotel de Châtillon". Este, foi concedido à Companhia, em 1813, por Napoleão Bonaparte, depois da tormenta da Revolução Francesa. Imediatamente, começa a construção da Capela.A 8 de agosto de 1813, realizou-se a bênção solene da Capela dedicada ao Sagrado Coração de Jesus. Em 1830, aconteceram então as aparições. Aumentou o numero de vocações.Foi necessário transformar a Capela, que passa então por várias modificações. Em 1930, por ocasião do centenário das apariçes, uma nova reforma nos mostra a Capela tal como a vemos hoje.Agora, a você a oportunidade de visitá-la!
http://www.chapellenotredamedelamedaillemiraculeuse.com

Visita a Capela da Medalha Milagrosa, localizada na Rue du Bac, 140 - Paris

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Mostrando postagens com marcador João Paulo II. Mostrar todas as postagens
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quarta-feira, 21 de junho de 2017

REALMENTE, QUEM SÃO OS                                                          ARAUTOS DO EVANGELHO



São Paulo – Brasil (Sexta-feira, 16-06-2017, Gaudium Press) Quem lê os artigos e livros do prestigioso vaticanista, Sr. Andrea Tornielli, pode regozijar-se com a recordação da figura pitoresca de um camaleão. Assim, suas publicações registram uma arguta capacidade de adaptar-se ao ambiente em que se encontra, para desenvolver a sua atividade: soube sorrir para João Paulo II, afagar o pontificado de Bento XVI e, ao mesmo tempo, preteri-lo discretamente, quando já andava de braços dados com Francisco…
Recentemente, o Sr. Tornielli publicou um artigo polêmico no blog Vatican Insider, do jornal La Stampa: “Arautos, a doutrina secreta: ‘Correa incentiva a morte do Papa'”. Considerando a conhecida característica camaleônica do articulista, duas questões despontam a partir desta publicação: quais são as suas pretensões? Para que ambiente ele antecipa uma adaptação?
É interessante observar que o autor ressuscita, através do mencionado artigo, antigas, muito antigas, denúncias contra o Professor Plinio Corrêa de Oliveira, relativas à veneração que muitos lhe prestavam em vida, bem como à devoção privada a sua mãe, D. Lucília. Agora, Mons. João Scognamiglio Clá Dias, fundador dos Arautos do Evangelho, é alvo dos mesmos ataques. Essas são acusações obsoletas, todas respondidas e devidamente refutadas conforme os ditames da mais estrita doutrina católica.

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Mons. João S. Clá Dias, fundador dos Arautos do Evangelho.
Timeo hominem unius libri. É bem o que os leitores da imprensa católica são inclinados a concluir nestes momentos, sobre o conhecimento do Sr. Tornielli a respeito do tema de seu artigo: estudioso de um só livro causa temor. O que não fica nada bem para um articulista desse porte… Vejamos por que.
Em primeiro lugar, poderíamos sugerir ao Sr. Tornielli voltar um pouco ao passado da instituição, por ele tão veementemente atacada, e deitar alguma atenção a uma obra publicada em 1985 – Servitudo ex Caritate – com o parecer do eminente teólogo Pe. Victorino Rodríguez y Rodríguez, OP. Nesse estudo, nunca replicado, o assunto da Sagrada Escravidão a Jesus, pelas mãos de Maria, bem como os vínculos espirituais entre o Prof. Plinio e seus discípulos, que ele menciona em seu artigo, foram completamente esclarecidos para o passado, para o presente e para o futuro.
E por que não ler, também, o livro Dona Lucilia, de 1995, com prefácio laudatório do Pe. Antonio Royo Marín, OP, reeditado em parceria com a Libreria Editrice Vaticana em 2013, também em língua italiana? Sua leitura teria sido suficiente para compreender que os fundamentos da devoção a esta grande dama brasileira estão baseados em sua vida de ilibada virtude e no bimilenar costume da Santa Igreja. Permita-nos dizer-lhe, Sr. Tornielli, que talvez seja conveniente rever as suas anotações do tempo de catecismo, pois antes mesmo de alguém ser canonizado, pede a Santa Madre Igreja que seja reconhecida sua fama de santidade.
E quanto à devoção a Dr. Plinio? Se lhe interessarem dados mais atuais, convidamos o Sr. Tornielli a fazer um dedicado estudo a uma obra recentíssima, de 2016, publicada em cinco volumes também pela Libreria Editrice Vaticana, com mais de 100 mil coleções impressas, sob o título O dom de sabedoria na mente, vida e obra de Plinio Corrêa de Oliveira. Nesse trabalho encontram-se detalhadas as origens históricas e o embasamento teológico desse tema, tratado de forma tão tendenciosa em seu artigo.
Bento XVI e Monsenhor João Clá Dias Arautos do Evangelho.jpg
É verdade que surgiu, entretanto, diante do Sr. Tornielli, uma grande e insólita novidade: um vídeo privado, divulgado fora do contexto e superado pelo tempo, pois é velho de um ano e meio. Sendo ele de uso restrito da instituição, foi, entretanto, obtido de forma ilegal por um homem apaixonado no desafeto à TFP e aos Arautos – ele mesmo ex-membro da TFP -, casado com uma senhora, ex-membro da Opus Dei, que ocupam ponderada parte de seu tempo em atacar as entidades às quais pertenceram. Nesta fonte que o influente Sr. Tornielli foi buscar sua informação imparcial…
Trata-se do registro de uma reunião de clérigos, reservada, que não implicou em nenhuma mudança de rumos nos Arautos do Evangelho, seja em seu relacionamento para com a Sagrada Hierarquia e a sociedade civil, seja na atuação com a imensa quantidade de aderentes do movimento. O objetivo do encontro registrado era, simplesmente, intercambiar impressões a respeito de determinados fenômenos preternaturais, num ambiente de amena e distendida intimidade. Mãos criminosas, ainda desconhecidas, resolveram divulgar seu conteúdo de forma malévola e inconsequente para um público que não tem, em sua grande maioria, conhecimentos teológicos suficientes para fazer a respeito do seu conteúdo um juízo aprofundado. Não era difícil, assim, criar confusão em suas mentes. Por outro lado, essas mesmas mãos não se interessaram, naturalmente, em divulgar as conclusões dessas análises.
Ora, por que o Sr. Tornielli não procurou os Arautos para obter um esclarecimento? Bem poderíamos dizer: timeo hominem unius factionis, tememos os homens da meia verdade, os homens parciais, aqueles que não sabem e não querem ouvir as duas partes.
Estará o Sr. Andrea Tornielli agindo sozinho? Isso não sabemos…
joaopauloii-joao cladias.jpg
Mas podemos afirmar, analisado o artigo do renomado vaticanista e as circunstâncias mencionadas, a cega contribuição que ele está oferecendo no sentido de destruir aquela tão sonhada unidade que os Padres do Concílio Vaticano II quiseram levar adiante e que concretizaram três grandes homens: São João Paulo II, Bento XVI e Mons. João Clá. Eis um modo de arruinar a doutrina de um Concílio Ecumênico, e a dedicada ação de dois papas – um ainda vivo e entre nós – e de um Fundador, de quem um Prefeito da Congregação para os Religiosos, Cardeal Franc Rodé, disse ser a Igreja devedora!
Cui prodest? A quem aproveita esta atitude? O mundo católico está certamente perplexo: desta vez o camaleão apresenta tons tão surreais que, feitas as devidas ponderações, ainda continua suscitando perguntas acerca de suas variadas novas colorações:
– A quem representa o Sr. Andrea Tornielli?
– Pretende ele provocar um cisma na Igreja?
– Com que intenções?
Por fim, esclarecidas as inverdades e distorções, fazemos-lhe um convite para retornar às vias de um jornalismo culto, sério e ético. Os Arautos do Evangelho consagram a São José, padroeiro da Igreja, a própria defesa, na certeza de não serem desamparados pelo pai virginal de Jesus e castíssimo esposo de Maria. Sem prejuízo dos próprios direitos, estão eles dispostos a sempre acolher com benevolência a retratação dos caluniadores e a perdoa-los sinceramente, pois não guardam qualquer ressentimento.


sábado, 26 de abril de 2014

Milagres dos Papas João XXIII e João Paulo II

Os milagres dos Papas João XXIII e João Paulo II




 Vários têm sido os testemunhos importantes nos briefings de imprensa. O Cardeal Stanislaw Dziwisz esteve presencialmente no Media Center e o Cardeal Capovilla em direto televisivo e foram presenças de grande valor histórico e testemunhal. Mas, os milagres atribuídos e relatados na quinta-feira comoveram quem os ouviu:
A Irmã Caterina Capitani, da Congregação das Filhas da Caridade, miraculada por João XXIII, morreu em 2010. Foi a Irmã Adele Labianca a relatar os factos. Desenvolviam juntas atividade na Hospital Pediátrico de Nápoles. Em 1967 tinha 54 anos e há 23 anos que não podia sair da cama devido a abcessos que lhe tinham progressivamente atingido todo o corpo. Intervenções cirúrgicas tinham sido 14. As condições pioravam de dia para dia. Foi-lhe administrada a unção dos enfermos e uma relíquia do Papa foi-lhe colocada sobre uma das feridas e ela... acordou. A Irmã Adele Labianca relatou o que Irmã Caterina lhes contou dias depois do milagre:
“Senti uma mão apoiada no meu estômago na direção da fistula e uma voz que me chamava do lado esquerdo: ‘Irmã Caterina’ Assustada por ouvir a voz de um homem, virei-me e vi ao meu lado o Papa João em vestes papais que não sei descrever porque olhava só para o seu rosto que era muito belo e sorridente. Ele disse-me: ‘Irmã Caterina rezaste tanto e também tantas irmãs, principalmente uma delas – infelizmente na minha humildade devo dizer que esta uma delas era eu’. Haveis mesmo arrancado do coração este milagre! Mas agora tudo acabou: tu estás bem e não tens mais nada!”
Prodigiosa foi também a cura de Floribeth Mora Diaz, de 51 anos, natural de San José na Costa Rica. Uma mulher muito doente que vivia com o seu marido e os seus 4 filhos. A 8 de abril de 2011 sabe ter apenas um mês de vida devido a um aneurisma. Ela não cede ao desespero e entrega-se à oração pedindo a intercessão de João Paulo II:
“Nesse momento o que eu mais pedia era a intercessão de João Paulo II. Eu dizia sempre:’João Paulo II, tu que estás assim próximo de Deus, diz ao Senhor que eu não quero morrer! Tinha medo de morrer porque tinha os meus filhos... Diz-lhe, por favor, que se eu morro quem tomará conta deles? São muito importantes para mim! Aquilo que eu mais amo são os meus filhos e o meu marido... Sempre pedi para que os protegesse e que não os deixasse sós no momento em que eu me fosse.”
“Depois de ter visto a beatificação de João Paulo II, numa transmissão – eram duas da manhã na Costa Rica – senti qualquer coisa de incrível... Acordei de manhã, acendi a televisão e encontrei uma transmissão precisamente da beatificação. Recordo que vi o Papa Bento XVI que levava a relíquia... E como acordei adormeci outra vez. Às 8 da manhã acordei mas de uma maneira diferente: ouvi uma voz no meu quarto que me dizia: ‘Levanta-te’. Eu estava surpreendida e vi que estava só!’ E continuava a ouvir esta voz que dizia e repetia: ‘Levanta-te! Não tenhas medo!’ Imediatamente os meus olhos olharam para a revista que estava em cima da televisão e que tinha saído para a beatificação... Tinha João Paulo II com as mãos levantadas como se fosse um quadro... E as suas mãos estavam levantadas como que a dizer-me para me levantar. E eu respondi: ‘Sim, Senhor!’ E desde daquele dia estou de pé! O Senhor naquele dia tirou-me o medo, tirou-me a agonia e deu-me uma paz, uma paz que me deu a certeza que era sã!” (RS) 


Fonte: RV
 

quinta-feira, 24 de abril de 2014

Canonização dos Beatos João XXIII e João Paulo II

Canonização dos Beatos João XXIII e João Paulo II, programa dos eventos na Diocese de Roma




A partir do dia 25 de Abril estão programados encontros de oração e reflexão em preparação para a celebração que será presidida pelo Papa Francisco no Domingo 27 de Abril às 10h, na Praça de São Pedro.

No Sábado 26 de Abril, na véspera da celebração para a canonização dos Beatos João XXIII e João Paulo II, a diocese de Roma promove uma noite em branco de oração em algumas igrejas do centro histórico, onde será possível rezar em diferentes línguas e confessar-se. Vai se começar às 19h na igreja de Santa Maria no Montesanto (Igreja dos Artistas), na Piazza del Popolo, com animação litúrgica em italiano. A partir das 21h os outros locais de culto interessados serão: Santa Inês em Agone (Piazza Navona), com animação em polaco; São Marcos (Pra do Capitólio), com animação em Italiano e Inglês; Santa Anastácia (na praça do mesmo nome), com animação em Português; Santíssimo Nome de Jesus (Praça Argentina), com animação em italiano e espanhol; Santa Maria em Vallicella e São João Baptista dos Florentinos, com animação em italiana; Sant'Andrea della Valle, com a animação em francês, São Bartolomeu (Ilha Tiberina), com animação em italiano e árabe; Santo Inácio de Loyola, Igreja das Santas Estigmas, Santos Doze Apóstolos, Sagrado Coração de Jesus e Santa Maria de Montesanto, com animação em língua italiana. Nestas igrejas a oração será organizada seguindo um dos três esquemas elaborados para esta ocasião pelo secretariado litúrgico do Vicariato.

Sempre no sábado 26, a partir das 17h, terá lugar uma vigília de oração também na Basílica de São Paulo Fora dos Muros. Iniciará com a oração das Vésperas seguida pela Missa pré-festiva do Domingo in albis (II depois da Páscoa, também chamado da Misericórdia). Se continuará com a exposição do Santíssimo Sacramento, e às 20h30, com a recitação das Completas.
Em contrapartida, será a Basílica de São João de Latrão, a catedral de Roma, a acolher o evento litúrgico para os fiéis de Bergamo, às 18 horas.
Os encontros de oração em preparação para as canonizações de Domingo 27 de Abril terão início já na sexta-feira 25 e neles estarão envolvidos os jovens da diocese de Roma, e não só, com duas iniciativas promovidas respectivamente pelo Secretariado para a pastoral universitária e o Serviço diocesano para a pastoral juvenil do Vicariato de Roma.


Fonte: RV


domingo, 22 de maio de 2011

BEATIFICAÇÂO DA IRMÃ DULCE

Beatificação de Irmã Dulce deve reunir 70 mil em Salvador

SÃO PAULO

- Cerca de 70 mil pessoas devem assistir neste domingo a cerimônia de beatificação de Irmã Dulce em Salvador. Ela ficou conhecida como "Anjo Bom da Bahia" pelo trabalho a favor dos pobres.

Neste sábado houve ensaio para a cerimônia de domingo no Parque de Exposições. No Santuário Irmã Dulce foi realizada uma missa e das 19h de sábado às 7h de domingo ocorre uma vigília de fiéis. Pelo menos 1,3 mil fiéis participam da concentração.

A freira baiana começou ainda jovem a cuidar dos pobres e doentes. Há sessenta anos, Irmã Dulce improvisou uma enfermaria em um galinheiro em Salvador.

Hoje, no mesmo terreno, está um hospital que atende de graça 150 mil pessoas por mês. O hospital emprega muita gente que a freira amparou.

- Naquele momento eu estava necessitando muito dela e ali ela foi minha segunda mãe - diz Marlene Teles, que trabalha como encarregada de limpeza no hospital.

A comunidade de Alagados era uma das regiões preferidas de Irmã Dulce.
- Ela vinha de iniciativa própria visitar moradores trazendo remédios e alimentação - diz o padre Rafael Cerqueira, da Igreja de Alagados.

Irmã Dulce morreu em 1992 aos 78 anos. A capela onde repousam os restos mortais dela já é um local de peregrinação.

Devotos de todo Brasil vão até o santuário para chegar perto do túmulo da freira. A sepultura está coberta por centenas de demonstrações de fé. São fotografias e cartas de fiéis pedindo graça.
Depois do parto do segundo filho, Claúdia Cristiane, que mora no interior de Sergipe, foi desenganada pelos médicos e pediu ajuda à freira.

A cura foi considerada um milagre pelo Vaticano e serviu de base para o processo de beatificação.
A cerimônia acontece neste domingo no Parque de Exposições de Salvador. 400 caravanas, de vários estados, estarão presentes.

Só tenho a agradecer a ela e a Deus', diz mulher que recebeu milagre de Irmã Dulce

A funcionária pública Cláudia Cristiane Santos de Araújo, moradora de Malhador, a 50 km de Aracaju, se emociona ao falar de Irmã Dulce.

A 9 dias da beatificação do "Anjo bom da Bahia", nome dado à freira pelo escritor Jorge Amado, Cláudia, de 42 anos, tornou-se ilustre na cidade onde reside com o marido, caminhoneiro, e os dois filhos, de 21 e 10 anos.

Isso porque a Igreja Católica revelou que foi ela que, em janeiro de 2001, sofreu hemorragia grave após o parto do segundo filho, Gabriel, e posteriormente recebeu um milagre de Irmã Dulce.

Os médicos, segundo a funcionária pública, já desacreditavam que ela pudesse sobreviver.


Cláudia conta que em 10 de janeiro daquele ano foi a Itabaiana, cidade próxima a Malhador, para dar à luz ao segundo filho.


Com 9 meses de gestação, foi atendida na Maternidade São José. Após o parto, teve uma hemorragia e passou por três cirurgias antes de ser transferida para o Hospital e Maternidade Renascença, na capital sergipana, em coma.


- Os médicos de Itabaiana disseram à minha família que haviam feito tudo o que foi possível para me salvar. Estava em coma e não me recordo de como tudo aconteceu - diz.
Em Aracaju, recebeu a visita do amigo e padre José Almir de Menezes, que levou uma foto de Irmã Dulce e pediu à freira que salvasse Cláudia.

- Não me lembro dessa visita. Sei que depois de alguns dias a hemorragia estava contida e eu, recuperada. Só tenho a agradecer a Irmã Dulce e a Deus, e também ao padre José Almir, um grande amigo da família - acrescenta.


A funcionária pública disse que antes do segundo parto não conhecia a história de vida do "Anjo Bom da Bahia".


- É uma grande satisfação ter recebido essa graça. Tinha fé, mas não a conhecia. E veio justamente de Irmã Dulce, que foi uma pessoa que fez tudo pelos mais humildes - diz.


O padre José Almir de Menezes, de Nossa Senhora das Dores, no interior de Sergipe, foi quem pediu ajuda espiritual de Irmã Dulce para salvar a vida da amiga:
- Eu disse a ela, você acredita que Irmã Dulce pode interceder por você? Ela disse acredito. Rezamos um pouco, dei a unção dos enfermos. Ela teve alta entre dois dias e meio e três dias depois - conta o padre.


O cirurgião Sandro Barral afirma que a mulher foi examinada por mais de 10 médicos no Brasil e por seis médicos na Itália e ninguém teve explicação científica para a recuperação da paciente.
- Ninguém conseguiu explicar porque a melhora se processou de forma tão rápida, em condição tão adversa - afirma.


A cerimônia de beatificação da freira baiana, morta em 1992, aos 77 anos, acontece no próximo dia 22 de maio, no Parque de Exposições de Salvador. Às 14h, haverá um espetáculo artístico reunindo mais de 600 alunos do Centro Educacional Santo Antônio (CESA) - complexo de educação das Obras Sociais Irmã Dulce - com idades entre 6 e 15 anos.


Após a apresentação das crianças, terá início, às 17h, a celebração canônica com uma missa seguida do roteiro litúrgico do Rito de Beatificação do Vaticano.


A cerimônia será presidida pelo cardeal Dom Geraldo Majella Agnelo, o delegado papal na solenidade, representando o Papa Bento XVI.

Fonte: Infoglobo Comunicação e Participações S.A.

sábado, 21 de maio de 2011

IRMÃ DULCE - BIOGRAFIA

IRMÃ DULCE - biografia



............Irmã Dulce: A minha politica é a do amor ao próximo.


Irmã Dulce, que ao nascer recebeu o nome de Maria Rita de Souza Brito Lopes Pontes, era filha do dentista Augusto Lopes Pontes e de Dulce Maria de Souza Brito Lopes Pontes.


Aos 13 anos, depois de visitar áreas carentes, acompanhada por uma tia, ela começou a manifestar o desejo de se dedicar à vida religiosa.


Com o consentimento da família e o apoio da irmã Dulcinha, foi transformando a casa da família num centro de atendimento a pessoas necessitadas.


Em 8 de fevereiro de 1933, logo após se formar professora, Maria Rita entrou para a Congregação das Irmãs Missionárias da Imaculada Conceição da Mãe de Deus, na cidade de São Cristóvão, em Sergipe.


Em 15 de agosto de 1934, aos 20 anos de idade, foi ordenada freira, recebendo o nome de Irmã Dulce, em homenagem à sua mãe.


Sua primeira missão como freira foi ensinar em um colégio mantido pela sua congregação, na Cidade Baixa, em Salvador, região onde também dava assistência às comunidades pobres e onde viria a concentrar as principais atividades das Obras Sociais Irmã Dulce.


Em 1936, ela fundou a União Operária São Francisco.


No ano seguinte, junto com Frei Hildebrando Kruthaup, abriu o Círculo Operário da Bahia, mantido com a arrecadação de três cinemas que ambos haviam construído através de doações.


Em maio de 1939, irmã Dulce inaugurou o Colégio Santo Antônio, voltado para os operários e seus filhos.


No mesmo ano, por necessidade, Irmã Dulce invadiu cinco casas na Ilha dos Ratos, para abrigar doentes que recolhia nas ruas.


Mas foi expulsa do lugar e teve que peregrinar durante uma década, instalando os doentes em vários lugares, até transformar em albergue o galinheiro do Convento Santo Antônio, que mais tarde deu origem ao Hospital Santo Antônio, centro de um complexo médico, social e educacional que continua atendendo aos pobres.


Considerada um "Anjo bom" pelo povo baiano, recebeu também o apoio de pessoas de outros estados brasileiros e de personalidades internacionais.


Mesmo com a saúde frágil, ela construiu e manteve uma das maiores e mais respeitadas instituições filantrópicas do país.


Em 1988, irmã Dulce foi indicada pelo então presidente José Sarney, com o apoio da rainha Silvia da Suécia, para o Prêmio Nobel da Paz.


Oito anos antes, no dia 7 de julho de 1980, Irmã Dulce ouviu do Papa João Paulo II, na sua primeira visita ao país, o incentivo para prosseguir com a sua obra.


Os dois voltariam a se encontrar em 20 de outubro de 1991, na segunda visita do Papa ao Brasil, quando João Paulo II fez questão de ir ao Convento Santo Antônio visitar Irmã Dulce, já bastante enferma.


Cinco meses depois, no dia 13 de março de 1992, Irmã Dulce morreu, pouco antes de completar 78 anos.


No ano 2000 foi distinguida pelo papa João Paulo II com o título de Serva de Deus.


O processo de beatificação de irmã Dulce tramitou na Congregação das Causas dos Santos do Vaticano e está marcado para o dia 22 de maio de 2011, em Salvador - Bahia - Brasil.


Fonte: educação-UOL

terça-feira, 3 de maio de 2011

RESTOS MORTAIS DO BEATO JOÃO PAULO II

JPII: RESTOS MORTAIS DO BEATO DENTRO DA BASÍLICA DE SÃO PEDRO



Cidade do Vaticano, 03 mai (RV)



– Na noite desta segunda-feira, depois do fechamento da Basílica de São Pedro, foi iniciada a operação para a reposição dos restos mortais do Beato João Paulo II, colocados agora sob o altar da Capela de São Sebeatião onde é possível ver a nova inscrição em mármore branco: “Beatus Ioannes Paulus PP. II”.

Entre os fiés que na manhã de hoje visitaram o novo altar estava um grupo de brasileiros. A mineira Carmelina Moraes foi uma das primeiras brasileiras a ver o novo altar do Beato João Paulo II.

“Estou muito emocionada. Uma emoção enorme. Tudo muito lindo, aí esta a expressão suprema da religião”, disse a mineira.

Ana Jorgina, do Rio de Janeiro, também estava esta manhã na Praça de São Pedro.

“A gente achou muito bonito. Na capela de São Sebastião então, dois mártires”, destacou a carioca.

Luiz Correa, também do Rio, ficou impressionado.

“Acho que o Papa João Paulo II foi uma pessoa que mereceu e fez muito pela comunidade cristã”, refletiu.

Outra carioca, Terezinha da Silva, resume o sentimento dos brasileiros que visitaram o novo altar do Beato João Paulo II, agora dentro da Basílica de São Pedro.

Fonte: RV

domingo, 1 de maio de 2011

BEATO JOÃO PAULO II






JOÃO PAULO II É BEATO
Cidade do Vaticano, 1º mai (RV)


– Mais de um milhão de pessoas participaram hoje da beatificação de João Paulo II, uma das maiores da história da Igreja.


O evento histórico não tem precedentes, já que nos últimos mil anos nenhum papa proclamou seu antecessor como beato.



A celebração de hoje ganha destaque especial também por ser o Domingo da Divina Misericórdia, festa criada por João Paulo II, particularmente devoto e ligado à santa polonesa Faustina Kowalska, religiosa falecida em 1938 e canonizada pelo próprio João Paulo II em 30 de abril de 2000.



A data escolhida para a beatificação é ainda a celebração litúrgica mais próxima da morte de João Paulo II, que faleceu na véspera da festa da Divina Misericórdia em 2005, celebrada anualmente no primeiro domingo depois da Páscoa.


Ao entrar na Praça de São Pedro, iluminada por um morno sol de primavera, o papa foi acolhido pela multidão que o saudou com carinho em sua passagem com o papa-móvel.




A cerimônia começou com o pedido formal de beatificação pelo Cardeal Agostino

Vallini, vigário-geral do papa para a Diocese de Roma, que leu também a biografia de João Paulo II.




Ao seu lado, estava o postulador da causa, Mons. Sławomir Oder.



Em seguida, Bento XVI recitou fórmula de beatificação em latim, fazendo o anúncio da data da festa litúrgica em 22 de outubro, (dia da primeira missa de seu pontificado) e foi descerrado o retrato do novo beato. A partir daquele momento, a Igreja católica ganhou um novo beato: o bem-aventurado João Paulo II.



Um interminável aplauso, comoção, lágrimas nos olhos de fiéis de todas as idades, cantos e abraços inundaram a Praça, que explodiu de alegria.



Irmã Tobiana, uma das mais próximas colaboradoras de João Paulo II, e Irmã Marie Simon Pierre, a religiosa francesa que recebeu a graça por sua intercessão e foi curada do mal de Parkinson, levaram as relíquias ao altar: uma pequena ampola contendo o sangue do beato João Paulo II. O caixão com os restos mortais de João Paulo II ficará exposto hoje para veneração, até o último devoto, na Basílica de São Pedro. (CM)


Fonte: RV

A VIDA DE KAROL WOJTYLA - BEATO JOÃO PAULO II

Especial João Paulo II: Os anos que antecederam o papado



São Paulo - Domingo, 01º de maio de 2011,



Em 18 de maio de 1920, nasce em Wadowice, sul da Polônia, Karol Wojtyla, que mais tarde viria a se tornar o Papa João Paulo II.

Filho de um militar austro-húngaro - de quem herdou o nome - e de uma dona de casa de origem lituana, Wojtyla tem sua infância marcada por dois duros golpes: a morte de sua mãe, Emília Kaczorowsky, e de seu irmão mais velho, Edmund.
No período de sua juventude, Karol Wojtyla demonstra uma forte ligação com o teatro, a música e a literatura, mas um encontro com bispo titular de Cracóvia na época, Cardeal Adam Stefan Sapieha, durante um visita pastoral, desperta pela primeira vez no jovem polonês o desejo de seguir a vida sacerdotal. Apesar do pendor pela vida religiosa, no começo de sua vida universitária Karol Wojtyla se dedica apenas ao teatro. Monta com amigos um grupo de teatro, mas o início da 2ª Guerra Mundial muda seus planos.
Começo da vida sacerdotal
Em 1942, um ano após a morte de seu pai, o futuro Papa ingressa clandestinamente - com o auxílio do bispo titular de Cracóvia - no Departamento Teológico da Universidade Jaguelloniana, e assim começa a viver seus primeiros dias como seminarista. Em 1946, com 26 anos, Karol Wojtyla é ordenado sacerdote no Seminário Maior de Cracóvia, celebrando sua primeira Missa na Cripta de São Leonardo, na Catedral de Wavel.
No mesmo ano de sua ordenação, Padre Wojtyla é enviado por Dom Sapieha até Roma, onde doutora-se em Teologia e Filosofia pela Pontifícia Universidade "Angelicum". Em 1948, volta à Polônia, e após uma rápida passagem pelo interior do país, instala-se novamente em Cracóvia, onde vai aprofundar seus estudos filosóficos, sem deixar, obviamente, seu trabalho como pastor.
Em 1949, com o intuito de obter seu "doutorado de Estado", Karol Wojtyla retorna à Universidade Jaguelloniana. Na instituição de ensino permanece por mais cinco anos até obter o título acadêmico, com uma tese que relaciona a moral cristã com os estudos fenomenológicos do filosofo alemão Max Scheler.
Já doutorado, Padre Wojtyla passa a lecionar na Universidade Católica de Lublin, como titular da cadeira de Ética. Concomitantemente, também dá aulas na Universidade Estatal de Cracóvia.
Bispo, arcebispo, cardeal e Papa
Seguindo sua carreira religiosa, em 1958 é nomeado, pelo Papa Pio XII, bispo titular de Olmi e auxiliar de Cracóvia, tornando-se assim o membro mais jovem do episcopado polonês. Doze anos depois de se tornar sacerdote e presidir sua primeira missa, Karol Wojtyla volta à Catedral de Wavel, agora para ser ordenado bispo pelas mãos do bispo titular, Dom Eugeniuzs Baziak.
No período em que atua como bispo auxiliar, Karol Wojtyla participa ativamente do Concílio Vaticano II (1962-1965). Nesta importante série de reuniões que mudou os rumos pastorais e doutrinais da Igreja Católica, o futuro papa tem importante papel na elaboração da constituição "Gaudium et Spes".
Em 1964, falece o bispo titular de Cracóvia, Dom Baziak. A ascensão de Karol Wojtyla é rápida. Somente após seis anos de sua ordenação episcopal, é nomeado responsável pela diocese polonesa. Um ano depois, o Papa Pio XII ascende Cracóvia à categoria de arquidiocese e Wojtyla torna-se arcebispo.
Na arquidiocese de Cracóvia, Wojtyla destaca-se, entre outras atividades, por seu trabalho de integração dos leigos; de promoção humana e do apostolado juvenil; de formação religiosa dos trabalhadores e por sua forte oposição ao governo comunista que comanda a Polônia na época.
Com pouco mais de 40 anos de idade, a atuação pastoral e intelectual de Karol Wojtyla já se mostra profícua e seu futuro clerical bastante promissor. Não causa espanto então quando, em 1967, o Papa Paulo VI cria-o cardeal.
Como cardeal, Karol Wojtyla participou de cinco Assembleias do Sínodo dos Bispos, que aconteceram previamente ao seu pontificado. Cardeal Wojtyla também foi responsável pela ordenação sacerdotal mais numerosa de sua época. Em 1974, o então purpurado ordenou 43 novos sacerdotes.


sábado, 30 de abril de 2011

O MILAGRE PARA BEATIFICAR JOÃO PAULO II


Cidade do Vaticano, 30 abr (RV)


- A cura inexplicável de uma religiosa francesa que sofria de mal de Parkinson abriu o caminho para a beatificação do Papa João Paulo II, morto em 2005 após um longo calvário provocado justamente pelas conseqüências da doença.A freira francesa, Marie Simon-Pierre, enfermeira de profissão, segundo a Congregação para a Causa dos Santos, curou-se inexplicavelmente depois de orações e pedidos dirigidos a João Paulo II, poucos meses após a morte do pontífice.Para a beatificação, primeiro passo no longo caminho até a canonização, é preciso demonstrar que o candidato a santo intercedeu por um milagre.CoincidênciaMarie Simon-Pierre, na época com 40 anos, trabalhava em um hospital de Aix-en-Provence, no sul da França, quando foi diagnosticada em 2001 com Parkinson.Em 2007, a religiosa decidiu contar à imprensa como havia melhorado "milagrosamente" depois que a doença se agravou, em 2005, ano da morte de João Paulo II.Após dias de rezas e pedidos de toda a comunidade ao papa polonês, Marie Simon-Pierre conta ter deixado de sentir os sintomas da doença na madrugada entre os dias 2 e 3 de junho."Eu me senti completamente transformada (...). Senti que estava curada", contou.O caso da freira, que viu João Paulo II uma única vez em 1984, foi submetido à análise da Congregação da Causa dos Santos, que examinou e aprovou o milagre, após consultas junto a um conselho de especialistas médicos e teólogos.O processo sofreu atrasos porque a congregação vaticana fez questão de considerar qualquer possível objeção, submetendo o caso a vários peritos.De acordo com Dom Slawomir Oder, encarregado da documentação para a canonização de João Paulo II, a religiosa enferma seguiu o conselho de sua madre superiora, que sugeriu que ela escrevesse em um pedaço de papel o nome de João Paulo II.Depois de uma "súplica extrema" e ao longo de uma "noite de pregação", Marie Simon-Pierre teria então se curado, segundo Oder, destacando que entre os documentos que comprovam o milagre estão exemplos da caligrafia da religiosa antes e depois da cura misteriosa."A mudança na letra é impressionante: de ilegível a normal", afirmou.CiênciaPara não deixar dúvidas sobre a confiabilidade de seu depoimento, a religiosa se submeteu também a um exame psiquiátrico, contou Oder.O prelado explicou ter escolhido o milagre da francesa entre outros atribuídos a João Paulo II para demonstrar que o papa sentia na própria pele "a batalha pela dignidade da vida". Em 19 de dezembro de 2009, o Papa Bento XVI aprovou "as virtudes heroicas" de Karol Wojtyla.O processo de beatificação foi iniciado por Bento XVI dois meses depois da morte de seu predecessor, um prazo excepcionalmente breve.Durante as dezenas de homenagens fúnebres a João Paulo II na praça de São Pedro, em Roma, milhares de fiéis clamaram pela canonização do pontífice.Uma vez beatificado, é preciso provar que João Paulo II intercedeu em um segundo milagre para que seja canonizado. (RB/AFP)


Fonte: RV

JOÃO PAULO II - GRANDES RECORDAÇÕES





JPII: A RECORDAÇÃO PESSOAL DO CARDEAL ODILO SCHERER


Cidade do Vaticano, 30 abr (RV)

- Dom Odilo P. Scherer, Arcebispo de São Paulo, está em Roma desde ontem pela manhã. O cardeal representa a Conferência Nacional dos Bispos do Brasil na beatificação de João Paulo II. Cristiane Murray lhe pediu que revelasse à Rádio Vaticano algum episódio particular, uma recordação pessoal de João Paulo II. Eis a sua resposta: "Eu tenho sim uma bela recordação. Eu trabalhei aqui em Roma durante oito anos na Congregação para os bispos e, em novembro de 2001, eu fui nomeado bispo auxiliar de São Paulo pelo Papa João Paulo II e, em agosto de 2002, eu fui celebrar na capelinha privada com João Paulo II. No dia 12 de janeiro celebrei lado a lado com ele junto com o arcebispo emérito de Messina. Como eu ainda não tinha sido ordenado bispo - e por isso não trazia comigo as insígnias episcopais - o solidéu e a cruz. Após a missa, o Papa recebeu aqueles que tinham participado na sala próxima à capela para saudações e entregar lembranças. Quando chegou a minha vez, o papa pediu para o secretário que lhe trouxesse algo. O secretário chegou com uma caixinha que continha a cruz peitoral e o Papa a colocou em mim. Cruz que eu guardo até hoje como uma lembrança muito cara de João Paulo II. Eu fiquei muito tocado pelo gesto dele que naturalmente era um gesto significativo e simbólico também. Mesmo que o Papa não quisesse dizer isso, ao mesmo tempo o significado é esse: o bispo leva a cruz peitoral para dizer que ele também esta unido à cruz de cristo e deve carregar a cruz de Cristo que às vezes se faz sentir no seu cargo, na sua missão de bispo. Evidentemente o Papa João Paulo II me dava a entender isso também. Daqui pra frente como bispo, ainda mais deve carregar a cruz de Cristo. Mas eu fiquei muito feliz com aquele momento: era o gesto de pastor do Papa em relação ao jovem bispo que estava para começar passando aquela mensagem de carinho ao me dar aquela lembrança e também a lição que desde logo me deixou".

sexta-feira, 29 de abril de 2011

PREPARATIVOS PARA A BEATIFICAÇÃO DE JOÃO PAULO II



TIRADO DO TÚMULO, CAIXÃO COM CORPO DE JOÃO PAULO II: APÓS BEATIFICAÇÃO, A HOMENAGEM DOS FIÉIS



Cidade do Vaticano, 29 abr (RV)


- Na manhã desta sexta-feira – em vista da homenagem que será dedicada a João Paulo II logo após a cerimônia de sua Beatificação – foi extraído do túmulo, na Cripta vaticana, o caixão contendo o corpo do Papa Wojtyla, que sucessivamente será colocado na Basílica Vaticana.A operação de abertura do túmulo – informa uma nota oficial da Sala de Imprensa da Santa Sé – teve início bem cedo. Por volta das 9h locais teve lugar um breve momento de oração, com o Arcipreste da Basílica de São Pedro, Cardeal Angelo Comastri, que entoou a Ladainha de todos os santos.Entre os presentes encontravam-se também o Secretário de Estado, Cardeal Tarcisio Bertone, e os cardeais Giovanni Lajolo e Stanislaw Dziwisz, bem como personalidades da Cúria Romana, irmãs do apartamento pontifício de João Paulo II, e responsáveis da Gendarmaria e da Guarda Suíça.Pouco depois, sempre acompanhado pelo canto da Ladainha, o caixão – colocado num carrinho – foi levado num breve percurso até a frente do túmulo de São Pedro, sempre na parte inferior da Basílica, na Cripta vaticana. Ali o Cardeal Bertone recitou uma breve oração concluindo o ato por volta das 9h15 locais.A nota oficial recorda que os restos mortais do próximo Beato haviam sido sepultados dentro de três caixões. O primeiro, de madeira, exposto durante o funeral; o segundo, de chumbo e lacrado; o terceiro, também de madeira, é o mais externo e visível, extraído do túmulo na manhã desta sexta-feira: o seu estado de conservação – especifica a nota – é "bom", embora "manifeste alguns sinais do tempo"."A grande lápide tumular, removida e momentaneamente depositada em outro lugar da Cripta vaticana, está conservada intacta e será transportada para Cracóvia, a fim de ser posteriormente – informa, ainda, o comunicado – colocada numa nova igreja a ser dedicada ao Beato."O caixão com os restos mortais do Papa polonês permanecerá na Cripta vaticana até a manhã de domingo, quando será levado para a Basílica, diante do altar central, para a homenagem do Santo Padre e dos fiéis após a Beatificação. Enquanto isso, a Cripta permanecerá fechada ao público."A reposição estável do corpo do Beato sob o altar da capela de São Sebastião terá lugar, provavelmente, na noite de segunda-feira, 2 de maio, após o fechamento da Basílica" – conclui a nota. (RL)


Fonte: RV

terça-feira, 12 de abril de 2011

22 DE OUTUBRO, DATA ESCOLHIDA PARA A MEMÓRIA LITURGICA DE JOÃO PAULO II

JOÃO PAULO II TERÁ MEMÓRIA LITÚRGICA EM 22 DE OUTUBRO


Cidade do Vaticano, 12 abr (RV)

- A Congregação para o Culto Divino e a Disciplina dos Sacramentos emitiu ontem um decreto regulamentando o culto litúrgico reservado ao futuro beato João Paulo II.Após a sua beatificação, em 1º de maio próximo, no Vaticano, João Paulo II terá sua memória celebrada na Diocese de Roma e nas dioceses da Polônia no dia 22 de outubro – dia em que inaugurou seu pontificado, em 1978. As autoridades religiosas não concederam o “culto universal”, ou seja, a veneração em todas as igrejas do mundo, como ocorre com os santos, apesar da solicitação feita pelo Vicariato, no início do processo de beatificação. Ser proclamado beato é o terceiro passo no caminho da canonização. O primeiro é Servo de Deus, o segundo venerável, o terceiro beato e o quarto santo. Para ser santo é necessário comprovar que interveio em dois milagres.Falecido em 2 de abril de 2005, João Paulo II será beatificado no prazo recorde de seis anos e um mês.


Fonte: RV

domingo, 10 de abril de 2011

CAPELA NA BASÍLICA VATICANA ESTÁ PRONTA

CAPELA NA BASÍLICA VATICANA ESTÁ PRONTA PARA RECEBER CORPO DE JOÃO PAULO II, APÓS BEATIFICAÇÃO

................Cripta onde está o tumulo do Papa João Paulo II


Cidade do Vaticano, 10 abr (RV)

- Na noite desta sexta-feira, na Basílica Vaticana – como já anunciado – às 19h locais, teve lugar a trasladação do corpo do Beato Papa Inocêncio XI, do espaço sob o altar da Capela de São Sebastião para o espaço preparado sob o altar da Transfiguração, que se encontra à esquerda da nave central, ao fundo, atrás do pilar de Santo André. O rito foi presidido pelo Arcipreste da Basílica de São Pedro, Cardeal Angelo Comastri, acompanhado por Mons. Vittorio Lanzani e Mons. Giuseppe De Andrea, e por outros membros do Cabido e da Fábrica de São Pedro.A urna do Beato, após ter sido extraída do altar de São Sebastião, foi acompanhada em procissão, com o canto da ladainha – em particular, a ladainha dos santos pontífices – até o altar da Transfiguração, onde a mesma foi imediatamente colocada no novo espaço, protegido pela mesma grade que a protegia precedentemente. O rito concluiu-se com a oração e a bênção do celebrante e a leitura e a assinatura do Ata notarial sobre a transferência. Na Capela de São Sebastião, onde foram ultimados os trabalhos de restauração e renovação do sistema de iluminação e amplificação, o espaço sob o altar encontra-se pronto para acolher o corpo do Beato João Paulo II, logo após a Beatificação. (RL) Fonte: RV

sexta-feira, 8 de abril de 2011

OS TRÊS DIAS DA BEATIFICAÇÃO DE JOÃO PAULO II

OS TRÊS DIAS DA BEATIFICAÇÃO DE JOÃO PAULO II


Cidade do Vaticano,

- A Sala de Imprensa da Santa Sé divulgou o programa dos três dias da beatificação do Papa João Paulo II, que será no domingo 1º de maio, quando Karol Wojtyla será elevado aos altares.Na apresentação, o Vigário do Papa para a diocese de Roma, Cardeal Agostino Vallini, detalhou o programa dos três dias de celebração que começarão no sábado 30 de abril com uma Vigília de Oração no Circo Massimo.A celebração estará dividida em duas partes. A primeira dedicada à recordação das palavras e dos gestos do Papa João Paulo II. Logo em seguida haverá uma solene procissão na que se entronizará a imagem de Maria, “Salus Populi Romani”, acompanhada por representantes de todas as paróquias e capelanias diocesanas.Durante o ato alguns colaboradores de Karol Wojtyla, como o Cardeal Stanislaw Dziwisz, que foi seu secretário particular, e Joaquín Navarro-Valls, ex-diretor da Sala de Imprensa da Santa Sede farão um breve discurso. Também participará a Irmã Marie Simon-Pierre, cuja milagrosa cura abriu o caminho para a beatificação. Ao final desta primeira parte se cantará o hino "Totus tuus", composto para o 50º aniversário da ordenação sacerdotal de João Paulo II.A segunda parte do evento se centralizará na celebração dos Mistérios Luminosos do Santo Rosário introduzidos por João Paulo II. Depois do canto “Abram as portas a Cristo”, do novo bem-aventurado, o Cardeal Vigário Agostino Vallini fará uma síntese da personalidade espiritual e pastoral do Papa. Após esta intervenção, os participantes em conexão direta via satélite com cinco santuários marianos em todo o mundo, rezarão o terço.Cada um dos Mistérios estará ligado a uma intenção de João Paulo II meditados nas vigílias simultâneas que serão celebradas em vários santuários ao redor do mundo.No santuário de Lagniewniki, em Cracóvia (Polônia), a intenção será a juventude; no santuário Kawekamo-Bugando (Tanzânia), a família; no santuário de Nossa Senhora do Líbano - Harissa (Líbano), a evangelização; na basílica de Santa Maria de Guadalupe, Cidade do México, a esperança e a paz das nações e no Santuário de Fátima, a Igreja.Na conclusão, Bento XVI, em conexão via satélite desde o Vaticano, rezará a oração final e concederá a bênção apostólica a todos os participantes. Durante toda a noite permanecerão abertas na cidade de Roma para a oração as seguintes igrejas: Santa Inês em Agone, na Praça Navona; São Marcos no Campidoglio; Santa Anastásia; Santíssimo Nome de Jesus na Argentina; Santa Maria em Vallicella; São João dos Florentinos; Santo André della Valle; São Bartolomeu na Ilha Tiberina.No dia 1º de maio, domingo da Divina Misericórdia, na Praça São Pedro às 10 da manhã, hora de Roma, o Papa Bento XVI presidirá a Santa Missa de Beatificação de João Paulo II, que será precedida por uma hora de preparação na qual se rezará o Terço da Divina Misericórdia, devoção introduzida por Santa Faustina Kowalska, e muito apreciada pelo Papa João Paulo II e terminará com uma invocação à misericórdia no mundo, com o canto “Jezu ufamTobie”, que quer dizer “Jesus confio em vós”.Seguirá a Santa Missa com os textos do domingo da Oitava de Páscoa. Depois da fórmula de beatificação, quando for descoberta a imagem do saudoso pontífice, será cantado em latim o Hino do Bem-aventurado.Na segunda-feira, 2 de maio o Secretário de Estado Vaticano, Cardeal Tarcisio Bertone, presidirá às 10 horas a Missa de Ação de Graças pela Beatificação na Praça São Pedro.Esta Eucaristia será a primeira celebrada em honra do novo bem-aventurado. Os textos serão os da Missa do Beato João Paulo II. A celebração será animada pelo Coro da Diocese de Roma, com a participação do Coro de Varsóvia e da Orquestra Sinfônica de Wadowice (Polônia).O Padre Federico Lombardi, Diretor da Sala de Imprensa da Santa Sede, explicou que na sexta-feira, 29 de abril pela tarde se transladará o caixão do beato Papa Inocêncio XI - que se encontra na Capela São Sebastião da Basílica Vaticana-, ao altar da Transfiguração, para deixar seu lugar para o corpo de João Paulo II.Na mesma manhã, o caixão do Pontífice - que não será aberto - será transladado para diante do túmulo de São Pedro, nas grutas vaticanas. Na manhã do 1º de maio, será levado diante do altar da Confissão da basílica.Terminada a cerimônia de beatificação, o Papa e os cardeais concelebrantes se dirigirão ao altar da Confissão da basílica e rezarão uns instantes diante do corpo do novo bem-aventurado. Na parte da tarde do mesmo dia, as pessoas que o desejarem poderão venerar os restos de João Paulo II. (SP)


Fonte: RV

sábado, 2 de abril de 2011

ANIVERSÁRIO DA MORTE DE JOÃO PAULO II

SEIS ANOS DA MORTE DE JOÃO PAULO II Cidade do Vaticano, 02 abr (RV) - Em 2 de abril de 6 anos atrás, João Paulo II chegava à Casa do Pai. Um aniversário este ano iluminado pela expectativa alegre e emocionada, em todo o mundo, pela beatificação do Papa Wojtyla no próximo dia 1º de maio. Sobre esse extraordinário binômio entre a morte e a elevação aos altares de Karol Wojtyla, a Rádio Vaticano ouviou o Vigário do Papa para o Estado da Cidade do Vaticano, Cardeal Angelo Comastri,:R. - Devemos reconhecer que o povo de Deus, no momento mesmo da morte de João Paulo II tinha já a certeza de que um Santo tinha entrado no céu. Além disso, o então Cardeal Joseph Ratzinger, no dia 8 de abril de 2005, durante os funerais na Praça São Pedro, invocou a bênção de João Paulo II da janela do céu, num certo sentido considerando-o já Santo. Todos nós recordamos aquelas tocantes palavras: “Padre Santo nos abençoe da janela do céu”. Com a beatificação, a percepção do povo de Deus é confirmada com um ato solene e oficial do Santo Padre.P - Como é de conhecimento de todos, nos últimos momentos da sua vida terrena, João Paulo II disse: “Deixem-me ir”. Com este “ir”, neste “chegar” ao Pai, Karol Wojtyla, no entanto, ainda está vivo em nós, talvez em alguns aspectos, mais presente do que antes... R. – “Deixem-me ir” tem um preciso significado: João Paulo II sentia que estava já nos umbrais da Casa do Pai. Aquelas palavras, aquelas expressões eram a ânsia do coração, a alegria - quase - de acelerar o passo para ir ao encontro de Jesus, levado pela mão de Maria. Eu imaginei na minha fantasia de fé, naquele momento, estou certo de que na porta do céu se encontrava Maria. Maria, a quem João Paulo II sempre olhou e creio que Maria o abraçou como o abraçou no dia do atentado para salvá-lo.P – “Totus Tuus ego sum”: a vida, o Pontificado de João Paulo II foram - são! - em nome de Maria. Esta beatificação pode ser lida, em fundo, como um dom de Nossa Senhora à Igreja, a todos os fiéis? R. - Claro que sim! João Paulo II sentiu toda a sua vida ligada a Maria. O lema episcopal “Totus Tuus” - todo teu, ó Maria - é uma expressão da espiritualidade de toda a sua vida. Mas em particular, devemos dizer que seu pontificado se desenvolveu sob o olhar de Maria. Como podemos esquecer o dia 13 de maio de 1981? O dia em que Nossa Senhora aparece pela primeira vez em Fátima, uma bala atravessa o corpo de João Paulo II, mas não consegue matá-lo. Foi João Paulo mesmo que disse: “Uma mão assassina atirou para matar, mas uma mão materna me deteve nos umbrais da morte”. Não pode haver outra leitura. Mas como não recordar também o dia 25 de março de 1984? Naquele dia, na Praça São Pedro, diante da imagem de Nossa Senhora de Fátima trazida especialmente de Fátima, o Papa - eu o vejo ainda - de joelhos, consagra a Rússia ao Imaculado Coração de Maria; e no ano seguinte - 1985 – chega ao poder Gorbachev e tem início a “perestroika”, a mudança, a revolução no Leste da Europa. P - João Paulo II, será elevado à honra dos altares pelo Papa Bento XVI. Dois papas, dois servidores da Igreja, dois amigos, duas figuras tão relacionadas entre si: também este é um aspecto particularmente significativo, se poderia dizer, providencial...R. - Eu creio que é a primeira vez na história da Igreja que um Papa tem a alegria de declarar Beato o seu predecessor. Certamente, será uma emoção extraordinária para Bento XVI, mas será também uma segurança espiritual! João Paulo II, agora, do céu, protege os passos de seu sucessor, e o conforta nos desafios que hoje a Igreja deve enfrentar. O Papa, em seus primeiros discursos, disse: “Parece que eu ainda ouço sua voz me dizendo: “Não tenha medo”, aquele convite, aquele imperativo o Papa dirigiu ao mundo inteiro, aos cristãos ao redor do mundo. “Não tenham medo!": agora, certamente, do céu, ele também diz a Bento XVI, neste momento dramático da história, neste momento em que o mar da história, parece verdadeiramente uma tempestade. Agarrados em Jesus, sob o olhar de Maria, podemos atravessar toda as tempestades da história, com a certeza de chegar ao porto de Deus. (SP) Fonte: RV

terça-feira, 22 de março de 2011

EXITO TOTAL DO FACEBOOK DE JOÃO PAULO II

Êxito da página de João Paulo II no Facebook
Alguns dos vídeos receberam mais de 113 mil acessos

CIDADE DO VATICANO, terça-feira, 22 de março de 2011
- Em menos de uma semana, a página sobre João Paulo II no ‘Facebook' recebeu cerca de 30 mil fãs que declararam: "Gostei!".

Em poucos dias, todos os vídeos postados foram vistos mais de 50 mil vezes, e alguns chegaram a 113 mil acessos.

Uma das notícias publicadas na página foi visitada mais de 2 milhões de vezes.Este site foi lançado com a colaboração entre a ‘Rádio Vaticano' e o ‘Centro Televisivo Vaticano', em parceria com o Conselho Pontifício para as Comunicações Sociais.
Além disso, o Vaticano abriu um canal no ‘YouTube' dedicado à beatificação.O Pe. Federico Lombardi, SJ, diretor da Sala de Imprensa da Santa Sé, do ‘Centro Televisivo Vaticano' (CTV) e da ‘Rádio Vaticano', informa que, a partir desta semana, é possível encontrar vídeos com a voz do Papa, em línguas diferentes, durante suas viagens pelo mundo e no Vaticano.
São cerca de 40 vídeos com o idioma do áudio escolhido pelos editores da ‘Rádio Vaticano', enquanto o CTV fez a edição dos vídeos.Além disso, foram preparados 25 videoclipes que mostram momentos significativos e particulares das viagens e do pontificado.Atualmente, a página de João Paulo II no ‘Facebook' é a primeira que aparece na pesquisa pelo seu nome nos sites de busca, "e isso - reconheceu o Pe. Lombardi - já é um elemento de satisfação".


Fonte: ZENIT.org

segunda-feira, 14 de março de 2011

BEATIFICAÇÃO DE JOÃO PAULO II

FACEBOOK E YOUTUBE INFORMAM SOBRE BEATIFICAÇÃO DE JOÃO PAULO II

Cidade do Vaticano, 14 mar (RV)

- Em vista da Beatificação de João Paulo II que se realizará em 1° de maio deste ano, a Rádio Vaticano e o Centro Televisivo Vaticano (CTV) apresentam algumas iniciativas e colocam à disposição uma ampla variedade de materiais de documentação.

O diretor da Sala de Imprensa da Santa Sé, Pe. Federico Lombardi, diretor da Rádio Vaticano, falou sobre as novas iniciativas numa entrevista à nossa emissora: "Sabemos que as pessoas estão emocionadas com o aproximar-se da Beatificação de João Paulo II, quantos jovens que o conheceram nas Jornadas Mundiais da Juventude. Então procuramos um caminho a fim de permitir às pessoas interessadas de retomarem o contato com a pessoa de João Paulo II também através de imagens e palavras que foram muito amadas em seu longo pontificado.

Este é o objetivo de abrir uma nova página específica sobre João Paulo II, tanto no Youtube, quanto no Facebook.

No novo site http://www.youtube.com/giovannipaoloii serão inseridos vídeos sobre o pontificado de João Paulo II, videoclipes com a voz do Papa, em várias línguas e em diferentes situações.

Trata-se de áudios fornecidos e selecionados pelo Programa Lingüístico da Rádio Vaticano e montados pelo Centro Televisivo Vaticano. A página web www.youtube.com/vatican já existe em quatro línguas e será incrementada com videoclipes de atualidade e informação sobre a beatificação.

Também através da rede social Fecebook será possível obter informações sobre a beatificação de João Paulo II, conforme explicado por Pe. Lombardi.

Basta acessar o site www.facebook.com/vatican.johnpaul2.

O objetivo da iniciativa é fazer com que as pessoas acompanhem o percurso rumo à beatificação de João Paulo II utilizando os instrumentos que a tecnologia coloca à disposição e valorizando o vasto patrimônio documentário em posse da Rádio Vaticano e do Centro Televisivo Vaticano. (MJ)

Fonte: RV

sábado, 29 de janeiro de 2011

BEATIFICAÇÃO DE JOÃO PAULO II

ITÁLIA SE PREPARA PARA BEATIFICAÇÃO DE JOÃO PAULO II
Roma, 29 jan (RV) -

A região italiana do Lácio já está se preparando para receber os peregrinos que vão estar presentes na cerimônia de beatificação do Papa João Paulo II, no próximo dia 1º de maio, segundo as autoridades locais.
A presidente da região, Renata Polverini, informou que já estão sendo providenciados "dois campus para hospedar os jovens". Ela acrescentou que, na próxima quarta-feira, haverá uma reunião com autoridades políticas das províncias e cidades do Lácio, a fim de preparar o acolhimento dos peregrinos.
A cerimônia será presidida por Bento XVI e se realizará no primeiro domingo depois da Páscoa, dia em que se celebra a Divina Misericórdia, celebração instituída pelo próprio João Paulo II.
A beatificação de João Paulo II será proclamada apenas seis anos após sua morte ocorrida no dia 2 de abril de 2005. Para iniciar o processo de beatificação, Bento XVI abriu mão das exigências do Código de Direito Canônico, que preveem um prazo de cinco anos para que o processo tenha início.Em 13 de maio de 2005, poucas semanas depois de ter sido eleito pontífice, o Papa Ratzinger anunciou sua decisão de permitir a imediata instauração do processo canônico de Karol Wojtyla. (AF)


Fonte: RV

sábado, 15 de janeiro de 2011

JOÃO PAULO II LIGADO À FESTA DA DIVINA MISERICÓRDIA

PE. LOMBARDI: JOÃO PAULO II FORTEMENTE LIGADO À FESTA DA DIVINA MISERICÓRDIA

Cidade do Vaticano,

- O Diretor da Sala de Imprensa da Santa Sé, Pe. Federico Lombardi, falando aos jornalistas, nesta sexta-feira, deteve-se sobre os motivos que levaram à escolha de 1º de maio como data para a cerimônia de beatificação de João Paulo II. De fato, o Papa Wojtyla será proclamado Beato no dia 1º de maio próximo, Domingo da Divina Misericórdia. Pe. Lombardi recordou a importância desse dia na Liturgia:

Pe. Federico Lombardi:- "É o dia que liturgicamente já está centralizado no tema da misericórdia, porque celebra a aparição de Jesus no Cenáculo – com o coração aberto – e a instituição do Sacramento da Confissão e da Penitência. Portanto, é um domingo em que a Liturgia fala muito da misericórdia de Deus, manifestada por Cristo Ressuscitado."Efetivamente, o Pontificado de João Paulo II está profundamente ligado ao tema da misericórdia:

Pe. Federico Lombardi:- "João Paulo II instituiu, proclamou este domingo – o domingo após a Páscoa – Domingo da Divina Misericórdia. Nesse domingo canonizou a grande apóstola da Divina Misericórdia, Irmã Faustina Kowalska."Após recordar a canonização de Irmã Faustina, feita em 30 de abril do ano 2000, o Diretor da Sala de Imprensa da Santa Sé ressaltou que o tema da Misericórdia está presente também em muitos discursos e textos de João Paulo II e, em particular, na encíclica "Dives in Misericordia":

Pe. Federico Lombardi:- "Esta presença do tema da teologia da Divina Misericórdia, da espiritualidade da Divina Misericórdia, encontra-se em toda a sua vida: portanto, a Dives in misericordia. E por fim, ressaltamos a viagem à Polônia em 2002, a dedicação e a consagração do Santuário da Divina Misericórdia, em Lagiewniki – que é o lugar onde viveu Santa Faustina – visitado pelo Papa Wojtyla. Naquela ocasião confiou o mundo à Divina Misericórdia."

Pe. Lombardi anunciou também que o caixão de João Paulo II será transferido da Cripta Vaticana para a Basílica de São Pedro:Pe. Federico Lombardi:- "O caixão do Santo Padre será tirado da Cripta Vaticana, sem ser aberto – não se fará nenhuma exumação – e colocado sob o altar da capela de São Sebastião."Por fim, o sacerdote jesuíta precisou que ainda não foi decidido o dia da memória litúrgica, que será indicado logo após a beatificação. O dia em que a Igreja celebrará a memória do Beato João Paulo II será estabelecido pela Congregação para o Culto Divino e a Disciplina dos Sacramentos. (RL)

Fonte: RV

terça-feira, 22 de dezembro de 2009

UM NATAL SOB O SIGNO DO ROSÁRIO

Um Natal sob o signo do Rosário

A cada ano, no Natal, diferente é o contexto em que se celebra aquela Luz que um dia brilhou nas trevas. Em 2002, nós o comemoramos sob o benéfico influxo da Carta Apostólica de João Paulo II, sobre o Rosário.








Mons. João Clá Dias, EP

O caro leitor já se perguntou alguma vez por que razão Jesus veio ao mundo naquela época? Não poderia Ele ter nascido logo após o pecado de Adão e Eva? Ou, pelo contrário, por que não adiou sua vinda para cerca do fim do mundo, pouco antes da volta de Henoc e Elias? No primeiro caso, pareceria haver várias vantagens. Por exemplo, a efusão das graças da Redenção já no início da humanidade poderia evitar muito morticínio, muitas crueldades, crimes e calamidades comuns no tempo do paganismo. Teria evitado mesmo? É muito de se duvidar. Basta analisar a História do Ocidente cristão, especialmente nos últimos três séculos, para verificar que a vinda de Nosso Senhor . embora tenha suavizado notavelmente o relacionamento entre os homens . não evitou esses males.
Quanto à hipótese da vinda de Cristo no fim do mundo, os benefícios seriam menos claros, mas uma análise meticulosa não deixará de encontrá-los. Uma coisa, porém, é certa. Deus faz tudo perfeito. Logo, Jesus só pode ter nascido no momento mais adequado, em todos os sentidos.
Comentando esta questão, o renomado teólogo espanhol, Pe. Antonio Royo Marín, OP, confirma a tese acima, baseando-se no ensinamento de São Paulo, de que Deus enviou seu Filho ao mundo .quando chegou a plenitude dos tempos. (Gl 4, 4).

O que significa plenitude dos tempos.? Na homilia de abertura da Quaresma de 2001, o Papa João Paulo II explicou que significa. tempo favor ável (…) isto é, o tempo em que Deus, através de Jesus, satisfez e socorreu o seu povo, realizando plenamente as promessas dos profetas.
Do ponto de vista histórico . continuou o Santo Padre . aquele era o momento favor ável para se anunciar o Evangelho a todos os povos.

Realmente o mundo antigo se sentia decrépito e esgotado, afundado numa corrupção de costumes nunca vista, desgastado por escândalos, corroído pela idolatria, dureza de coração, ganância, crueldade, trato impiedoso entre os homens, tirania, etc. Caminhava, pois, inexoravelmente para a ruína. Segundo os comentadores, essas eram as .trevas . nas quais brilhou a luz do Salvador (segundo o Evangelho de São João).

Recordações da Luz que brilhou nas trevas
De cada vez a comemoração é feita com características próprias, com graças particulares, quase sempre relacionadas com a situação da Igreja e da Cristandade na respectiva época. Todo Natal recorda essa Luz que brilhou nas trevas há dois mil anos.

As graças de Natal no tempo das catacumbas, por exemplo, deviam ter aspectos especiais que a diferenciavam muito daquelas da época de Carlos Magno. E as da Idade Média . tempo assinalado por um auge de fervor católico . foram diferentes das do século XX, um século .caracterizado de maneira particular pelo mistério da iniqüidade., conforme as palavras do Papa João Paulo II na homilia de 18/8/2002.

Neste segundo ano do Terceiro Milênio, a comemoração do Natal se dá numa conjuntura muito feliz. Est á ele aureolado pela Carta Apost ólica de João Paulo II, O Rosário da Virgem Maria.
Estreita relação com o Natal nós os acompanhamos através dos olhos da Virgem Maria, recitando o Rosário.

Ele é propriamente uma .oração evangélica, centrada sobre o mistério da Encarnação redentora. . diz o Papa ., segundo a experiência vivida pela Santíssima Virgem, que trouxe em seu seio, nutriu, criou e acompanhou os passos de seu Divino Filho.

Em sua oportuna Carta Apostólica, o Santo Padre mostra ainda que Maria é para nós a Mestra que melhor conhece seu Filho Jesus e pode levar-nos ao conhecimento d.Ele: Percorrer com Ela as cenas do Rosário é como freqüentar a “escola” de Maria para ler Cristo, penetrar nos seus segredos, compreender a sua mensagem.

Uma escola, a de Maria, ainda mais eficaz, quando se pensa que Ela a dá obtendo-nos os dons do Espírito Santo com abundância e, ao mesmo tempo, propondo-nos o exemplo daquela .peregrinação da fé., na qual é mestra inigualável.

Nas situações aflitivas da Igreja

Também no nível dos povos e da nações, ele ganha um brilho especial nos momentos em que a Igreja está em aflitiva situação. Foi assim já no seu nascedouro, quando Nossa Senhora o recomendou a São Domingos de Gusmão. No ano de 1214, a heresia dos maniqueus, ou albigenses, estava se espalhando por todo o Languedoc, região meridional da França, arrancando à Igreja Cat ólica multidões de fiéis.

A doutrina maniquéia não causava dano apenas no campo espiritual, mas estendia seus malefícios também a toda a sociedade temporal.

Uma cruzada da qual participaram cavaleiros de toda a Europa, não foi suficiente para estancar o mal. Como obter de Deus o fim dessa grave situação e a conversão daquele pobre povo? O grande São Domingos . fundador da Ordem dos Irmãos Pregadores (os frades dominicanos) mediu toda a extensão da tragédia e sentiu-se inspirado a intervir. Retirou- se para um local ermo, próximo de Tolosa (capital do Languedoc), onde passou três dias e três noites em oração e penitência, implorando ao Senhor que interviesse para salvar aquelas populações.
Em conseqüência de seu esforço, acabou por cair desfalecido. E eis que então apareceu- lhe Maria Santíssima, resplandecente de glória, dizendo-lhe que, pelo Rosário, ele poderia ganhar para Deus aqueles .corações endurecidos .. E assim foi. Pregando essa devoção, São Domingos não só obteve numerosas conversões, como também uma grande mudança nos costumes religiosos e morais dos habitantes da região.

São Domingos mereceu passar para a História como o primeiro grande pregador do santo Rosário e, praticamente, seu instituidor.

Na batalha de Lepanto

Era urgente formar uma aliança dos príncipes católicos e armar uma esquadra capaz de fazer frente ao inimigo da Fé cristã. Com este objetivo, o Papa São Pio V fez o que pô- de nos terrenos diplomático, logístico e militar. Mas pôs sua confiança sobretudo na intervenção da Auxiliadora dos Cristãos, à qual recorria por meio do Rosário, levando os outros a imitá-lo.

No dia 7 de outubro daquele ano, ao largo do Estreito de Lepanto, no litoral grego, travou-se a maior batalha naval da História até então. A esquadra católica, composta de pouco mais de 200 navios e 80 mil combatentes, colocada sob a proteção de Nossa Senhora do Rosário, derrotou de modo fragoroso a frota maometana, entretanto mais poderosa que a cristã. Graças a essa vitória, ficou afastada de uma vez por todas a ameaça turca.

Desejoso de reconhecer e agradecer o decisivo auxílio de Maria nessa batalha, o senado veneziano mandou colocar no Palácio dos Doges um quadro comemorativo, com a inscrição: .Non virtus, non arma, non duces, sed Maria Rosarii, victores nos fecit. . .Não foi o valor, nem as armas, nem os chefes, mas sim a Senhora do Rosário que nos tornou vitoriosos.

Na França do século XVIII

A sociedade francesa achava-se minada em suas bases pelo iluminismo, pelo indiferentismo religioso e por um lamentável afrouxamento dos costumes, sobretudo nas classes superiores. Para agravar o quadro, espalhava-se pela França o jansenismo, astuta heresia que apresentava de maneira deformada a doutrina católica, evitando atacá-la de frente, com o que tornava difícil sua refuta ção.

Pregando uma ardente devoção a Nossa Senhora e incentivando a oração diária do Rosário, São Luís Grignion conseguiu transformar a Bretanha e a Vandéia (províncias do oeste da França), em regiões ardorosamente católicas, a tal ponto que, dois séculos após, foram essas duas províncias as que maior resistência opuseram ao assalto das tropas anticlericais da Revolução Francesa.

Em Fátima

Na primeira aparição, a 13 de maio de 1917, aconselhou aos três videntes que rezassem diariamente o Terço para pedir o fim da guerra e a paz do mundo. Renovou com insistência, na segunda e na terceira aparições, a recomendação de rezar o Terço todos os dias.

E no dia 13 de setembro, a Virgem Santíssima insistiu mais uma vez na necessidade da recitação diária do Terço, como meio de alcançar o fim da guerra mundial que ensangüentava o mundo.
Foi somente na última aparição, em 13 de outubro, que Nossa Senhora consentiu em revelar sua identidade às três crianças, utilizando estas simples palavras: Eu sou a Senhora do Rosário.. Não poderia haver maior prova de apreço da Mãe de Deus por essa devoção.

Em pleno século XX

Assim como o restante da Europa centro-oriental, também a Áustria fora ocupada pelas tropas soviéticas, ao término da 2ª Guerra Mundial. Angustiados pela probabilidade de perderem sua independência no dom ínio comunista, os austríacos se voltaram filialmente para Nossa Senhora.
Um franciscano, frei Petrus Pavlicek, formou a .Cruzada Reparadora do Rosário pela Paz no Mundo. e passou a organizar grandes procissões anuais em honra do Nome de Maria. Sempre com a participação de milhares de pessoas, cada uma dessas procissões seguia pelas ruas do centro de Viena, rogando pela libertação do país. Um movimento geral de entusiasmo pelo Rosário percorreu toda a nação, e uma torrente de preces jorrou sobre as portas do Céu. E então aconteceu o milagre: pouco após a Páscoa de 1955, o governo moscovita retirou suas tropas da Áustria.
O país inteiro acorreu para agradecer a maternal proteção da Santíssima Virgem, destacando-se a grande solenidade no dia 10 de setembro, festa do Nome de Maria, ocasião em que o Ministro das Relações Exteriores declarou: .Todos nós que aqui estamos hoje reunidos e que com humildade, mas também com ufania, nos declaramos católicos, pudemos conhecer o poder da oração. (…) Nossas orações foram nossas armas e nossa fortaleza. (…) Ganhamos a liberdade! Oh! Maria! nós vos agradecemos. Paz no mundo e nas famílias

Daí o empenho do Papa João Paulo II em incentivar essa devoção. No início de um Milênio que começou com as cenas assustadoras do atentado de 11 de setembro de 2001 - diz o Santo Padre na Carta Apostólica - e que registra, cada dia, em tantas partes do mundo, novas situações de sangue e violência, descobrir novamente o Rosário significa mergulhar na contemplação do mistério d.Aquele que .é a nossa paz., tendo feito .de dois povos um só, destruindo o muro da inimizade que os separava. (Ef 2, 14)..

Se o mundo de hoje está submerso num oceano de males e exposto a perigos que o rondam de todos os lados, isto não se deve tão-só às disputas econômicas e políticas, mas principalmente a uma grave crise moral e religiosa. É dela que surgem as angústias, as incertezas, a desorientação generalizada. Contudo, assim como nas situações críticas anteriores, a solução está ao alcance de nossas mãos… e de nossos corações: a devoção do Santo Rosário.

Depois de ressaltar que deseja confiar a causa da paz à oração do Rosário, o Papa exprime sua paternal aflição: .Pouco valem as tentativas da política, se as almas continuam exacerbadas e não são capazes de um novo olhar do coração.. E indaga: .Quem pode, porém, infundir tais sentimentos, senão o próprio Deus? ….

Exatamente nessa perspectiva, o Rosário se revela uma oração particularmente indicada.
Falta a paz, hoje em dia, não somente entre as nações, mas, muitas vezes, até no recinto do lar. .Quanta paz estaria assegurada nas relações familiares, se fosse retomada a recitação do Santo Rosário em família!. . exclamou o Papa na audiência de 29 de setembro passado, quando anunciou o Ano do Rosário. E na citada Carta Apostólica ele alerta: A família, célula da sociedade, está cada vez mais ameaçada por forças desagregadoras a nível ideológico e prático, que fazem temer pelo futuro dessa instituição fundamental e imprescindível e, conseqüentemente, pela sorte da sociedade inteira..

Para sanar esse mal, que remédio aconselha o Vigário de Cristo?
O relançamento do Rosário nas famílias cristãs, no âmbito de uma pastoral mais ampla da família, propõe-se como ajuda eficaz para conter os efeitos devastadores desta crise da nossa época.
Uma prece diante do presépio

Diante do presépio, dirijamos nossas ardentes súplicas ao adorável Menino Jesus, por intermédio da imaculada Virgem Maria e do puríssimo São José, pedindo que as exortações do Santo Padre na Carta Apostólica O Rosário da Virgem Maria tenham amplo desenvolvimento por todo o mundo católico. E que aquela Luz que brilhou nas trevas há cerca de dois mil anos resplandeça não só neste Natal, mas ilumine toda a nossa vida.