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CAPELA DE NOSSA SENHORA DA MEDALHA MILAGROSA

Uma Capela cheia de segredos !Você quer descobri-la conosco? Saiba, antes de tudo, que a Casa Mãe da Companhia das Filhas da Caridade era o antigo "Hotel de Châtillon". Este, foi concedido à Companhia, em 1813, por Napoleão Bonaparte, depois da tormenta da Revolução Francesa. Imediatamente, começa a construção da Capela.A 8 de agosto de 1813, realizou-se a bênção solene da Capela dedicada ao Sagrado Coração de Jesus. Em 1830, aconteceram então as aparições. Aumentou o numero de vocações.Foi necessário transformar a Capela, que passa então por várias modificações. Em 1930, por ocasião do centenário das apariçes, uma nova reforma nos mostra a Capela tal como a vemos hoje.Agora, a você a oportunidade de visitá-la!
http://www.chapellenotredamedelamedaillemiraculeuse.com

Visita a Capela da Medalha Milagrosa, localizada na Rue du Bac, 140 - Paris

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terça-feira, 27 de abril de 2010

Programa de Direitos Humanos aborda temática que não lhe compete

Brasil: Programa de Direitos Humanos aborda temática que não lhe compete

Afirmação da Pastoral de Católicos na Política do Rio de Janeiro



RIO DE JANEIRO, terça-feira, 27 de abril de 2010

- A Pastoral de Católicos na Política da Arquidiocese do Rio de Janeiro afirma que o Programa Nacional de Direitos Humanos (PNDH-3), lançado recentemente pelo governo brasileiro, “aborda uma temática que não lhe compete”.
Uma temática “que não foi submetida a um debate nacional, inclusive desrespeitando a autonomia do Congresso Nacional, agredindo a Constituição Federal e a legislação em vigor”.
A afirmação da Pastoral foi expressa em nota, divulgada esse sábado, após um encontro no Rio de Janeiro, que contou com a presença do arcebispo, Dom Orani João Tempesta.
Segundo o grupo, o PNDH-3 suscita “graves preocupações”. “Não apenas pela questão do aborto, do casamento de homossexuais, das adoções de crianças por casais do mesmo sexo, pela proibição de símbolos religiosos nos lugares públicos, pela transformação do ensino religioso em história das religiões, pelo controle da imprensa, a lei da anistia, etc, mas, sobretudo, por uma visão reduzida da pessoa humana”.
“A questão em jogo é principalmente antropológica: que tipo de pessoa e de sociedade são propostos para o nosso País.”No Programa de Direitos Humanos “se apresenta uma antropologia reduzida que sufoca o horizonte da vida humana, limitando-o ao puro campo social”.
“Dimensões essenciais são negadas ou ignoradas: como a dignidade transcendente da pessoa humana e a sua liberdade; o valor da vida, da família e o significado pleno da educação e da convivência. A pessoa e os grupos sociais são vistos como uma engrenagem do Estado e totalmente dependentes de sua ideologia.”A nota da Pastoral de católicos na política destaca que “nesta 3ª edição do PNDH, estamos diante de uma cartilha de estilo radical-socialista. Trata-se de um projeto reduzido de humanidade destinado a mudar profundamente a nossa sociedade”.“O programa do Governo é um claro ato de autoritarismo que enquadra os direitos humanos num projeto ideológico, intolerante, que fez retroceder o país aos tempos de ditadura”, afirma o texto.“Diante desse instrumento de radicalização, somos todos interpelados face às ameaças que dele derivam à eficácia de valores vitais, como os da vida, da família, da pessoa, do trabalho, da liberdade e da Justiça.”
Os membros da Pastoral de católicos na política “posicionam-se fortemente contra tal programa e desejam ver bem discutidas estas propostas de modo a transformá-las, de ameaça que são, em um esforço útil a todo o Povo Brasileiro”.

Fonte: ZENIT.org

sexta-feira, 27 de novembro de 2009

EVANGELIZAÇÃO NO BRASIL, ENTRE SEITAS E SEDE DE DEUS

Desafios da evangelização no Brasil: entre seitas e sede de Deus
Entrevista com Dom Alessandro Ruffinoni, bispo auxiliar de Porto Alegre
ROMA,

- Começa amanhã a visita ad limina apostolorum dos Regionais Sul 3 e 4 da CNBB (Conferência Nacional dos Bispos do Brasil), que compreende os Estados do Rio Grande do Sul e Santa Catarina.
Devido à extensão e ao grande número de católicos no Brasil, para a visita ad limina apostolorum –realizada pelo episcopado a cada cinco anos–, os bispos dividiram-se em 13 grupos.
ZENIT falou com Dom Alessandro Ruffinoni, bispo auxiliar de Porto Alegre, cujo trabalho pastoral focaliza-se especialmente nos imigrantes. O prelado interveio no congresso “Desafios atuais de uma Igreja a caminho”, que se realizou hoje na Pontifícia Universidade Urbaniana de Roma.
–Quais são as expectativas desta visita ad limina?
–Dom Alessandro Ruffinoni: São muitas, porque viemos bispos dos Estados do Rio Grande do Sul e Santa Catarina. A partir de amanhã, estaremos com várias congregações e dicastérios para discutir acerca da realidade que vivemos em nossas regiões. Também falaremos das dificuldades que encontramos e especialmente queremos escutar o que nos propõem. Queremos amar nosso trabalho de bispos e pastores. É minha primeira visita ad limina porque faz quatro anos que sou bispo. Sem dúvida, é para mim um momento emocionante, sobretudo pelo encontro com o Papa.
–Quais são os principais desafios evangelizadores da arquidiocese de Porto Alegre e desta região do Brasil?
–Dom Alessandro Ruffinoni: É uma arquidiocese de 3.500.000 de habitantes, é uma grande região, onde os principais desafios que temos são a formação do clero, ter mais sacerdotes, o aumento das seitas e sobretudo uma formação de nossos leigos para formar outros leigos, porque nós lhes confiamos muitas tarefas pastorais. Devem preparar-se e preparar os outros a resistir às denominações religiosas que prometem saúde, sucesso e que às vezes, quando alguém está desesperado porque não tem saúde, eles trabalham facilmente para que se liguem a estas seitas.
–E sua expansão é cada vez mais forte, por quê?
–Dom Alessandro Ruffinoni: Não quero criticar, mas há algo real: penso que isso ocorre porque as seitas se baseiam no milagre, na cura, no sucesso econômico, de modo que as pessoas desesperadas que necessitam de saúde ou trabalho para melhorar sua vida facilmente caem nos braços destas denominações. Nós, católicos, por não termos acolhido algumas pessoas, estas se sentiram rejeitadas e acolhidas em outras religiões. Mas isso como Igreja devemos fazer um exame de consciência e acolher as pessoas que estão presentes na diocese.
–Quanto à pastoral dos imigrantes, como se desenvolve tanto em Porto Alegre como no Brasil?
–Dom Alessandro Ruffinoni: A pastoral dos imigrantes está sempre presente em todas as dioceses. Temos a Semana do Imigrante todos os anos, em junho. Temos muitos estrangeiros. Em nossa região, temos muitos países limítrofes: Argentina, Chile, Paraguai, além de muitos países orientais. Mas a maioria vem de outros Estados do país para encontrar trabalho e uma situação melhor de vida, porque o Rio Grande do Sul é considerado um dos Estados de maior progresso econômico.
–Estão se aplicando nesta região as indicações da Conferência de Aparecida?
–Dom Alessandro Ruffinoni: É um documento que é necessário colocar em prática corretamente. Fala-se muito de conversão pastoral. É necessário seguir fazendo a pastoral como se fazia antigamente. Aparecida nos convida a uma conversão pessoal: sacerdotes, bispos, cristãos. Além de uma conversão pastoral: que se faz com as estruturas que temos, como usá-las melhor, como acolher melhor as pessoas, como ir ao encontro destas pessoas que têm sede de Deus. Este é um grande desafio de Aparecida e da missão continental. Será um compromisso da Igreja na América Latina evangelizar continuamente. Ir ao encontro dos irmãos que estão próximos e daqueles que se afastaram da fé.
–Quais são principais características da fé do povo de Porto Alegre? Que podem contribuir para a Igreja universal?
–Dom Alessandro Ruffinoni: O povo brasileiro é basicamente crente. É necessário purificar algumas coisas mas é um povo que necessita do espiritual, que tem sede de Deus e por isso é necessário evangelizá-lo bem. Se nós nos contentamos em preparar as pessoas mas não lhes damos nada, elas desaparecerão porque há outras pessoas que saem ao seu encontro. Diria que o povo do Rio Grande tem fé. É verdade que há realidades exigentes que começam a abandonar esta fé, que há indiferença, mas a maioria do povo tem sede de Deus.
(Carmen Elena Villa)

Fonte: ZENIT.org

domingo, 22 de novembro de 2009

RELÍQUIAS DE DOM BOSCO PEREGRINAM NO BRASIL

RELÍQUIAS DE DOM BOSCO PEREGRINAM NO BRASIL

Guarapuava,

- Esta cidade, no Paraná, foi a primeira do Brasil a receber a urna com as relíquias de Dom Bosco. A urna chegou na noite de domingo, dia 15, de Cidado do Leste, no Paraguai, passando por Foz do Iguaçu, de onde foi transportada para Guarapuava.A primeira atividade foi na manhã de segunda-feira, dia 16: uma carreata conduziu as relíquias pelas ruas da cidade até a Obra Social Dom Bosco. Ali, o bispo emérito de Guarapuava, Dom Giovanni Zerbini, presidiu a Santa Missa em homenagem ao santo fundador da família salesiana.A urna esteve na Catedral de Nossa Senhora de Belém, para veneração e visitação, na Obra Social, onde houve uma missa com a juventude, e na Paróquia São João Bosco, para uma vigília luminosa. A seguir, a urna foi levada para Ponta Grossa (PR), e agora, segue para as demais cidades da Inspetoria de Porto Alegre.A urna está peregrinando em todos os países onde Congregação Salesiana está presente, como preparação ao bicentenário de nascimento de Dom Bosco, em 2015. Após Porto Alegre, as relíquias vão percorrer as inspetorias de São Paulo, Belo Horizonte, Campo Grande, Recife e Manaus.Atendendo a um pedido do procurador geral da Congregação, Pe. Francesco Maraccani, feito em nome do reitor-mor, Pe. Pascual Chávez Villanueva, os fiéis que participarem de uma função sagrada em memória do santo ou, venerarem e orarem diante da urna, podem receber a indulgência plenária. O decreto foi promulgado pela Penitenciaria Apostólica, em maio de 2009, e estabelece que os fiéis devem também ter-se confessado recentemente, participado da missa, comungado e rezado pelas intenções do papa. (CM)

Fonte: RV

sexta-feira, 6 de novembro de 2009

BRASIL - DESONRA PELA VIOLÊNCIA E PELO TRABALHO ESCRAVO

VIOLÊNCIA E TRABALHO ESCRAVO DESONRAM BRASIL





Washington, 06 nov (RV)

- O Brasil foi denunciado ontem diante da Comissão Interamericana de Direitos Humanos, CIDH, reunida em Washington até sexta-feira. Organizações de defesa dos direitos humanos que operam em nosso país revelaram a persistência da escravidão e de lutas para controlar a terra, além da violência institucional em centros penitenciários.
O ‘Centro pela Justiça e o Direito Internacional’ (Cejil) e outras associações expuseram essas e outras denúncias no âmbito do 137º período de sessões públicas da CIDH.
Por sua vez, a representante da Comissão Pastoral da Terra, Jean Ann Bellini, advertiu que a violência no campo continua aumentando em torno de três eixos no Brasil: a exploração de escravos, a violência na luta pela terra e a violência contra os índios e os descendentes de escravos.
A representante da CPT afirmou que muitas comunidades indígenas sofrem constantes agressões enquanto aguardam a homologação de suas terras e que desde o início de 2007, houve conflitos em dez grandes reservas indígenas.
Segundo ela, apesar de mais de 26 mil pessoas terem sido liberadas da escravidão entre 2003 e 2008, as organizações estão constatando o aumento dos trabalhos forçados no sul e no sudeste do país, devido à ampliação dos territórios para a produção de etanol.
Neste sentido, a Comissão Interamericana de Direitos Humanos atendeu ao pedido de mais de 40 entidades da America Latina e decidiu que vai investigar os impactos ambientais e de direitos humanos do Complexo das Usinas de Santo Antônio e Jirau, no Rio Madeira.
Os membros da Corte Interamericana consideraram que “a construção das usinas hidrelétricas no norte do Brasil é um caso emblemático e grandes impactos ambientais trarão riscos para as populações tradicionais e os povos indígenas da Bolívia, Brasil e Peru”.
O Cejil concluiu a sessão com o pedido para que a CIDH faça uma visita ao Brasil, reúna-se com organizações sociais e especialistas em discriminação e estude a violência institucional e rural no país.
Além das audiências sobre direitos humanos no Brasil, a CIDH mantém debates sobre violência institucional contra mulheres e segurança pública no México e a situação dos homossexuais e dos indígenas na Colômbia.(CM)

RV

terça-feira, 29 de setembro de 2009

MAIS UM SACERDOTE É ASSASSINADO NO BRASIL

Igreja Católica no Brasil perde outro sacerdote vítima de assassinato

............... + Padre Evaldo Martiol.

Caçador, 29 Set. 09 / 05:00 pm (ACI).


- Neste sábado, 26, por volta das 23h, a Igreja Católica no Brasil perdeu mais um sacerdote. Desta vez, trata-se de padre Evaldo Martiol, 33 anos, pertencente à diocese de Caçador (SC), informa a nota da CNBB. Padre Evaldo foi assassinado por um jovem de 21 anos que disparou três dos tiros e um adolescente de 15 que efetuou o último, matando o sacerdote brasileiro. “O sacerdote foi vítima de latrocínio, roubo seguido de morte. Ele voltava de uma capela, na noite de ontem; logo após, aproveitou para passar na casa da mãe de outro padre. Quando saía de volta para casa, os bandidos pediram carona e o renderam no caminho. Ele foi levado a uma distância de 5 km fora da zona urbana de Caçador, onde quatro tiros foram disparados contra o sacerdote, que morreu na hora”.“O velório aconteceu ontem (28/09), na catedral de Caçador, onde o sacerdote trabalhava. Segundo o bispo diocesano de Caçador, dom Luiz Carlos Eccel, nem em sua ordenação episcopal estiveram presentes tantas pessoas, como no velório de padre Everaldo. “A catedral estava lotada, as pessoas emocionadas porque o padre Everaldo era um filho querido que vivia de fazer amizades com todos. Seu modo de evangelizar era por meio da amizade”, afirmou, emocionado, o bispo”.Natural do município catarinense de Timbó Grande, o Pe. Evaldo Martiol foi ordenado sacerdote em 26 de abril de 2003; portanto, tinha seis anos de sacerdócio. Ele trabalhou na paróquia de Friburgo, Salto Veloso e, por fim, na Catedral, paróquia São Francisco de Assis de Caçador.Violência sem fimO Padre Evaldo foi o terceiro sacerdote assassinado em um curtíssimo período de tempo no Brasil. A pouco mais de três meses, a Igreja Católica no Brasil perdeu três sacerdotes vítimas de assassinato. O primeiro deles foi o assessor nacional do Setor Juventude da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), padre Gisley Gomes Azevedo, 31, assassinado por um grupo de jovens na noite do dia 15 de junho, em Brazlândia, cidade satélite de Brasília. Em Manaus (AM), o padre italiano Ruggero Ruvoletto, 52, foi assassinado no último dia 19, com um tiro na cabeça, informou a nota da CNBB.


domingo, 30 de agosto de 2009

EDITORIAL: PERIGO NO AR!

EDITORIAL: PERIGO NO AR!

Cidade do Vaticano,
- Ao mesmo tempo em que louvamos o Congresso Brasileiro pela aprovação do Acordo entre o Brasil e a Santa Sé, ficamos perplexos com a futura criação da Lei Geral das Religiões.

No Acordo vimos dois Estados, duas entidades independentes, autônomas, falando no mesmo nível e contemplando todas as religiões com as benesses adquiridas, se isso acontecer.

Na Lei Geral, paira no ar um cheiro de retrocesso, de volta à dependência ao Estado, de solicitação ao Poder Civil para que legisle sobre a prática da fé.

Sente-se algo de retorno ao Brasil Império, onde um ministério legislava sobre a religião, como poderia e deveria ser praticada.

Esperava-se que os representantes do povo, cônscios de sua responsabilidade, não se deixassem levar por partidarismos, mas vissem o bem geral da nação.

Infelizmente tal não acontece.

Deixando de lado situações mais graves, vamos nos referir a situações comezinhas, mas não menos importantes, quando se pretender colocar no mesmo rol, por exemplo, um templo de 400 anos, seja de uma igreja cristã ou de uma sinagoga, mas patrimônio cultural da nação brasileira, com uma construção de poucos anos, que até há pouco era um local de diversão.

Parece que não se entende do que se legisla e coloca-se no mesmo saco "oves et boves". (CA)


Fonte: RV

sábado, 29 de agosto de 2009

ESTADO LAICO NÃO É ESTADO ATEU

ESTADO LAICO NÃO É ESTADO ATEU





Cidade do Vaticano 29 ago (RV)

- "Fizeste-nos para Ti, Senhor, e o nosso coração inquieta-se enquanto não descansa em Ti": essa afirmação de Santo Agostinho pode ser o ponto de perspectiva a partir do qual analisar a questão da ratificação do Acordo Brasil-Santa Sé. O Brasil é um estado laico, mas não é um Estado ateu, tanto assim, que a Constituição Federal em seu prólogo, invoca Deus da forma seguinte: "Nós, representantes do povo brasileiro, reunidos em Assembléia Nacional Constituinte para instituir um Estado democrático, destinado a assegurar o exercício dos direitos sociais e individuais, a liberdade, a segurança, o bem-estar, o desenvolvimento, a igualdade e a justiça como valores supremos de uma sociedade fraterna, pluralista e sem preconceitos, fundada na harmonia social e comprometida, na ordem interna e internacional, com a solução pacífica das controvérsias, promulgamos, sob a proteção de Deus, a seguinte CONSTITUIÇÃO DA REPÚBLICA FEDERATIVA DO BRASIL.".Efetivamente, o Brasil nasceu sob a invocação de Deus e se organizou sob a proteção da cruz. E nossa tradição, durante anos, foi sempre pautada na crença em Deus. A princípio, toda essa cultura nos foi legada pela Igreja Católica. Os primeiros colégios eram católicos, as universidades eram católicas, o povo, em sua maioria, era católico. Hoje, somos uma nação na qual convivem os mais diversos credos e as mais diversas formas de expressar essas crenças. Mas diante do princípio da igualdade de direitos, previsto no artigo 5º, caput, da Constituição Federal, todos os credos devem conviver em harmonia em direitos e obrigações. A intolerância religiosa foi e é, ainda hoje, motivo de muitas desavenças entre os povos e muitas das guerras atuais têm como gênese conflitos inter-religiosos.Por esse fato, em sua célebre Declaração Universal dos Direitos Humanos, a ONU adotou como princípio, a liberdade de religião ou de crença pelo ensino, pela prática e pelo culto, em seu artigo 18: "Todo homem tem direito à liberdade de pensamento, consciência e religião; esse direito inclui a liberdade de mudar de religião ou crença e a liberdade de manifestar essa religião ou crença pelo ensino, pela prática, pelo culto e pela observância isolada ou coletivamente, em público ou em particular".Ora, tendo o Brasil, pela Constituição Federal de 1988, consagrado de forma inédita, que os direitos e garantias expressos na Constituição "não excluem outros decorrentes do regime e dos princípios por ela adotados, ou dos tratados internacionais nos quais a República Federativa do Brasil seja parte" (art. 5°, §2°), os direitos garantidos nos Tratados de Direitos Humanos ratificados pelo Brasil integram a relação de direitos constitucionalmente protegidos.Assim, com base na Declaração dos Direitos Humanos, não se pode, sob a alegação da liberdade de crença, impedir que a nação brasileira possa, em nome de seus filhos católicos, ser impedida de celebrar o Acordo com a Santa Sé, para disciplinar as relações bilaterais para os cidadãos brasileiros que professam a religião católica, uma vez que os dispositivos do Acordo só se aplicam a tais cidadãos. De fato, assim dispõe o Acordo em seu artigo 2º: "A República Federativa do Brasil, com fundamento no direito de liberdade religiosa, reconhece à Igreja Católica o direito de desempenhar a sua missão apostólica, garantindo o exercício público de suas atividades, observado o ordenamento jurídico brasileiro."Por sua vez, no artigo 6º do mesmo Acordo, há um reconhecimento manifesto do patrimônio artístico e cultural que a Igreja Católica trouxe para a nação brasileira. Tentar barrar esse acordo com base na liberdade religiosa, é desconhecer esse patrimônio, que, embora provenha do sentimento religioso católico, hoje pertence a todo povo brasileiro: "As Altas Partes reconhecem que o patrimônio histórico, artístico e cultural da Igreja Católica, assim como os documentos custodiados nos seus arquivos e bibliotecas, constituem parte relevante do patrimônio cultural brasileiro, e continuarão a cooperar para salvaguardar, valorizar e promover a fruição dos bens, móveis e imóveis, de propriedade da Igreja Católica ou de outras pessoas jurídicas eclesiásticas, que sejam considerados pelo Brasil como parte de seu patrimônio cultural e artístico" – reza o Acordo.Não se compreende, portanto, que haja um movimento de entidades não-católicas, através de pesquisas dirigidas da opinião pública, para impedir que o Acordo Internacional celebrado entre o Brasil e a Santa Sé seja ratificado pelo Congresso Nacional, uma vez que esse acordo disciplina as relações da Igreja Católica − pessoa jurídica de Direito Internacional – e se refere aos fiéis que professam essa religião. Por outro lado, o Acordo não impede, de forma alguma, que outras crenças – cientes dos direitos que lhe são reconhecidos pelo Direito Internacional − venham a celebrar acordos para preservar seus cultos e ritos.

(Pe. Wagner Augusto Portugal)
Fonte: RV

quinta-feira, 20 de agosto de 2009

PROJETO MISSIONÁRIO ENTRE ÁFRICA E BRASIL



Luanda,

- Um novo projeto missionário será promovido na África em parceria com a Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB).

Embora os trabalhos não tenham ainda começados, o assessor da Comissão Episcopal Pastoral para a Ação Missionária e Cooperação Intereclesial da CNBB, Padre José Altevir da Silva e o diretor das Pontifícias Obras Missionárias, Pe. Daniel Lagni, já estão em Luanda, capital de Angola, desde quinta-feira passada, para conhecer o trabalho desenvolvido nesse país.
A visita foi um convite da Igreja em Angola feita pelos salesianos à Igreja no Brasil.
"Vamos conhecer o projeto missionário angolano e desenvolver uma parceria no envio de missionários brasileiros leigos, que deverão atuar em áreas específicas daquele país, como o combate ao analfabetismo, a pobreza, entre outras", afirmou Pe. Altevir.
Segundo o sacerdote angolano, Pe. Bantu Mendonça, que mora no Brasil, a realidade da evangelização na África é bem parecida com a do Brasil.
A maior diferença talvez esteja na cultura e na dificuldade pelo fato de a África não ter os meios necessários para evangelizar."Esses projetos missionários são bem-vindos, porque a África é um continente que precisa de ajuda, mas também tem muito a oferecer. É importante que as pessoas conheçam como é a verdadeira realidade, porque para a mídia todas as desgraças vêm da África", concluiu o sacerdote. (MJ)

Fonte: RV

quinta-feira, 13 de agosto de 2009

ACORDO ENTRE BRASIL E SANTA SÉ ESTÁ APROVADO

APROVADO ACORDO ENTRE BRASIL E SANTA SÉ

Brasília, 13 ago (RV)

- A Comissão de Relações Exteriores aprovou nesta quarta-feira o acordo que cria o Estatuto Jurídico da Igreja Católica no Brasil. O relator do texto aprovado, deputado Bonifácio de Andrada (PSDB-MG), afirmou que o acordo não fere a Constituição Federal, enfatiza a necessidade de relações internacionais com todos os povos e admite a aproximação com todas as religiões. Composto de 20 artigos, o acordo foi assinado pelo Brasil e pelo Vaticano em 2008 e submetido à Câmara. O texto estabelece normas sobre questões como o ensino religioso, o casamento, a imunidade tributária para as entidades eclesiásticas, a prestação de assistência espiritual em presídios e hospitais, a garantia do sigilo de ofício dos sacerdotes, e visto para estrangeiros que venham ao Brasil realizar atividades pastorais.O acordo também reforça o vínculo não-empregatício entre religiosos e instituições católicas, ratificando regras já existentes. Em relação ao casamento, por exemplo, o acordo estabelece que o matrimônio celebrado de acordo com as leis da Igreja que atender também às exigências do Direito terá efeitos civis. Já no que diz respeito ao ensino religioso, o acordo menciona o respeito à importância dessa disciplina, seja católica ou de outra religião, mas com matrícula facultativa no ensino fundamental das escolas públicas. "A comissão tomou a posição que me parece mais certa para o interesse público e para a vida social da nação. Esse acordo não exclui de forma nenhuma as demais religiões existentes no Brasil. Acho que procura realmente criar um convívio efetivo de todas as religiões. Não há inconstitucionalidade. O acordo repete a Constituição e a legislação brasileira de modo que está totalmente integrado no sistema jurídico brasileiro e não ofende nenhuma lei ou norma jurídica" − afirmou o relator. A discussão da matéria, no entanto, foi polêmica. Sete deputados votaram contra a proposta. O deputado Ivan Valente (PSOL-SP), por exemplo, considerou um erro do Governo brasileiro a assinatura do acordo. "Eu acho que a CCJ (Comissão de Constituição e Justiça) deveria se manifestar pela inconstitucionalidade, porque aqui há um acordo entre um Estado republicano democrático e um Estado teocrático. Então, não é um acordo comercial, é um acordo que envolve a opção preferencial por uma religião, algo que atenta contra a própria Constituição, que prevê total liberdade religiosa e de culto, sem nenhuma predisposição a adotar uma como preferencial" – disse o deputado.O acordo ainda deverá ser analisado pelas comissões de Trabalho, Administração e Serviço Público; de Educação e Cultura; e de Constituição e Justiça e de Cidadania; antes de ser votada em plenário. Já há, no entanto, um pedido de urgência para matéria, o que pode permitir a votação direta pelo plenário. (AF)

Fonte: RV

sexta-feira, 7 de agosto de 2009

PELA ÉTICA NA POLITICA BRASILEIRA

Brasil: campanha pela ética na política intensifica coleta de assinaturas
Projeto Ficha Limpa espera recolher 300 mil assinaturas em 30 dias
BRASÍLIA,


-Após alcançar a marca de 1 milhão de assinaturas, a Campanha Ficha Limpa volta-se para as últimas 300 mil assinaturas, a fim de que a iniciativa possa ser enviada ao Congresso Nacional brasileira como um Projeto de Lei de Iniciativa Popular (PL) em prol da ética na política.

Segundo informa a CNBB (Conferência Nacional dos Bispos do Brasil), uma ampla coleta de assinaturas será realizada entre os dias 7 de agosto e 7 de setembro, em todo o país. O objetivo é colher 300 mil assinaturas em 30 dias.

O Movimento de Combate à Corrupção Eleitoral (MCCE) promoverá uma agenda de mobilizações e atos culturais ao longo deste mês com a expectativa de finalizar a coleta e encaminhar o PL à Câmara dos Deputados em setembro.

A Campanha Ficha Limpa foi lançada em abril de 2008, na Assembleia Geral da CNBB e desde então conta com um apoio crescente de diversos segmentos da sociedade.

Mais informações em http://www.lei9840.org.br/

Fonte: ZENIT.org

quinta-feira, 30 de julho de 2009

FAMÍLIA BRASILEIRA É SOLIDÁRIA

BRASILEIRO, POVO SOLIDÁRIO

Brasília, 30 jul (RV)

- A Igreja chama, o povo responde.

Na primeira etapa da Campanha SOS Norte Nordeste, lançada pela Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), sob coordenação da Cáritas Brasileira, 15.199 famílias foram beneficiadas, R$ 856 mil foram empregados em gêneros de primeira necessidade nos 38 municípios atingidos pela fúria das águas.

Incontável é o número de pessoas que foram acolhidas pelas paróquias, dioceses, pastorais, associações e Cáritas diocesanas.

No Piauí, foram atendidas 5.919 famílias, em dez municípios. As famílias receberam cestas básicas e materiais de limpeza e higiene.

Com R$ 266 mil da Campanha, até o momento, o Maranhão atendeu cerca de 5.500 famílias em 9 municípios, com alimentos, materiais de limpeza e higiene pessoal, redes e mosquiteiros.

Cerca de 2 mil famílias em 10 municípios cearenses, na região das dioceses de Sobral, Limoeiro do Norte e Tianguá, tiveram R$ 145 mil da Campanha convertidos em cestas básicas, kits de higiene e limpeza, filtros de água, redes e mosquiteiros.

No Pará, 784 famílias de 6 municípios receberam cestas básicas, lençóis e redes, o que totalizou R$ 50 mil. Para o atendimento imediato em municípios da Arquidiocese de Natal (RN), foram destinados R$ 90 mil da Campanha.

A segunda fase da campanha envolve prioritariamente a construção e reconstrução de casas, assim como a recuperação de lavouras, criação de pequenos animais, hortas, cisternas, etc.Estima-se que 6 mil famílias serão beneficiadas (cerca de 30 mil pessoas).

A distribuição de gêneros de primeira necessidade continua, assim como os trabalhos de prevenção de catástrofes, cuidado com o meio ambiente e controle de políticas públicas voltadas para as emergências.

A Campanha SOS Norte Nordeste arrecadou, até 30/06/09, R$ 2,1 milhões entre doações nacionais (pessoas físicas, comunidades, dioceses, paróquias e entidades) e internacionais (Rede Cáritas e governo da Alemanha). A campanha continua até 10 de setembro.

Para informações, visite o site na CNBB ou consulte sua paróquia. (CM)

Fonte: RV

domingo, 7 de junho de 2009

VOO AF 447 - AGORA SÃO 17 O NÚMERO DE CORPOS RESGATADOS

07 e junho de 2009 - atualização das 21:45hs

Chega a 17 total de corpos resgastados em buscas de avião, informam militares
Nove cadáveres devem chegar nesta terça (9) a Fernando de Noronha.
Avião da Air France desapareceu no dia 31 com 228 pessoas a bordo.
Do G1, no Recife e em São Paulo



Marinha e Aeronáutica anunciaram no início da noite deste domingo (7) o resgate no mar de mais 12 corpos de ocupantes do airbus da Air France desaparecido no último dia 31 depois de ter partido do Rio de Janeiro com destino a Paris, na França.

Com esses, somam 17 os cadáveres recolhidos desde o início das operações de busca em alto mar, a 824 km do arquipélago de Fernando de Noronha, segundo informou o tenente-coronel Henry Munhoz, da Aeronáutica. Até a manhã deste domingo, havia a confirmação oficial de cinco corpos resgatados.

O ponto onde, segundo a Aeronáutica, se encontra a maior parte dos destroços, está localizado a 1.166 km do Recife, distância equivalente à que separa São Paulo de Porto Alegre.

Mapa de localização das operações de busca de corpos e destroços do avião (Divulgação / Força Aérea Brasileira)


"Essa distância significa, por exemplo, ir de São Paulo a Porto Alegre de ônibus em 18 horas. Imaginando que essas distâncias serão percorridas por navios e, em alguns pequenos trechos, por aeronaves, dá para se ter uma percepção de como o processo logístico é complexo", exemplificou o oficial.

Oito dos 17 corpos foram retirados do mar pela fragata francesa Ventôse, segundo a Marinha. Os demais, pelos navios brasileiros. Todos os corpos foram resgatados em águas brasileiras, segundo o capitão-de-fragata Giucemar Barbosa.

De acordo com a Força Aérea Brasileira (FAB), participam das operações de busca 14 aviões (12 brasileiros e dois franceses) e cinco navios brasileiros. Neste domingo, um navio francês se incorporou à operação.

A chegada a Fernando de Noronha de nove corpos, transportados pela fragata Constituição estava prevista inicialmente para esta segunda-feira (8), mas deverá acontecer somente na terça (9), informou a Marinha neste domingo.

Imagens do recolhimento de destroços do acidente com o avião da Air France (Foto: Divulgação / Marinha do Brasil)
Desses nove corpos a caminho de Noronha, quatro são de homens e quatro de mulheres. O sexo de um dos nove corpos não está identificado.

A previsão é que, a cerca de 300 km da costa, um helicóptero vá ao encontro do navio (que navega em média a 40 km por hora) a fim de acelerar a chegada dos corpos ao arquipélago.

Segundo o tenente-coronel Munhoz, apenas a preparação inicial dos corpos será realizada em Fernando de Noronha. A liberação será feita no Instituto Médico-Legal (IML) de Pernambuco, no Recife. A identificação será feita conjuntamente pelas polícias Federal e Civil de Pernambuco.

sexta-feira, 29 de maio de 2009

VÍTIMAS DAS ENCHENTES NO BRASIL TEM AUXILIO DA CARITAS INTERNACIONAL

CARITAS INTERNACIONAL AJUDA VÍTIMAS DAS ENCHENTES NO BRASIL

Roma, 29 mai (RV)

- A Caritas Internacional fez um apelo em prol das vítimas das enchentes que afetam o Norte e o Nordeste do Brasil.O organismo católico pretende arrecadar 1 milhão e 100 mil dólares para ajudar essas pessoas que se encontram em difíceis condições. A Caritas Internacional ajudará inicialmente 25 mil pessoas fornecendo alimento, água potável, alojamento e produtos de limpeza, além de 200 famílias que se encontram em situações muito precárias, a fim de ajudá-las a retomar seus trabalhos e reconstruir suas casas. (MJ)

Fonte: RV

sábado, 16 de maio de 2009

É DE GRANDES PROPORÇÕES AS ENCHENTES NO NORTE E NORDESTE BRASILEIROS

ENCHENTES NO NORTE E NORDESTE: CAMPANHA DE SOLIDARIEDADE DA CNBB E DA CARITAS

Brasília, 15 mai (RV)

- A Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) e a Caritas brasileira lançam uma campanha nacional de solidariedade para com as pessoas atingidas pelas enchentes nas regiões Norte e Nordeste. Segundo informações do site da CNBB, os recursos serão aplicados no atendimento imediato às vítimas, na reconstrução das casas e na recuperação dos meios produtivos. A campanha vai até o dia 10 de setembro. Em 2008, quando as chuvas de abril atingiram fortemente o Nordeste, foi arrecadada a soma de R$ 1.026.780,00.Desde o começo das enchentes, em abril, as Caritas arquidiocesanas e diocesanas das regiões afetadas, em parceria com as igrejas locais, promovem campanhas de arrecadação de donativos para as vítimas. Roupas, colchões, cobertores, água potável (filtros) e alimentos não-perecíveis são os itens de maior necessidade neste momento, segundo informações das Caritas envolvidas. Contas bancárias locais também foram abertas no Maranhão, Piauí e Sobral (CE). As doações em dinheiro podem ser feitas nas contas bancárias: Banco do Brasil: Agência 3475-4, c/c 23091-XBradesco: Agência 606, c/c 68000-1Caixa Econômica Federal: Agência 1041, operação 003, c/c 935-1(BF)

Fonte: RV

segunda-feira, 20 de abril de 2009

"ANO CATEQUÉTICO NACIONAL"

INAUGURAÇÃO DO "ANO CATEQUÉTICO NACIONAL" NO BRASIL


São Paulo, 20 abr (RV)

- A Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) inaugurou oficialmente, ontem, 19, o Ano Catequético Nacional.
A abertura deu-se, ontem de manhã, na Catedral da Sé (SP), com uma Santa Missa presidida pelo bispo auxiliar de São Paulo, Dom Tarcisio Scaramussa.
Esteve presente, entre outros, também o secretário geral da CNBB, Dom Dimas Lara Barbosa. Fez parte da programação, o lançamento do CD “Catequese, caminho para o discipulado”, que contém 13 canções para animação do Ano Catequético.“
Este dia foi marcado por celebrações Eucarísticas e celebrações da Palavra.
Ao redor do pão da palavra e da Eucaristia, mais de 800 mil catequistas estiveram reunidos para celebrar a presença do Ressuscitado na comunidade, na Palavra e na Eucaristia”, explica a assessora da Comissão para a Animação Bíblico-catequética da CNBB, Irmã Zélia Maria Batista.
Na Assembléia Geral dos Bispos, que se realiza de 22 de abril a 1º de maio próximo, o Ano Catequético Nacional será celebrado com uma Missa, dia 24, em Itaici “O Ano Catequético tem como objetivo geral dar novo impulso à catequese como serviço eclesial e como caminho para o discipulado”, explica o presidente da Comissão, dom Eugênio Rixen.
Sob a coordenação da Comissão Episcopal para a Animação Bíblico-catequética da CNBB, o Ano Catequético quer envolver todas as pastorais, movimentos e organismos da Igreja.
O Ano Catequético se encerra no dia 22 de novembro, festa de Cristo Rei. (MT)

Fonte: RV

quinta-feira, 9 de abril de 2009

CRIANÇAS E ADOLESCENTES BRASILIROS FAZEM INTERCÂMBIO CULTURAL NA ITÁLIA

CRIANÇAS E ADOLESCENTES DO BRASIL PARTICIPARÃO DE INTERCÂMBIO CULTURAL NA ITÁLIA
...................Abaetetuba

Abaetetuba,


- Dezoito crianças e adolescentes de Abaetetuba (Pará), integrantes do projeto "Dançando e cantando com amor, para construir um mundo melhor", viajam pela primeira vez à Itália para um intercâmbio cultural. O projeto é fruto da parceria entre a Associação “Insieme (Juntos): Cremona-Itália” e as obras Sociais de Abaetetuba, através da Pastoral do Menor. A viagem à Itália será em maio próximo. Durante um mês, as crianças vão conhecer monumentos históricos de algumas cidades do norte da Itália; participar de encontros em escolas, paróquias, comunidades, organizações não governamentais num intercâmbio cultural e social. As crianças estão se preparando também para apresentar danças e músicas expressivas da cultura do estado do Pará. O grupo deve visitar ainda os colaboradores italianos que contribuem para a realização de atividades sociais da diocese de Abaetetuba, especialmente da Pastoral do Menor. O projeto "Dançando e cantando com amor, para construir um mundo melhor" tem a finalidade de garantir o resgate da auto-estima dos adolescentes de Abaetetuba, estimulando-os aos valores éticos e morais da solidariedade e justiça para com os adolescentes. Para realizar as ações do projeto, a Pastoral do Menor conta com ajuda de voluntários e parcerias do setor empresarial, mas também precisa de maior apoio para ampliar a sua atuação. De fato, seu coordenador recorda: “Necessitamos de mais voluntários e, sobretudo, de maior atenção orçamentária por parte dos governantes e do setor empresarial”. (MT)
Fonte: RV

ABAETETUBA

Abaetetuba é um município brasileiro do estado do Pará.Foi desmembrado do território da capital do Estado em 1880, de acordo com a Lei nº 973, de 23 de março que também constituiu o município como autônomo.Um ano depois, em 1881, o presidente interino da Câmara em Belém, José Cardoso da Cunha Coimbra instalou no município a Câmara Municipal de Abaeté.Francisco de Azevedo Monteiro é historicamente considerado o fundador, pois nesse território fundou um pequeno povoado, em 1724.
A região também foi ocupada por frades Capuchos, que fundaram o Convento do Una, e ainda, pelos jesuítas, que instalaram a freguesia de São Miguel de Beja.
O nome primitivo do município era Abaeté que, na língua tupi, significa homem forte, valente, prudente e ilustre. Por meio do Decreto Lei nº 4.505, de 30 de dezembro de 1943, foi instituído o nome Abaetetuba. Atualmente, o Município é composto pelos distritos de Abaetetuba (sede) e Beja.Localiza-se a uma latitude 01º43'05" sul e a uma longitude 48º52'57" oeste, estando a uma altitude de 10 metros.Sua população estimada em 2005 era de 131.158 habitantes.
Representa uma encantadora surpresa para quem a visita pela primeira vez. Simples em seu traçado e nas construções urbanas, a cidade cresceu às margens do Rio Maratauíra (ou Meruú), um dos afluentes do Rio Tocantins. Seu povo é alegre, bastante hospitaleiro e, sobretudo, apaixonado por sua terra.Abaetetuba é uma dessas cidades que guarda tantas peculiaridades que a soma delas acaba gerando uma cultura que torna seus habitantes apaixonados pela terra, cujo "bairrismo" salta os olhos de quem a visita pela primeira vez. Mesmo quando seus moradores encontram-se espalhados por aí, estão sempre prontos para falar maravilhas do seu torrão natal. Suas dissertações sobre a "terra maratuia" são autênticas declarações de amor.O município reúne, de fato, algumas coisas dignas de serem visitadas e admiradas. Há as que, por certo, estão perdidas no passado, mas que a persistência de muitos traz de volta ao presente. É o caso dos engenhos que tornaram a cachaça de Abaetetuba imortalizada nos versos do grande Ruy Barata, ao cantar "só lembrar da mardita me lembrei de abaeté...". Outro acervo folclórico que só existe na recordação dos mais velhos é bem representados pelos "fofoi" e "fofia".
Fonte: Apontador

domingo, 15 de março de 2009

EXCOMUNHÃO : VATICANO CRITICA NO CASO DE ABORTO NO BRASIL

Vaticano critica excomunhão no caso de aborto no Brasil
14/03/2009 - 20:32 - BBC Brasil

Em artigo publicado pelo jornal da Santa Sé, o Osservatore Romano , neste sábado, o presidente da Academia Pontifícia para a Vida, Monsenhor Rino Fisichella afirma que os médicos que praticaram o aborto na menina de 9 anos, grávida de gêmeos após ter sido estuprada pelo padrasto, não mereciam a excomunhão. "São outros que merecem a excomunhão e nosso perdão, não os que lhe permitiram viver e a ajudarão a recuperar a esperança e a confiança, apesar da presença do mal e da maldade de muitos", escreve Monsenhor Rino Fisichella, um dos mais próximos colaboradores do papa Bento 16 e maior autoridade do Vaticano em bioética.

Na avaliação do prelado, o arcebispo de Recife e Olinda, José Cardoso Sobrinho, foi apressado e deveria ter se preocupado primeiro com a menina."

O caso ganhou as páginas dos jornais somente porque o arcebispo de Olinda e Recife se apressou em declarar a excomunhão para os médicos que a ajudaram a interromper a gravidez. Uma história de violência que, infelizmente, teria passado despercebida se não fosse pelo alvoroço e pelas reações provocadas pelo gesto do bispo."Segundo Monsenhor Fisichella, o anúncio da excomunhão por parte de D. Jose Cardoso Sobrinho colocou em risco a credibilidade da Igreja Católica.

"Era mais urgente salvaguardar a vida inocente e trazê-la para um nível de humanidade, coisa em que nós, homens de igreja, devemos ser mestres. Assim não foi e infelizmente a credibilidade de nosso ensinamento está em risco, pois parece insensível e sem misericórdia", escreve o bispo.

Na avaliação do prelado, a pratica do aborto neste caso não teria sido suficiente para dar um parecer que "pesa como um machado", porque houve uma contraposição entre vida e morte.

Ele reconhece que, devido à idade e às precárias condições de saúde, a menina corria serio risco de vida por causa da gravidez. E justifica os médicos, que em sua opinião, merecem respeito profissional.

"Como agir nesses casos?
É uma decisão difícil para os médicos e para a própria lei moral. Não é possível dar parecer negativo sem considerar que a escolha de salvar uma vida, sabendo que se coloca em risco uma outra, nunca é fácil. Ninguém chega a uma decisão dessas facilmente, é injusto e ofensivo somente pensar nisso."De acordo com o presidente da Academia Pontifícia para a Vida, segundo a moral católica a defesa da vida humana desde sua concepção è um principio imprescindível.

O aborto não espontâneo sempre foi e continua sendo condenado com a excomunhão, que é automática.

"Não era, portanto, necessária tanta urgência em dar publicidade e declarar um fato que se atua de forma automática, mas sim um gesto de misericórdia."
Fonte: BBC Brasil

terça-feira, 10 de fevereiro de 2009

EVANGELIZAÇÃO DO BRASIL

EMBAIXADOR DO BRASIL JUNTO À SANTA SÉ RECORDA EVANGELIZAÇÃO DO BRASIL

Cidade do Vaticano,
- No discurso que o novo embaixador do Brasil junto à Santa Sé, Luiz Felipe de Seixas Corrêa, entregou, ontem pela manhã, ao pontífice, ele recorda a evangelização do Brasil. Em 1549, os jesuítas já estavam presentes no país: quatro sacerdotes guiados por Manuel da Nóbrega. Da Bahia, se expandiram em todas as direções, fundando colégios e vilarejos. Em 1554, os quatro jesuítas se multiplicaram. Eram 26, distribuídos de norte a sul em todo território brasileiro. Entre eles, Luiz Felipe de Seixas Corrêa cita José de Anchieta, "um homem que ocupa um lugar muito especial na história do Brasil". Para o embaixador, Anchieta personifica um fenômeno-chave para entender o Brasil: "a catequese como encontro de culturas". O diplomata brasileiro fala ainda da religiosidade do povo brasileiro, que oferece um exemplo singular de tolerância religiosa. Luiz Felipe de Seixas Corrêa traça um quadro otimista da situação política e social do Brasil, citando a consolidação plena da democracia e a redução da pobreza.Sobre a política externa brasileira, o embaixador diz que o Brasil compartilha os valores e os ensinamentos da Igreja, citando um trecho do discurso deste ano de Bento XVI ao Corpo Diplomático, em que afirma que, para construir a paz, é preciso oferecer esperança aos pobres.Por fim, cita as palavras de Dom Luciano Mendes de Almeida, membro da família do embaixador, poucos dias antes de morrer: "Deus nos criou por amor. Ele sabe o que é melhor para nós. Coloco a minha vida em suas mãos". (BF)

Fonte: RV

quarta-feira, 14 de janeiro de 2009

NOMEAÇÃO DE BISPO PARA O BRASIL

AUDIÊNCIA GERAL E NOMEAÇÃO DE BISPO PARA O BRASIL


Cidade do Vaticano, 14 jan (RV)

- Quarta-feira é dia de Audiência Geral! Bento XVI se reuniu com fiéis e peregrinos na Sala Paulo VI para falar, mais uma vez, de São Paulo. Desta vez, sobre alguns aspectos teológicos contidos nas cartas do Apóstolo dos Gentios aos colossenses e aos efésios, muito semelhantes entre si. Nessas duas cartas Cristo aparece com o título de "Cabeça". Em primeiro lugar, é considerado como Cabeça da Igreja guiada, alimentada e mantida unida por ele, mas também como cabeça do cosmos, submetendo e recapitulando em si todas as coisas do universo. Com o conceito de "mistério", típico também desses escritos, o Apóstolo se refere ao impenetrável desígnio divino sobre o homem, os povos e o mundo, que se realiza plenamente em Cristo. Nele, o mistério se encarna e pode ser percebido de modo claro.Um último conceito próprio dessas cartas é também o vínculo esponsal entre Cristo e a Igreja. Tomando como ponto de referência a união conjugal entre o homem e a mulher, a Igreja é considerada como esposa de Cristo, que a fez sua, mesmo pagando as consequências com a própria vida.

Nesta quarta-feira, Bento XVI nomeou bispo auxiliar da diocese de Passo Fundo (RS) o mons. Liro Vendelino Meurer, até então pároco da paróquia São Geraldo, em Porto Alegre (RS).

Fonte: RV

sexta-feira, 10 de outubro de 2008

BRASILEIROS FISCALIZAM CADA VEZ MELHOR AS ELEIÇÕES

Brasil: cidadãos fazem melhor leitura de seu papel nas eleições, diz bispo
Dom Genival França, bispo de Palmares, destaca vigilância da sociedade


BRASÍLIA,

-Após as eleições municipais de 5 de outubro no Brasil, um bispo considera que, «paulatinamente, população, eleitores e candidatos fazem uma melhor leitura sobre seu papel nas eleições».
Dom Genival Saraiva de França, bispo de Palmares (Pernambuco), afirma que «por diversas vias, extraem-se lições das eleições municipais de 2008».
«De antemão, merece um olhar atento o fenômeno da corrupção que ainda se constatou nestas eleições, porque persiste como mentalidade, como algo cultural», escreve, em mensagem difundida hoje pela CNBB (Conferência Nacional dos Bispos do Brasil).
Todavia --prossegue o bispo--, aos poucos, esse fenômeno «está sendo temido pelos candidatos e “cabos eleitorais”, em razão das penas estabelecidas na legislação vigente, sobretudo, com possibilidade de prisão, cassação do registro de candidatura ou do diploma eleitoral».
«Um elemento muito positivo foi a participação do eleitorado, certamente, em razão da obrigatoriedade do voto, mas também graças a uma consciência política que, aos poucos, se vai revelando no comportamento coletivo.»
Nesse sentido, o bispo destaca a crescente participação de jovens eleitores, já que o voto é facultativo para quem tem entre 16 e 18 anos, «indicação de uma vontade de contribuir para uma mudança nos rumos da política».
O prelado recordou também o papel de vigilância da sociedade, de formação da Igreja, da OAB e de outras entidades, a fiscalização dos partidos concorrentes, as ações do Ministério Público Eleitoral e as medidas dos Tribunais Eleitorais.
Essas ações «transformam-se em fatores determinantes da condução do processo eleitoral e da realização do pleito num clima de normalidade».
Dom Genival França afirma ainda que os debates no Rádio e na Televisão «ajudam o eleitor a formar uma opinião ajuizada», e que a votação eletrônica, «cuja eficiência ficou comprovada, mais uma vez, impede a manipulação das eleições».
«A participação democrática nestas eleições ainda não chegou ao nível desejado porque, concretamente, registram-se acirramentos e confrontações entre candidatos e eleitores dos diversos Partidos e Coligações, durante a campanha eleitoral e após a proclamação do resultado da votação, num atestado de que, nesse assunto, a paixão supera a razão e o sentimento fala mais do que a lógica.»
Mas, efetivamente, considera o bispo, «os eleitores começam a se posicionar, criteriosamente, escolhendo candidatos em condições de exercer, com qualidade, o mandato eletivo e rejeitando aqueles que não têm a necessária credibilidade política».

Fonte: ZENIT.org